Vencedores 2018

Vencedores 2018 (47)

Banco do Ano

BRADESCO

 

 

 

 

 

Bradesco é apontado como case de sucesso na transformação digital

 

 

 Do Bradesco, Frank Hamilton de Moraes, superintendente executivo; Antranik Haroutiounian, diretor; Waldemar Ruggiero Júnior, diretor departamental; Maurício Minas, vice-presidente; Walkiria Marchetti, diretora gerente; Rogério Pedro Câmara, diretor adjunto; Luca Cavalcanti, diretor adjunto; Curt Cortese Zimmermann, diretor gerente; e Marcelo Frontini, diretor departamental

 

Banco ganha o Prêmio efinance pelas tecnologias disruptivas presentes em seu conjunto de cases vencedores

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CIO do Ano

BANCO DO BRASIL

Gustavo do Vale

 

 

 

TI faz do BB uma referência no País e no mundo

 

 

 Gustavo do Vale, vice-presidente de Tecnologia do Banco do Brasil; e Guilherme Berriel, diretor da Editora Executivos Financeiros

 

Gustavo do Vale, vice-presidente de Tecnologia, comanda a área focando a inovação, em sintonia com as estratégias de negócios do banco

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Correspondente Bancário

CAIXA

CCA Digital - A Experiência e a Relevância para o Usuário em Primeiro Lugar

 

 

 

 

Correspondentes da CAIXA ingressam na era da digitalização

 

 

 Da Caixa, Mariana Cristina Mariano, coordenadora de Projetos Matriz; Ednaldo Francisco de Oliveira, gerente de Clientes e Negócios; Rodrigo Evangelista de Castro, superintendente nacional; e Sidinei José Rossoni, gerente de Clientes e Negócios

 

Parceiros poderão conectar-se com nova plataforma do banco, tendo assim acesso a operações e serviços financeiros

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Chatbot

BANCO DO BRASIL

Evolução do Assistente Inteligente Cognitivo para a Rede de Atendimento
Assistente Cognitivo com transbordo para Atendimento Humano
Novo modelo de atendimento
Assistente Inteligente para M¡dias Sociais - Twitter, Facebook e WhatsApp
Mecanismos de Aferição de Qualidade Cognitiva
Novo Modelo de Curadoria
Orquestrador cognitivo
PoC (Prova de Conceito) - Soluções Cognitivas

 

 

 

Banco do Brasil amplia aplicações de IA no atendimento

 

 

 Do Banco do Brasil, Anderson Carlos Pascini, assistente empresarial TI; Leonardo Queiroz da Silva, analista TI A; Bruno Franco Sgarbosa Miranda, analista TI A; Leonardo Pereira Rodrigues, analista TI A; Paula Graciele Christ, analista TI A; Massato Takaki de Almeida, analista TI A; Caio Cesar Pereira Soares, assistente empresarial TI; Jair Otharan Nunes, assistente empresarial TI; Ana Paula de Barcellos Shah, analista TI A; Aguida Santos Dantas, analista TI B; Ana Paula da Silva, assistente empresarial TI; Joel Valim, assistente empresarial TI; Fabio Alves dos Santos, analista TI A

 

Instituição torna mais eficiente o uso de chatbots, melhorando a gestão das soluções, as funcionalidades e a qualidade dos serviços prestados aos clientes

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Gestão de Infra de TI

BRADESCO SEGUROS

Centro de Experiência Digital

 

 

 

 

Centro de Experiência Digital foca satisfação do cliente

 

 

 Da Bradesco Seguros, Waldemar Ruggiero Júnior, diretor departamental; Italivio Garcia Menezes, superintendente executivo; Rodrigo de Freitas Sampaio de Melo, analista de sistemas sênior; e Horst Anton Voss, gerente departamental

 

Seguradora implanta plataforma de monitoramento dos indicadores de acesso e usabilidade das aplicações pelos usuários

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Infra de TI

BANCO DO BRASIL

Maior mobilidade, maior produtividade e maior segurança no BB
Aumentando a produtividade e mobilidade através da virtualização de desktops
Implementação de Ambiente Hiperconvergente

 

 

 

Projetos no BB reduzem riscos e otimizam uso da infraestrutura

 

 

 Do Banco do Brasil, Kraucer Fernandes Mazuco, analista TI A; Ana Paula Andrade Vicente de Lemos, analista TI A; e João Bachega Junior, analista TI A

 

Gestão de dispositivos móveis, virtualização de desktops e implantação de ambiente hiperconvergente aumentam segurança e diminuem custos

Em uma organização com o porte gigantesco do Banco do Brasil, gerenciar, atualizar e otimizar a infraestrutura de TI são tarefas que impõem sempre grandes desafios, considerando as dimensões do parque instalado e a multiplicidade de aplicações que nele se apoiam. Pois foi exatamente na categoria Infraestrutura que o BB foi distinguido com o Prêmio efinance ao executar três cases de sucesso.

A primeira necessidade a atender vinha do terreno da mobilidade. O uso de smartphones e tablets, sejam corporativos ou pessoais (no modelo BYOD – Bring Your Own Device), traz novas demandas de gerenciamento, controle de ativos, gestão de aplicativos e, principalmente, de proteção das informações acessadas e armazenadas nos dispositivos.

Nesse contexto, a implantação da solução de gerenciamento de equipamentos móveis, prevista no projeto Maior Mobilidade, Maior Produtividade e Maior Segurança no BB, ganhador do Prêmio efinance, visa propiciar, aos funcionários do Banco do Brasil, acesso às informações corporativas de forma ágil, tempestiva e segura.

A aquisição e implementação de uma solução de gerenciamento incluiu o licenciamento para cerca de 20 mil dispositivos e todos os componentes para seu funcionamento. Pelo menos 50% do parque do Banco do Brasil já conta com a solução instalada.

Políticas de conformidade e segurança foram implementadas para reduzir o risco operacional e evitar vazamento de informações estratégicas ou sensíveis. Além disso, está disponível uma ferramenta para suporte remoto aos usuários, reduzindo os custos operacionais. Portal de autosserviço, gestão de inventário, gerenciamento e monitoramento de dispositivos e informações de dados de telecom (dados, telefonia e SMS) estão entre as funcionalidades da solução.

Virtualização de desktops - No Banco do Brasil, um parque de estações de trabalho atende ao ambiente de automação de escritórios. Por conta dos custos de manutenção e suporte destas estações e da depreciação, a instituição introduziu a virtualização de desktops e/ou aplicações como alternativa, além da utilização de hardware de baixo custo (thin-clients).

A expansão do uso de desktops virtuais no BB deverá gerar uma economia de até R$ 15 milhões ao longo dos três próximos anos. Com estes atributos, o projeto Aumentando a Produtividade e Mobilidade Através da Virtualização de Desktops recebeu o Prêmio efinance.

O ambiente criado é protegido e isolado das plataformas de hardware e software. A camada de virtualização controla as interações entre o ambiente virtual e o sistema. Nos servidores ficam hospedados ambientes de desktop específicos para cada usuário e são transmitidos aplicativos e sistemas operacionais para a área de trabalho.

O usuário interage com uma estação virtual da mesma forma que usaria uma estação de trabalho física, podendo acessá-la remotamente, por meio de rede, de qualquer local. A estação virtual pode acessada por um thin-client ou um tablet.

A partir da virtualização dos desktops, a gestão pode ser centralizada, assim como todo o ambiente de trabalho do usuário. Além dos ganhos com gerenciamento, são apontados benefícios em segurança, disponibilidade do ambiente, mobilidade, padronização e diminuição de custos de aquisição e manutenção das estações.

Na área de segurança da informação, a virtualização garante a viabilidade da administração centralizada de software, com avaliação de requisitos de segurança, compatibilidade e aderência arquitetural. Também é possível mitigar fraudes e aumentar a gestão de segurança e prevenir perdas de informações ocasionadas por desastres.

Para o time de contratação e logística, a alocação de mais recursos de processamento para possibilitar a escalabilidade da solução fica mais simples; há um aumento da vida útil do desktop físico; podem ser adquiridos desktops mais simples e baratos, com menor de processamento. Há também a simplificação e redução de custos com chamados de suporte técnico.

Hiperconvergência melhora performance – Em um outra frente de modernização, estudos do Banco do Brasil apontaram que um ambiente hiperconvergente estaria apto a fornecer infraestrutura ágil, crescer com mais rapidez e responder às necessidades de mudanças. Ao mesmo, garantiria a performance e a disponibilidade dos dados, com maior nível de tolerância a falhas, consolidação de recursos e redução de custos.

Na prova de conceito foram atendidas as expectativas e as metas, o que motivou a continuidade do projeto. A instalação, configuração e atualização ficaram mais ágeis e as tecnologias de redução e compactação de dados aumentaram a eficiência no espaço de armazenamento. Nesse novo ambiente, o processo de substituição de hardware por obsolescência ficaria mais simples.

Foi desta maneira conduzida a empreitada Implementação de Ambiente Hiperconvergente, ganhadora do Prêmio efinance também nesta categoria Infraestrutura. Foram envolvidos na iniciativa os ambientes de armazenamento e processamento de dados de baixa plataforma. Neles se encontra grande parte das soluções analíticas, colaborativas, de suporte ao negócio e de função utilitária do Banco do Brasil.

Executado no ambiente Open, o projeto atende mais de seis mil servidores físicos e virtuais, de plataforma AIX, Sparc e X8. A área de dados abriga aproximadamente 10 petabytes, o que demonstra o tamanho e a complexidade deste ambiente no Banco do Brasil. A previsão de duração do projeto, desde a concepção até o término da implementação, é de 12 meses.

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Gestão de Risco de Modelos

BANCO VOTORANTIM

Gestão do Risco de Modelos

 

 

 

 

Votorantim adota nova plataforma para gestão do risco de modelos

 

 

 Jefferson Ferreira, gerente do Votorantim; e Andrey Coelho, presidente da Yaman

 

Com o projeto vencedor, instituição financeira obteve uma governança concreta desse processo

Cada vez mais as empresas fazem uso de modelos, compostos por algoritmos ou conjuntos de regras, para a tomada de decisões. Nesse sentido, a utilização de modelos tem os seus próprios riscos e os reguladores, principalmente Banco Central do Brasil (Bacen), Federal Reserve (FED) e Office of the Comptroller of the Currency (OCC), definiram algumas regras para que as empresas adotem um método para a gestão de modelos, visando a utilização controlada e aderente à estratégia das organizações.

Nesse contexto foi desenvolvido o projeto Gestão do Risco de Modelos, da categoria Gestão de Risco de Modelo, vencedor do Prêmio efinance deste ano. Sua proposta é estabelecer uma governança e plataforma sistêmica para gestão do Risco de Modelos, junto às áreas de modelagem de dados, com total integração com a metodologia adotada pela instituição.

O primeiro passo para colocar em prática esse projeto foi migrar o processo de gestão do risco de modelos para a plataforma nova. Com isso, tornou-se possível aproveitar todas as funcionalidades de avaliação, registro dos resultados, workflow de apontamentos e de planos de ação e relatórios de acompanhamento. 

O processo de gestão do Risco de Modelos envolve a execução de cinco etapas essenciais: Inventário, Avaliação, Resposta, Monitoramento e Reporte.

Os benefícios desse projeto, implantado em apenas dois meses, já são tangíveis. A instituição passou a ter uma governança concreta para a gestão do Risco de Modelos, o que contribuiu para o aculturamento das áreas gestoras de modelos em declarar riscos e manter aspectos documentais e de monitoramento cada vez mais assertivos.

O banco passou também a ter uma visão clara sobre a concentração de vulnerabilidades por importância e também pela relevância do modelo, que passou a ter critérios de classificação.

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Open Banking

SICOOB

Sicoob Open Banking

 

 

 

 

Sicoob expande serviços financeiros com plataforma Open Banking

 

 

 Do Sicoob, Henrique Castilhano Vilares, diretor-presidente do Sicoob Confederação; Antônio Cândido Vilaça Júnior, diretor de Tecnologia da Informação; Edson Rodrigues Lisboa Júnior, superintendente de Sistemas da Informação; Dênio Albaro de Lima Rodrigues, superintendente de Infraestrutura e Operações de TI, além de outros executivos da organização

 

Projeto beneficiará participantes do conglomerado e parceiros externos, como fintechs, empresas financeiras e companhias de tecnologia

O Sicoob está se transformando digitalmente. Sua meta atual é expandir os seus serviços financeiros para parceiros de negócios, por meio de uma plataforma de Open Banking. A iniciativa, apontada pelo Gartner como uma das mais importantes estratégias para o mercado financeiro em 2018, é sustentada pelo projeto Sicoob Open Banking, da categoria Open Banking, vencedor do prêmio efinance 2018.

Essa ampliação de suas atividades beneficiará não somente os participantes do conglomerado Sicoob, como também parceiros externos, como fintechs, empresas financeiras e companhias de tecnologia, que terão à sua disposição uma Plataforma de Negócios Digitais.

Cooperar é a atividade primeira do Sistema Sicoob. Oferecer serviços financeiros adequados à realidade de cada cooperativa é um diferencial competitivo importante que tem, junto com outras ações estratégicas, impulsionado o avanço acelerado do Sistema.

Incorporado à estratégia tecnológica do Sicoob em 2017, o projeto de Open Banking foi dividido em duas etapas. A primeira, voltada à criação da infraestrutura tecnológica para suportar a Plataforma de Negócios Digitais. A segunda, negocial, estabeleceu a estratégia para a captação de parcerias e oferta de produtos financeiros na plataforma.

O projeto de Open Banking, que absorveu recursos de R$ 360 mil, foi impulsionado pela ebulição do mercado financeiro mundial e pelas ameaças das fintechs. No Brasil, a expansão das fintechs mostra isso com muita clareza: entre 2016 e 2017, o número delas cresceu 357%. Na América Latina, o Brasil ocupa o primeiro lugar nesse avanço, com 244 novas fintechs no período, seguido de México, com 158, e Colômbia, com 77.

A Plataforma de Negócios Digitais é acessível via Internet para quaisquer parceiros que tenham interesse em trabalhar com produtos e serviços financeiros do Sicoob em âmbito nacional. Atualmente, os serviços oferecidos são extrato e saldo de conta corrente, poupança, renda fixa (RDC e LCA). Outros serviços serão ofertados em breve, de acordo com a estratégia do Sicoob.

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Analytics BI

SERASA

Self Service BI com Tableau

 

 

 

 

Serasa muda ferramenta de BI e ganha agilidade nas tomadas de decisão

 

 

 Da Serasa Experian, Margarida Afonso, IT director; e Melissa Muniz, system analyst

 

Entre os benefícios da plataforma, está a automatização de rotinas de atualização sem intervenção da área de TI

Até o ano passado o processo de tomada de decisão da Serasa Experian era desafiador, principalmente porque a transformação dos dados em informações passíveis de serem analisadas demandava dias. As informações disponíveis na companhia careciam de agilidade na atualização ou então respondiam apenas parte das inúmeras dúvidas que um executivo possuía antes de fechar um negócio.

Fora isso, os executivos dependiam de outros setores da companhia, em especial o de TI, para encontrar o que precisavam, o que emperrava as tomadas de decisão. Hoje o cenário mudou. A empresa adotou uma ferramenta de Business Intelligence, implantada em janeiro deste ano, capaz de entregar os resultados de imediato e com segurança. Batizado de “Self Service BI com Tableau”, esse projeto, da categoria Analytics BI, foi contemplado com o  Prêmio efinance deste ano.

Um dos motivos que levou a Serasa a optar pela ferramenta é o fato de ela oferecer autonomia aos usuários, atendendo às suas expectativas sem a intervenção e dependência de outras áreas. Além disso, é capaz de trabalhar com alto volume de dados com foco em análise.

O objetivo do projeto foi proporcionar autonomia e agilidade aos times de negócios, na captação, criação e visualização dos dados, em formato de relatórios “Self Service”, de modo a ser um artefato decisivo na qualidade e no “time-to-market” da tomada de decisão executiva. Isso contribui com a perenidade, integridade e também com o aumento dos resultados da organização.

A Serasa já colhe os benefícios da implantação da nova ferramenta. Entre eles estão a simplicidade e rapidez na preparação do servidor, integração entre quaisquer fontes de dados disponíveis na empresa, automatização de rotinas de atualização sem intervenção da área de TI, segurança de informações, disponibilidade em dispositivos móveis e fontes de dados centralizadas.

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Evolução em Autoatendimento

SAQUE E PAGUE

Agência Digital Saque e Pague: Tecnologia Transformando a Relação das Pessoas e Empresas com Bancos

 

 

 

 

Saque e Pague investe na agência digital e amplia leque de serviços

 

 

 Da Saque e Pague, Givanildo Luz, CEO; e Nori Antonio Lermen, diretor de Inovação e Expansão

 

Projeto absorveu recursos de R$ 2 milhões e dotou os terminais de funcionalidades avançadas, aumentando a conveniência dos usuários

A digitalização bancária já é uma realidade e necessidade. Até mesmo as instituições que efetivamente ainda não possuem processos automatizados o bastante para caracterizar esse conceito esforçam-se para passar essa imagem do “novo banco”. Para destacarem-se em um mercado cada vez mais competitivo, as instituições precisam estar alinhadas e preparadas para essa nova realidade digital.

De olho nessa tendência, a Saque e Pague, rede de autoatendimento multisserviços bancários e não bancários, criada em 2010, resolveu desenvolver um projeto de vanguarda tecnológica, denominado Agência Digital Saque e Pague: Tecnologia Transformando a Relação das Pessoas e Empresas com Bancos, vencedor do Prêmio efinance deste ano, na categoria Evolução em Autoatendimento.

Absorvendo recursos de R$ 2 milhões, a Agência Digital Saque e Pague foi desenvolvida para ser completa, e preparada para atender cada cliente da forma que ele precisar. Ela oferece muito mais serviços, com a flexibilidade e a conveniência que os usuários exigem.

Integram a agência digital terminais com funcionalidades avançadas, incluindo automação de depósitos e reciclagem de cédulas e moedas. Esses equipamentos da Saque e Pague oferecem ainda todas as transações atendidas no caixa, além de mecanismos de autenticação de clientes e usuários, como biometria, senhas, cartões e pad de assinatura. E muito mais: digitalização de documentos, operações de câmbio, saques com cheque e atendimento a pessoa jurídica. Tudo isso numa linguagem simples e direta, com navegação intuitiva.

O projeto-piloto da agência digital foi realizado no Banpará, num prazo de 12 meses. Os benefícios proporcionados à instituição financeira já são tangíveis. Foram realizadas mais de 120 mil transações em apenas 30 dias de lançamento. Cada terminal realizou em média 5 mil transações/mês. Além disso, circularam pela agência digital cerca de 21 mil clientes, aproximadamente 5 mil clientes por terminal. Detectaram-se ainda mais de 750 transações de embossing de cartão.

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