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Novos ATMs resistem a explosões e agilizam transações

Novos ATMs resistem a explosões e agilizam transações

Reciclagem de notas, biometria e mobilidade transformam os caixas eletrônicos

Com a crescente necessidade de dar mais segurança aos clientes e dificultar roubos a caixas eletrônicos, as tecnologias evoluem para reforçar os ATMs, agilizar a reposição de cédulas, inserir reconhecimento biométrico e incluir mais serviços móveis. Para o Ciab Febraban, a OKI Brasil trouxe equipamentos que resistem a explosão, não precisam de interface e fazem depósitos automáticos de dinheiro na conta dos correntistas.

O ATM Adattis Recycler tem um compartimento blindado adicional para os cassetes, dentro do cofre principal, que dificulta o acesso às notas em ataques por explosão. E permite que os depósitos feitos em dinheiro possam ser creditados em tempo real na conta do correntista, sem a necessidade do envelope e de contagem posterior. Desenvolvido no conceito de reciclagem, este ATM reaproveita o dinheiro depositado para saques de outros clientes e também identifica se a nota é falsa ou não, validando o depósito na hora.

A OKI Brasil também está mostrando o ATM Addatis Mobicash, que agenda transações bancárias como saques por meio de um aplicativo no smartphone, utilizando um dispositivo vestível, no caso um smartwacth 3, da Sony Mobile, que é equipado com a tecnologia NFC (Near Field Communication). Para finalizar a transação, basta aproximar o relógio no local indicado no Mobicash e confirmar a ação por meio de biometria. Esse ATM não tem interface para o cliente, que foi transferida para um dispositivo móvel. A redução de tempo do correntista noa ATM numa operação de saque diminui em até 60%.

Outra novidade é a plataforma de biometria da OKI, que introduz o uso de multibiometrias, recurso que pode ser empregado para a abertura de contas – dentro e fora da agência – e na substituição ou complementação de sistemas de cartões e senhas. Um bom exemplo dessa tecnologia foi dado pelo coordenador de comunicações corporativas da OKI Brasil, Alexandre Barbosa, que mostrou como o reconhecimento por face é feito quando uma pessoa entra numa agência. “É possível saber quem é o correntista e outras informações para personalizar ainda mais o atendimento. Por outro lado, se for um criminoso, o sistema também vai indicar”, comenta ele.

 

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