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Feirão Limpa Nome Online recupera R$ 546 milhões em dívidas

Feirão Limpa Nome Online recupera R$ 546 milhões em dívidas

Brasileiros utilizaram o 13º salário para quitar seus débitos

 

A elevação da taxa de juros torna o crédito mais caro ao consumidor

Os brasileiros se preocuparam em terminar o ano no azul e utilizaram o 13º salário para pagar dívidas em atrasos. Segundo levantamento do SerasaConsumidor, braço da Serasa Experian, o último Feirão Limpa Nome Online, realizado entre os dias 04 e 21 novembro, permitiu que 181 mil dívidas fossem pagas, totalizando R$ 546 milhões. Os números, na comparação ao mesmo período do ano anterior, foram superiores. A versão pela internet permitiu que consumidores de todo o Brasil conseguissem descontos e condições especiais.

Contribuiu para que as dívidas fossem pagas a elevação da taxa básica de juros Selic de 11,25% para 11,75% ao ano, anunciada na última reunião do Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom), e a expectativa de novos aumentos. Isso torna o crédito mais caro aos consumidores. Segundo os economistas da Serasa Experian, o aumento da Selic impacta diretamente quem está com dívidas em atraso. Por isso, mais do que nunca, os inadimplentes devem tentar renegociar com seus credores.

O último feirão online bateu recorde de público e de dívidas pagas. 2,7 milhões de pessoas buscaram renegociar dívidas pela internet com descontos e condições especiais. A maioria dos consumidores (61,8%) que tentou regularizar suas pendências foi mulheres, enquanto o público masculino foi de 38,2%. A faixa etária mais presente nas negociações via web foi de pessoas entre 25 e 34 anos (45,1 %). Em seguida, o grupo de 18 a 24 anos, com 19,9%. Em terceiro lugar, os consumidores de 35 a 44, com 19,8%. Em quarto, a faixa etária de 45 a 54, com 8,2%, e, por fim, as pessoas acima de 55 anos, com 6,7% dos acessos.

Na análise estadual, São Paulo liderou os acessos, com 41,3% de participação. Na sequência, estão os Estados do Rio de Janeiro (14,2%), Minas Gerais (6,9%), Paraná, Bahia e Ceará com 4,3%, respectivamente. Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Distrito Federal representaram 2,9%, cada. Seguidos por Pernambuco, 2,7%, Goiás, 2,6%, Amazonas 1,3%, Espírito Santo e Paraíba com 1,2%.

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