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Levy quer reduzir dívida bruta para 50% do PIB

Levy quer reduzir dívida bruta para 50% do PIB

Ministro comentou a necessidade de ajustes na área tributária

Ele confirmou sua participação no Fórum Econômico Mundial de Davos

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, afirmou nesta terça-feira, em coletiva de imprensa, que um dos objetivos de sua gestão é reduzir a dívida bruta brasileira para 50% do PIB“. Em 2013, o índice era de 66,1%. “Isso vai depender da política fiscal do governo e do crescimento do País”, assinala. Segundo Levy nesse tópico estamos numa faixa acima dos Brics. Somente a Índia está próxima do País. O ministro acredita que se o governo trabalhar fortemente poderá atingir o rating de A. “Não há razão para o Brasil não estar entre os melhores”, declara.

Indagado sobre sua previsão para a economia este ano, Levy disse que 2015 não será como o ano passado, marcado pela Copa do Mundo. “Haverá um período de ajuste, equilíbrio e de reorganização para a retomada de crescimento”, frisa. Uma das metas é “acertar os ponteiros” para a os investimentos voltarem.

O ministro comentou que o governo fará alguns ajustes na área tributária. De acordo com ele os movimentos serão compatíveis com a meta de aumentar a poupança pública, fator preponderante na poupança nacional. “A nossa intenção é sempre tomar medidas que têm o mínimo impacto na atividade econômica e nos empregos”, destaca. De acordo com ele, o governo não pretende fazer um “saco de maldades” ou pacote de medidas.

Levy confirmou sua participação no Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça, a ser realizado neste mês. No encontro, pretende passar uma imagem de que o Brasil é uma economia de grandes recursos, que vem passando por transformações nos últimos 15 anos. “Somos um País de economia de mercado, dinâmico, ágil e atento à demanda dos jovens”, argumenta.

Sobre a questão da tributação dos instrumentos de investimentos afirmou não ser algo que pretende fazer de imediato. “Qualquer coisa que faremos estará inserida numa estratégia de harmonização, de maneira que a gente tenha a melhor composição possível de instrumentos de investimentos”, explica.

“Minha sensibilidade indica que ela tomará suas decisões de preço, segundo suas avaliações empresariais. Ela é antes de tudo uma empresa”, declarou sobre a Petrobrás.

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