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Brasil pode ficar entre os 10 países com maior e-commerce do mundo

Brasil pode ficar entre os 10 países com maior e-commerce do mundo

A expectativa é de que o negócio movimente 26 bilhões de dólares no País, segundo o site eMarketer

De acordo com o site eMarketer, o e-commerce deve movimentar 1,5 trilhão de dólares nos Estados Unidos e 26 bilhões no Brasil, o que pode levar nosso país a se tornar um dos dez países com os maiores e-commerces do mundo.

Os números mostram um movimento cada vez maior para que a internet ocupe um lugar de destaque nas vendas do varejo. Essa transformação é o que tem sido chamado de terceira onda do varejo ou onda digital, que designa o crescimento do comércio eletrônico nos últimos anos graças à evolução tecnológica.

“A terceira onda do varejo tem gerado impactos na forma de vender e para quem vender. Ela tem impactado também nos serviços financeiros oferecidos pelas lojas virtuais. Hoje, elas oferecem cartões com marcas próprias e outros benefícios para o cliente que pode consumir tudo de uma forma simples, com apenas um clique”, disse CEO da Softbox, Ricardo Rocha.

Segundo Rocha, o número de transações digitais aumentou muito, e a todo momento observa-se mudanças no comportamento do consumidor, que estão cada vez mais independentes e têm à disposição uma série de opções de produtos. Há uma enorme oferta no mercado para uma demanda menor, o que é saudável, já que aumenta a competição e o poder de escolha do cliente.

E qual seria o efeito da terceira onda do varejo para o comércio eletrônico? De acordo com o CEO, a expectativa é que essas mudanças transformem rapidamente o mercado varejista. “A tendência da terceira onda é fortalecer ainda mais o mercado digital atual. Não acredito no fim das lojas físicas, mas as facilidades que os clientes encontram em comprar pela internet estão fazendo cada vez mais diferença na vida das pessoas”, afirmou.

Ainda de acordo com o CEO, o lojista deve ficar atento às transformações e se adaptar aos requisitos que a terceira onda impõe no mercado. “As marcas devem se preocupar com relacionamento e atuarem fortemente na decisão de compra do indivíduo. Investir em segurança e em ferramentas fáceis de usar. É importante que o consumidor se interesse pelo produto e encontre facilidade em comprá-lo para que ele não desista no meio do caminho. Uma coisa está muito clara: a terceira onda está deixando o mercado de comércio eletrônico cada vez mais competitivo e globalizado”, finalizou o CEO.

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