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Fitch rebaixa ratings da Unimed-Rio para ‘BB-(bra)’

Fitch rebaixa ratings da Unimed-Rio para ‘BB-(bra)’

Rebaixamento reflete contínua deterioração da posição de liquidez do grupo

 

Desafio da empresa é recuperar a geração operacional de caixa positiva

A Fitch Ratings rebaixou, hoje, os ratings da Unimed-Rio Cooperativa de Trabalho Médico do Rio de Janeiro Ltda. (Unimed-Rio), de sua controlada integral Unimed-Rio Participações e Investimentos S.A. (Unimed-Rio Par) e da primeira emissão de debêntures da Unimed-Rio Par, no montante de BRL100 milhões e vencimento final em 2018, para ‘BB-(bra)’ (BB menos (bra)), de ‘BB+(bra)’ (BB mais (bra)). Os ratings foram colocados em Observação Negativa.

O rebaixamento dos ratings da Unimed-Rio e da Unimed-Rio Par reflete a contínua deterioração da posição de liquidez do grupo, que cada vez mais eleva o risco de refinanciamento, e o importante desafio de recuperar a geração operacional de caixa positiva ainda em 2015, diante de um cenário macroeconômico bastante desfavorável. Os ratings também incorporam o elevado perfil de risco das companhias, analisadas em bases consolidadas, evidenciado pela estrutura de capital desbalanceada, e o desenquadramento de obrigações regulatórias. O atraso nas negociações para viabilizar uma entrada extraordinária de caixa efetiva, fundamental para sustentar os negócios em bases sólidas e melhorar o perfil financeiro, também foi incorporado à análise.

Nos últimos nove meses, a Unimed-Rio vem implementando uma série de medidas, de forma a reestruturar sua base de custos e reverter sua geração operacional de caixa negativa, com destaque para a redução de 20% na tabela médica e o cancelamento de contratos de patrocínio. Embora estas medidas sejam bastante benéficas, os reflexos positivos na geração de caixa ainda não devem se materializar de forma relevante ao longo de 2015. A companhia tem obtido avanços nas renovações de dívida, mas o risco de refinanciamento ainda é elevado. A obrigação de recompor ativos garantidores de acordo com exigências regulatórias poderá implicar em pressões adicionais ao fluxo de caixa da companhia em 2015 e 2016.

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