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Presidente da EMC defende abordagem omnichannel na transformação digital

Carlos Cunha, presidente da EMC Brasil Carlos Cunha, presidente da EMC Brasil

Conjunto de dados único, não separado em silos, é essencial para os bancos

Durante o painel “A indústria de TI e o mercado financeiro”, realizado ontem, durante o último dia do CIAB Febraban, o presidente da EMC Brasil, Carlos Cunha, disse que a indústria de tecnologia está pronta para a nova era dos bancos digitais. Ele frisou ser necessária uma comunicação integrada, na qual a mesma informação esteja em todos os departamentos por diversas plataformas, base do omnichannel. Para ele, será impossível ter agilidade e ser multicanal nessa transformação digital sem um “data lake”, um conjunto de dados único e que não pode ter silos.

Uma vez que os dados são do cliente, os bancos precisam começar a montar uma estrutura em cloud, ofertando uma “TI as a service” e montar um grande “data lake” interno. Assim, é possível aplicar o Big Data, incluindo a segurança preditiva e a agilidade para identificar uma fraude, começar a conhecer o cliente e se antecipar ao que ele possa querer. 

Para essa transformação aos olhos dos usuários dos bancos, o omnichannel deve ser uma prioridade. Cunha diz que a agilidade para atender o cliente é fundamental, ao mesmo tempo em que se deve pensar na sustentabilidade da plataforma. “Muitos dizem que o consumidor é Deus. Eu digo que o consumidor não é Deus, pois Deus perdoa, e o consumidor, normalmente, não”, frisou o presidente da EMC, ao fazer uma analogia que mostra o grande poder do cliente digital e multiplataforma da atualidade.

Para Cunha, a grande transformação trazida por essas novas tecnologias já está presente e são os colaboradores das empresas que estão correndo em todas as frentes. Por isso, desenvolver profissionais e talentos é o grande desafio do setor.

Para a múlti, apoiar a educação e contribuir com o desenvolvimento profissional dentro da corporação é a chave para integrar e fazer essa transformação digital acontecer por completo. Carlos Cunha mencionou que, nesse cenário, os profissionais, responsáveis por essa mudança precisam ter uma visão horizontal.

“Acredito que ambos os setores, indústria de TI e financeiro, precisam investir em educação. Na EMC, temos a Cátedra, junto ao Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Big Data EMC, o EMC Academic Alliance e diversos treinamentos de executivos, tudo isso envolvendo a área de Recursos Humanos – para otimizar essa cultura em toda a empresa”, argumentou.

Durante a realização do Ciab, a multinacional apresentou soluções que visam ajudar os bancos a explorarem as oportunidades da Terceira Plataforma: Mobilidade, Big Data, Nuvem e Mídia Social, além de ter participado em cinco dos painéis do Congresso.

O Congresso da 25o edição do CIAB foi dividido em cinco “trilhas”, das quais a EMC participou de duas: ‘TI & Telecom’ e ‘Segurança da Informação’. A empresa destacou a vinda de Chad Sakac, presidente mundial dos engenheiros de sistema da EMC Corporation, para participar do painel Bancos Digitais – Um Novo Negócio. Sakac falou da enorme quantidade de dados sensíveis que são gerados e trocados, e que precisam ser geridos para garantir eficiência, conformidade regulamentar e controle dos riscos, e da visão da EMC sobre essa transformação digital dos bancos.

Na “trilha” de Segurança da Informação a EMC esteve presente no painel “Deep Web & Cyber Security”, com apresentação da RSA, divisão de segurança da EMC. Nesta semana, a empresa divulgou seu primeiro “Índice de Deficiências em Segurança Cibernética” – o qual revelou que o tamanho da organização não é determinante para montar uma defesa cibernética substancial. Segundo a pesquisa, 75% das empresas participantes reportaram níveis insuficientes de maturidade nesse quesito. Durante o painel, além destes dados, a RSA falou sobre como mitigar riscos de fraudes causados por ataques DDoS em aplicações.

Por fim, a EMC ainda participou do painel sobre gamification, apresentando casos de sucesso utilizando técnicas de gamification para atingir e motivar pessoas a gerar resultados.

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