Crédito - Executivos Financeiros - Executivos Financeiros http://www.executivosfinanceiros.com.br Sat, 17 Nov 2018 19:50:30 +0000 Joomla! - Open Source Content Management pt-br Bancos aprovam novas regras para cheque especial http://www.executivosfinanceiros.com.br/credito/6315-bancos-aprovam-novas-regras-para-cheque-especial http://www.executivosfinanceiros.com.br/credito/6315-bancos-aprovam-novas-regras-para-cheque-especial Murilo Portugal, presidente da Febraban

Haverá oferta automática de parcelamento mais barato para consumidores comprometidos com mais de 15% do limite disponível durante 30 dias consecutivos e ações de estímulo ao uso consciente do produto

O conselho de autorregulação da Febraban (Federação Brasileira de Bancos) aprovou novas diretrizes que aperfeiçoam o uso do cheque especial. Elas asseguram a oferta de alternativas de liquidação do saldo devedor com encargos financeiros em condições mais vantajosas, para reduzir o custo do crédito ao cliente bancário, e ampliam a transparência no uso do produto, com informações mais detalhadas sobre a contratação e o grau de comprometimento dos recursos pelo consumidor. 

Consolidadas no Normativo de Uso Consciente do Cheque Especial - 019/2018 – do Sistema de Autorregulação Bancária (SARB), as novas normas pretendem promover e estimular o uso adequado do limite concedido no cheque especial, que é uma modalidade de crédito rotativo, sem garantia, vinculado à conta corrente, para ser usado em situações de emergência e de forma temporária.

Pelas novas regras, as instituições financeiras terão sempre disponíveis ao consumidor uma alternativa mais barata para parcelamento do saldo devedor do cheque especial. Outra medida é voltada para os consumidores que utilizam mais de 15% do limite do cheque durante 30 dias consecutivos. Nesses casos, as instituições irão oferecer proativamente a alternativa de parcelamento mais barata. A oferta será feita nos canais de relacionamento e o cliente decide se adere ou não à proposta. Caso não aceite, nova oferta deverá ser feita a cada 30 dias.

Os bancos, pelos seus canais de relacionamento, também irão alertar o consumidor quando ele entrar no cheque especial, destacando que esse crédito deve ser utilizado em situações emergenciais e temporárias.  

Caso o consumidor opte pelo parcelamento do saldo devedor, os bancos poderão manter os limites de crédito contratados, levando em consideração as condições de crédito do consumidor, ou estabelecer novas condições para a utilização e pagamento do valor correspondente ao limite ainda não utilizado e que não tenha sido objeto do parcelamento. 

“As novas regras para o cheque especial fazem parte do compromisso dos bancos em melhorar o ambiente de crédito, para facilitar a redução dos spreads bancários e também em orientar o consumidor sobre o uso adequado de produtos e serviços”, afirma Murilo Portugal, presidente da Febraban.

Por isso, além de um capítulo sobre a oferta e liquidação do cheque especial, as novas regras de autorregulação incluem determinações aos bancos sobre transparência, orientação e comunicação com o consumidor, especialmente no que diz respeito às características do produto que o tornam apropriado apenas para emergências. 

Quando o consumidor “entrar” no cheque especial, por exemplo, o banco deverá comunicar-lhe imediatamente, por meio de alerta, sobre a contratação do produto e que se trata de uma modalidade de crédito de uso temporário. O valor do limite de crédito do cheque especial disponível para utilização deverá ser informado nos extratos de forma clara e apartada, de modo a não ser confundido com valores mantidos em depósito pelo consumidor na conta corrente. 

“É importante que os consumidores saibam que os bancos dispõem de uma série de produtos financeiros para facilitar o planejamento do orçamento familiar”, ressalta Portugal.  Ele explica que o cliente deve buscar junto aos bancos linhas mais baratas oferecidas pela instituição financeira.

Em termos práticos, o cheque especial funciona como uma reserva que o cliente pode usar no caso de uma emergência, de um gasto inesperado, sem precisar recorrer ao banco, já que a linha está pré-aprovada. Justamente por causa dessas caraterísticas, os juros são mais elevados em comparação a linhas de mais longo prazo.  

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Crédito Tue, 10 Apr 2018 00:00:00 +0000
Demanda das empresas por crédito cresce 1,2% em fevereiro http://www.executivosfinanceiros.com.br/credito/6298-demanda-das-empresas-por-credito-cresce-12-em-fevereiro http://www.executivosfinanceiros.com.br/credito/6298-demanda-das-empresas-por-credito-cresce-12-em-fevereiro Demanda das empresas por crédito cresce 1,2% em fevereiro

Segundo a Serasa Experian, micro e pequenas empresas puxaram o resultado desta quinta alta interanual consecutiva

A demanda das empresas por crédito cresceu 1,2% em fevereiro/2018 na comparação com o mesmo mês do ano passado, conforme apurou o Indicador Serasa Experian de Demanda das Empresas por Crédito. Com este resultado, houve aumento de 6,7% no acumulado do primeiro bimestre.

De acordo com os economistas da Serasa Experian, a consolidação da retomada do crescimento econômico, combinada com a retração dos juros, tem estimulado a busca das empresas por crédito que, neste mês de fevereiro/18, cravou a quinta alta interanual consecutiva.

A alta interanual da procura por crédito em fevereiro/2018 foi determinada pelo comportamento das micro e pequenas empresas, que elevaram suas demandas em 1,4%. Nas médias empresas houve retração de 5,9% e nas grandes empresas a queda foi de 2,9% neste segundo mês do ano.

Na comparação com o primeiro bimestre do ano passado, a busca empresarial por crédito cresceu 7,1% nas micro e pequenas empresas. Nas médias empresas houve declínio de 6,6% e, nas grandes empresas, a diminuição foi de 2,5%.

Análise por setor

Em fevereiro/18, as empresas de serviços expandiram suas demandas por crédito em 3,5% frente a fevereiro/17. Nas empresas industriais, porém, houve recuo de 4,1% e nas empresas comerciais, praticamente houve estabilidade (-0,1%).

Frente ao acumulado dos primeiros dois meses do ano passado, as empresas de serviços expandiram suas demandas por crédito em 8,96%. Nas empresas comerciais a alta interanual foi de 5,3% e, nas empresas industriais, a expansão foi de 4,1%.

Análise por região

Em fevereiro/18, a demanda empresarial por crédito cresceu 3,6% no Centro-Oeste, 2,7% no Sul e 0,4% no Sudeste. Na direção contrária, tivemos recuos no Norte (-1,8%) e no Nordeste (-0,7%), sempre em relação ao mesmo mês do ano passado. 

Já no acumulado do primeiro bimestre, todas as regiões mostraram avanço em suas demandas empresariais por crédito: Sul (11,7%); Nordeste (10,6%); Centro-Oeste (7,1%); Norte (4,1%) e Sudeste (3,1%).

A série histórica deste indicador está disponível em:

http://www.serasaexperian.com.br/release/indicadores/demanda_pj_credito.htm

Metodologia do indicador

O Indicador Serasa Experian da Demanda das Empresas por Crédito é construído a partir de uma amostra significativa de cerca de 1,2 milhão de CNPJs consultados mensalmente na base de dados da Serasa Experian.

A quantidade de CNPJs consultados, especificamente nas transações que configuram alguma relação creditícia entre as empresas e as instituições do sistema financeiro ou empresas não financeiras, é transformada em número índice (média de 2008 = 100). O indicador é segmentado por região geográfica, setor e porte.

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Crédito Tue, 20 Mar 2018 00:00:00 +0000
Serasa: número de empresas inadimplentes bate recorde http://www.executivosfinanceiros.com.br/credito/6266-serasa-numero-de-empresas-inadimplentes-bate-recorde http://www.executivosfinanceiros.com.br/credito/6266-serasa-numero-de-empresas-inadimplentes-bate-recorde Serasa: número de empresas inadimplentes bate recorde

Total foi de 5,3 milhões em dezembro de 2017, um aumento de 10,8% sobre igual período de 2016

O número de empresas inadimplentes no Brasil bateu novo recorde em dezembro de 2017. Cerca de 5,3 milhões de CNPJs estavam negativados, a maior quantidade registrada desde março de 2016, quando o levantamento passou a ser feito. Em relação a dezembro de 2016, quando 4,8 milhões de CNPJs tinham dívidas em atraso, houve um aumento de 10,8%. O montante alcançado pelas dívidas das empresas também é inédito: R$ 122,9 bilhões.

Mais da metade das empresas em situação de inadimplência estão no Sudeste do país (54,2%). O Nordeste tem 16,3% do total de companhias com dívidas em aberto, enquanto o Sul responde por 15,6% do total. Completando a lista, o Centro-Oeste, com 8,6%, e o Norte, com 5,3% do total dos CNPJs negativados no Brasil. 

Entre os estados, São Paulo representa o maior número de empresas inadimplentes, com 32,9% do total. Em seguida está Minas Gerais, com 11,0%, e Rio de Janeiro em terceiro, com 8,3%.

Inadimplência por setores

Entre os segmentos, o setor de serviços é o que reteve o maior número de empresas no vermelho em dezembro/2017, com 47,4% do total, seguido por empresas do comércio, com 43,1% de CNPJs negativados, e, na terceira posição, as indústrias, com 8,6%.

Segundo os economistas da Serasa Experian, a recuperação da economia em 2017 não foi suficiente para superar os impactos sobre a saúde financeira das empresas, causados pela longa e intensa recessão de 2015/16.

Adicionalmente, as dificuldades de acesso ao crédito, especialmente para as micro e pequenas empresas, prejudicam a gestão financeira das companhias. Tudo isto levou a inadimplência para patamares recordes no ano passado, sendo absolutamente necessário que processos de renegociação ocorram entre credores e devedores para que tais dívidas possam ser equacionadas e regularizadas.

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Crédito Fri, 09 Feb 2018 00:00:00 +0000
Inadimplência das empresas diminui 6,5% em 2017 http://www.executivosfinanceiros.com.br/credito/6250-inadimplencia-das-empresas-diminui-65-em-2017 http://www.executivosfinanceiros.com.br/credito/6250-inadimplencia-das-empresas-diminui-65-em-2017 Inadimplência das empresas diminui 6,5% em 2017

Segundo a Boa Vista, no quarto trimestre, o indicador caiu 4,3% em relação ao trimestre anterior

A inadimplência das empresas em todo o país caiu 6,5% em relação a 2016, de acordo com dados nacionais coletados pela Boa Vista SCPC. O indicador é um somatório dos principais mecanismos de apontamento de inadimplência empresarial, isto é, cheques devolvidos, títulos protestados e registros de débitos realizados na base do SCPC.

Na comparação com o trimestre anterior, utilizando dados dessazonalizados, a queda foi de 4,3%. Na variação contra o mesmo trimestre do ano anterior, a diminuição foi mais acentuada, de 10,1%. 

Após praticamente três anos de elevações, o fluxo de inadimplência das empresas a partir do 2º trimestre 2016 entrou em desaceleração devido ao movimento de restrição de crédito por parte dos concedentes, tendo como consequência amenização dos fluxos de inadimplência na análise de longo prazo (acumulados em quatro trimestres).

Para os próximos trimestres espera-se a manutenção dos baixos níveis de inadimplência, uma vez que a retomada da atividade econômica, menor inflação e diminuição dos juros deverão proporcionar um cenário mais favorável para o ambiente empresarial.

A série histórica do indicador está disponível em: http://www.boavistaservicos.com.br/economia/inadimplencia-das-empresas/ 

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Crédito Tue, 30 Jan 2018 00:00:00 +0000
Demanda do consumidor por crédito cresce 4,9% em 2017 http://www.executivosfinanceiros.com.br/credito/6225-demanda-do-consumidor-por-credito-cresce-49-em-2017 http://www.executivosfinanceiros.com.br/credito/6225-demanda-do-consumidor-por-credito-cresce-49-em-2017 Demanda do consumidor por crédito cresce 4,9% em 2017

Conforme a Serasa Experian, foi o melhor resultado dos últimos seis anos, impulsionado pela baixa da inflação e dos juros

A quantidade de pessoas que buscou crédito avançou 4,9% no ano de 2017. Foi o melhor resultado dos últimos seis anos e o quarto melhor de toda a série histórica iniciada em 2008, de acordo com o Indicador Serasa Experian da Demanda do Consumidor por Crédito.

A demanda foi impulsionada pelo crescimento da renda real determinado pelo recuo acentuado da inflação no ano passado, pela recuperação gradativa dos níveis de confiança dos consumidores e pela contínua retração das taxas de juros com a concomitante expansão da oferta de crédito, beneficiando especialmente a população da baixa renda.

No ano de 2017, a procura do consumidor por crédito cresceu 15,2% para quem recebe até R$ 500 por mês, 4,6% para quem ganha entre R$ 500 e R$ 1.000 mensais, e 3,2% para quem recebe entre R$ 1.000 e R$ 2.000. A demanda acumulada no período de janeiro a dezembro de 2017 subiu 3,6% para quem ganha entre R$ 2.000 e R$ 5.000 por mês e se expandiu 4,1% para os que recebem entre R$ 5.000 e R$ 10.000 por mês. E para quem recebe mais de R$ 10.000 mensais houve alta de 4,4%.

Em 2017, a procura cresceu mais nas regiões menos desenvolvidas do país: 8,1% no Nordeste e 6,9% no Norte. No Sudeste, a alta foi de 5,0% no ano passado e no Sul o crescimento foi de 3,4%. Na Região Centro-Oeste, a demanda avançou apenas 0,2% no ano passado.

A série histórica deste indicador está disponível em

http://www.serasaexperian.com.br/release/indicadores/demanda_pf_credito.htm

Metodologia do indicador

O Indicador Serasa Experian da Demanda do Consumidor por Crédito é construído a partir de uma amostra significativa de CPFs, consultados mensalmente na base de dados da Serasa Experian. A quantidade de CPFs consultados, especificamente nas transações que configuram alguma relação creditícia entre os consumidores e instituições do sistema financeiro ou empresas não financeiras, é transformada em número índice (média de 2008 = 100). O indicador é segmentado por região geográfica e por classe de rendimento mensal.

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Crédito Wed, 17 Jan 2018 00:00:00 +0000
Bradesco disponibiliza R$ 3 bilhões de crédito para micro e pequenas empresas http://www.executivosfinanceiros.com.br/credito/6174-bradesco-disponibiliza-r-3-bilhoes-de-credito-para-micro-e-pequenas-empresas http://www.executivosfinanceiros.com.br/credito/6174-bradesco-disponibiliza-r-3-bilhoes-de-credito-para-micro-e-pequenas-empresas Bradesco disponibiliza R$ 3 bilhões de crédito para micro e pequenas empresas

Montante ofertado é de R$ 3 bilhões em uma linha de capital de giro

O Bradesco anuncia a oferta de R$ 3 bilhões em uma linha de capital de giro para a sua base de clientes do segmento de  micro e pequenas empresas. A nova linha operará com taxas reduzidas, de 1,10% a 1,99% ao mês de acordo com a garantia, e prazo de até 36 meses. Além disso, o cliente terá 90 dias de carência para o pagamento da primeira parcela. O limite máximo da operação será de R$ 200 mil. 

A linha é destinada para as empresas reforçarem o fluxo de caixa, fomentar negócios, alavancar produção e repor estoques. “Diante dos sinais de retomada da economia e do aquecimento do mercado, consideramos oportuno apoiar nossos clientes possibilitando a expansão de seus negócios”, afirma o diretor do Departamento de Empréstimos e Financiamentos do banco, Leandro José Diniz.

A linha já está disponível em toda a rede de agências.

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Crédito Tue, 05 Dec 2017 00:00:00 +0000
Serasa constata recorde: 61 milhões de inadimplentes em outubro http://www.executivosfinanceiros.com.br/credito/6120-serasa-constata-recorde-61-milhoes-de-inadimplentes-em-outubro http://www.executivosfinanceiros.com.br/credito/6120-serasa-constata-recorde-61-milhoes-de-inadimplentes-em-outubro Serasa constata recorde: 61 milhões de inadimplentes em outubro

Maioria das dívidas foi contraída junto aos setores bancários e de cartão de crédito, perfazendo 29,6% do total

O número de consumidores inadimplentes no país chegou a 61 milhões, 4,45% a mais do que em outubro de 2016, quando eram 58,4 milhões, segundo estudo desenvolvido pela área de Decision Analytics da Serasa Experian.

O montante alcançado pelas dívidas no nono mês deste ano foi de R$ 269,1 bilhões, com média de quatro dívidas por CPF, totalizando R$ 4.411,00 por pessoa.

De acordo com os economistas da Serasa, o aumento da inadimplência no mês de outubro é reflexo da  do Dia das Crianças, pois, normalmente em meses de datas comemorativas fortes, a inadimplência sobe (exceto Natal, devido ao 13º salário).

A maior concentração dos negativados tem entre 41 e 50 anos (19,6% do total). Em segundo no ranking de participação entre os inadimplentes estão os jovens de 18 a 25 anos, que respondem por 14,5% do total. Os homens representavam 50,8% dos inadimplentes em outubro/2017.

A maioria das dívidas foi contraída junto aos setores bancários e de cartão de crédito (29,6% do total). Na comparação com outubro/2016 houve queda de 2,3 pontos percentuais nas dívidas nesse segmento. O setor de utilities (energia elétrica, água e gás) respondeu por 18,4% do total de débitos em atraso, aumento de 3,0% pontos percentuais na comparação com outubro/2016.

Já telefonia alcançou 11,7% do montante: queda de 0,6 ponto percentual em relação a outubro de 2016. Já a inadimplência do varejo era de 13,5% em outubro deste ano, aumento de 0,8 ponto percentual na comparação com o mesmo mês de 2016. O setor de serviços respondeu por 10,5% da inadimplência, queda de 2,1 pontos percentuais em relação a outubro de 2016. Por fim, financeiras e leasing, 8,6%, queda de 0,4 ponto percentual em relação ao outubro de 2016. 

O estudo também mostra que, em outubro de 2017, a região com maior percentual de inadimplentes do país era a Sudeste, com 44,8% do total, seguida pela região Nordeste, com 25,5%. O Sul ficou em terceiro, com 12,7% dos negativados.

Feirão Limpa Nome

Aproveitar parte do 13º salário, cuja primeira parcela é normalmente paga em novembro, para renegociar dívidas atrasadas pode ser uma alternativa para que estes 61 milhões de brasileiros em situação de inadimplência possam reorganizar a vida financeira e reabilitar o crédito.

A nova edição do Feirão Limpa Nome da Serasa, que vai até dia 30 de novembro, é uma oportunidade para quem está negativado procurar descontos especiais e condições de pagamento diferenciadas e encerrar o ano com a vida financeira mais organizada.

Durante o Feirão Limpa Nome, o consumidor pode negociar sua dívida diretamente com a empresa participante, o que aumenta as chances de um acordo mais satisfatório para ambas as partes.  “Isso porque as empresas estão dispostas a oferecer boas propostas com o objetivo de facilitar a conversa e proporcionar um bom resultado ao final do acordo”, diz o diretor de estratégia da Serasa Experian, Raphael Salmi.

 

 

 

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Crédito Mon, 13 Nov 2017 00:00:00 +0000
Brasileiro está mais disposto a tomar crédito, mostra pesquisa http://www.executivosfinanceiros.com.br/credito/6059-brasileiro-esta-mais-disposto-a-tomar-credito-mostra-pesquisa http://www.executivosfinanceiros.com.br/credito/6059-brasileiro-esta-mais-disposto-a-tomar-credito-mostra-pesquisa Brasileiro está mais disposto a tomar crédito, mostra pesquisa

Para a Acrefi, dados levantados podem indicar retomada e maior estabilidade na economia

Pesquisa realizada pela Acrefi em conjunto com a Kantar TNS mostra que cresce o percentual de brasileiros dispostos a tomar crédito: 20% dizem estar propensos a fazê-lo. Esse índice chegava a 18% em outubro de 2015 e a 13% em abril deste ano. A propensão a consumir do cidadão impacta no sistema como um todo, que ao ficar travado acaba elevando o custo do dinheiro.

Em relação ao tipo de crédito que o consumidor está disposto a tomar, o financiamento de automóveis subiu de 31% em abril para 37% em junho. No mesmo período, a opção de crédito direcionado à compra de imóveis aumentou de 27% para 36%. “Isso significa, felizmente, que a economia está em melhores condições, com cenário positivo no longo prazo”, resume Hilgo Gonçalves, presidente da Acrefi.

Sobre o endividamento do consumidor, nos três últimos levantamentos desde abril de 2015, o índice ficou acima dos 30% para os que estão com as contas em dia. É um número positivo, em relação ao período de abril de 2015 a junho de 2016.

Denominada Perspectivas, a pesquisa trimestral revela que o brasileiro ainda está bastante inseguro sobre a conjuntura do País. No que diz respeito aos investimentos e às contas pessoais, há melhora no ânimo da população: 47% dos respondentes manifestam crença na retomada da economia a partir de 2018. Outros 47% disseram não saber. Porém, 6% confiam que a situação no País pode melhorar ainda no segundo semestre deste ano.

Entre os entrevistados, 38% afirmaram que situação do Brasil está péssima nesta nona edição (onda), contra 41% na oitava onda e 43% em julho do ano passado. A situação está boa para 17% em junho deste ano, contra 20% em abril e 16% em julho de 2016. Para 32%, o Brasil caminha na direção errada, outros 20% a consideram certa e 48% não sabem. Em abril, os percentuais foram de 33%, 22% e 46%, respectivamente.

Otimismo e pessimismo

Sobre o que as pessoas pensam da situação do Brasil, o índice de otimismo, apontando para melhora, é maior entre os homens, nas faixas entre 35 e 45 anos e 46 e 55 anos. Por outro lado, o índice de pessimismo, indicando piora, é maior entre as mulheres, na faixa entre 56 e 65 anos. Essa tendência não muda ao longo dos períodos. A percepção de estabilidade no consumo das famílias mostrou alguma recuperação, indicada por 30% dos respondentes, contra 26% do levantamento de abril deste ano.

Na pesquisa, 30% dos entrevistados considera que o consumo das famílias se encontra em um nível igual, contra 26% da amostra anterior.  Outros 18% indicam que vai melhorar e 51% que vai piorar. Sobre o emprego, 67% não estão seguros quanto à sua manutenção, contra 61% em outubro e 64% em abril deste ano. Para 72%, o desemprego vai aumentar, quando em março deste ano esse índice chegava a 84%.

Nicola Tingas, economista da Acrefi, considera que a recessão foi brutal, com longo e pesado impacto: "A desalavancagem das famílias tem sido um processo difícil e doloroso, mas elas têm andado na frente". Para ele, com o afastamento de Dilma e o começo do governo Temer, a política econômica se mostra mais consistente, pois anteriormente havia muita insegurança na área.

Sobre a vitória de Temer na Câmara (no primeiro processo movido pela Procuradora Geral da República), Tingas considera que o mercado tem monitorado, desde a crise de 17 de maio, o quanto a política econômica se mantém intacta no sentido de fixar a prioridade na política fiscal.

“Se estamos tentando solucionar ou adequar ao longo do tempo o problema fiscal, estamos em uma direção correta. Ajustando as expectativas em relação à dívida pública e contas fiscais ao longo do tempo, conseguimos atrair os capitais estrangeiros e, com o governo anunciando a retomada de algumas concessões, começamos a retomar uma agenda de infraestrutura”, comenta.

Outras medidas microeconômicas, lembra ainda o economista, devem começar a surgir. “Devemos condicionar o ambiente para que os negócios e a intenção de investimento voltem e isso começa a alavancar a economia. Esse processo vai permitindo essa retomada”, acrescenta.

Padrão de comportamento

As famílias, analisa a Acrefi, têm mostrado um padrão correto de comportamento, buscando usar de cautela, cuidar do dinheiro e sanear a vida financeira. Há consistência no crédito para PF e para pequenas e médias empresas. Nas famílias, há pequenos sinais de  saneamento no orçamento, com a intenção de adquirir bens duráveis.  “A expectativa é  favorável para a retomada de crédito, mesmo gradual, se tivermos ambiente político com menor espaço para incerteza”, enfatiza Tingas, dizendo que estamos no limiar do que se espera ser um ciclo.

Para o economista, está em curso o maior esforço geral para ajustar as finanças desde 2013: "O sistema e o consumidor passaram a ter mais cautela. Vemos uma queda consistente no endividamento das famílias e um movimento rumo a um orçamento mais sadio. O consumo de coisas básicas mostra expectativa de melhora”.

A inflação, que tem impactado no consumo de 96% dos entrevistados, também deve arrefecer nos próximos meses, segundo Hilgo Gonçalves. “A inflação já atingiu patamares inferiores a 4,5%, criando boas condições para a manutenção da queda da taxa de juros. São dados positivos que sinalizam que a economia começa, aos poucos, a se descolar dos acontecimentos políticos”, ponderou o presidente da Acrefi.

Quando os entrevistados foram questionados sobre o que é importante para uma melhora de sua situação financeira, as alternativas de conseguir um emprego e melhorar o orçamento empatam em 12%, entre as dez opções sugeridas na pesquisa. “Isso nos permite inferir que o posicionamento das ações da Acrefi segue na direção correta, pois estamos focados em iniciativas em favor da sustentabilidade de crédito e da educação financeira”, frisa o presidente.

A respeito do cadastro positivo, o dirigente observa que a expectativa é de que, quando o sistema for implantado para suportar a tomada de decisões, haverá maior previsibilidade, com uma inadimplência menor, prazos mais longos e spreads ou taxas menores. “Será o crédito com mais um viés, diminuindo a fatia do risco. Um dos principais componentes do custo ainda é a inadimplência”, conclui.

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Crédito Mon, 16 Oct 2017 00:00:00 +0000
Recuperação de crédito cai 2,3% no acumulado 12 meses http://www.executivosfinanceiros.com.br/credito/5989-recuperacao-de-credito-cai-23-no-acumulado-12-meses http://www.executivosfinanceiros.com.br/credito/5989-recuperacao-de-credito-cai-23-no-acumulado-12-meses Recuperação de crédito cai 2,3% no acumulado 12 meses

A variação mensal com dados dessazonalizados apresentou aumento de 4,5% contra o mês de julho

O indicador de recuperação de crédito – obtido a partir da quantidade de exclusões dos registros de inadimplentes da base da Boa Vista SCPC – apontou queda de 2,3% na variação acumulada em 12 meses (setembro de 2016 até agosto de 2017). A variação mensal com dados dessazonalizados apresentou aumento de 4,5% contra o mês de julho. No acumulado no ano houve queda de 1,9% na recuperação de crédito. Na análise interanual (mesmo mês de 2016) houve queda de 5,2%.

Em termos regionais, na comparação em 12 meses observou-se alta somente na região Sul (4,9%). Para as demais regiões, ficou a seguinte configuração: Norte (-10,9%), Centro-Oeste (-6,7%), Nordeste (-6,7%) e Sudeste (-0,9%). 

Apesar do aumento mensal ocasionado pela forte alta das regiões Sul e Sudeste, a média brasileira de recuperação de crédito aprofundou a tendência de queda, quando observados os dados acumulados em 12 meses. Ainda assim, o quadro de inadimplência na economia mantém-se com poucas alterações, uma vez que o crescimento do fluxo de registros de consumidores inadimplentes nos últimos meses também permanece em níveis próximos da estabilidade.

 

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Crédito Mon, 18 Sep 2017 00:00:00 +0000
Inadimplência do consumidor cai 3,1% em agosto http://www.executivosfinanceiros.com.br/credito/5978-inadimplencia-do-consumidor-cai-31-em-agosto http://www.executivosfinanceiros.com.br/credito/5978-inadimplencia-do-consumidor-cai-31-em-agosto Inadimplência do consumidor cai 3,1% em agosto

Segundo a Boa Vista, na variação acumulada em 12 meses, o indicador cedeu 2,1%

A inadimplência do consumidor caiu 3,1% em agosto, de acordo com dados nacionais da Boa Vista SCPC, considerando a avaliação com ajuste sazonal. Na análise acumulada em 12 meses (setembro de 2016 até agosto de 2017 frente aos 12 meses antecedentes), houve retração de 2,1%. Nos valores acumulados no ano, a inadimplência ainda apresenta retração de 1,0% quando comparado ao mesmo período do ano anterior.

Regionalmente, na análise acumulada em 12 meses, ocorreu queda nas regiões Sudeste (-3,8%), Nordeste (-2,4%) e Norte (-0,8%), enquanto nas regiões Centro-Oeste e Sul houve crescimento de 0,2% e 2,8%, respectivamente.

As adversidades ocorridas na economia ao longo dos últimos dois anos geraram grande cautela nas famílias, inibindo o consumo e consequentemente contribuindo para a diminuição do fluxo de inadimplência.

Na avaliação da Boa Vista, mantendo-se a perspectiva de pequeno crescimento da economia e renda, juros menores e inflação controlada, espera-se uma retomada sustentável da demanda de crédito, expandindo a renda disponível das famílias, fatores que deverão colaborar para a manutenção de um ritmo estável do estoque de inadimplência em 2017.

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Crédito Thu, 14 Sep 2017 00:00:00 +0000