Arquitetura de TI

, Published in Vencedores 2018

BANCO DO BRASIL

Inovando uma Arquitetura Ágil no BB

 

 

 

Projeto inovador do BB inclui arquitetos de TI no ciclo de produtos

 

 

 Sanmya Thatila Borges de Noronha, assistente empresarial TI do Banco do Brasil

 

Desenvolvimento de produtos estratégicos fica mais rápido e eficiente

Ao aumentar a eficiência da comunicação entre as áreas de negócio e a equipe de tecnologia – incluindo arquitetos de TI –, o Banco do Brasil conseguiu reduzir o tempo de desenvolvimento e 10% do número de incidentes registrados na implementação das soluções apenas no primeiro ano. Batizado de Inovando uma Arquitetura Ágil no BB, a iniciativa vencedora do efinance 2018, na categoria Arquitetura de TI, visa aumentar o envolvimento e a participação da arquitetura de sistemas no time de inovação para ganhar tempo e eficiência no desenvolvimento de produtos estratégicos.

A sinergia das equipes combateu o desperdício de tempo e custos, além de conferir ainda mais qualidade e eficiência às iniciativas de TI. O reuso de funcionalidades e componentes para padronizar o desenvolvimento garantiu que novas soluções atendessem o time-to-market almejado pela instituição financeira.

Mais ágil e eficiente, o BB ampliou sua gama de produtos e serviços de alto valor agregado para fidelizar os clientes. Uma questão de sobrevivência em um cenário cada vez mais digital em que não faltam ofertas para atrair o cliente.

Ao incentivar participação dos arquitetos de TI no desenvolvimento de produtos, o processo ganhou eficiência já que os especialistas avaliam as necessidades do negócio considerando os sistemas já usados e, com isso, observam os riscos e ganhos que a solução pode oferecer. Do ponto de vista do cliente interno, o projeto conferiu mais flexibilidade e aumento de frequência nas entregas das solicitações. Isso porque a área de negócios passou a se envolver mais no processo e pôde atender mais rapidamente ao cliente externo. Além da consultoria, os arquitetos de TI estudam a perspectiva de novas oportunidades tecnológicas, colaborando com o processo decisório. Entre as várias funções, os técnicos apontam soluções que reutilizam componentes de outros projetos, simplificando a operação e reduzindo custos operacionais. Também são responsáveis pela governança dos componentes de TI, promovendo a melhoria por conta da padronização.

Com investimento superior a meio milhão de reais, a iniciativa começou em janeiro de 2017 e, desde fevereiro deste ano, a área iniciou a abordagem na formação dos times. Essa participação trouxe outras vantagens, como a adoção de soluções enxutas de desenvolvimento e o uso de padrões reconhecidos no mercado por sua eficiência. A presença desses profissionais foi vital para elevar a qualidade na entrega das soluções.

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