Finanças - Executivos Financeiros - Executivos Financeiros http://www.executivosfinanceiros.com.br Sat, 22 Sep 2018 09:41:26 +0000 Joomla! - Open Source Content Management pt-br Caixa atinge lucro líquido de R$ 6,7 bilhões no primeiro semestre http://www.executivosfinanceiros.com.br/financas/6380-caixa-atinge-lucro-liquido-de-r-67-bilhoes-no-primeiro-semestre http://www.executivosfinanceiros.com.br/financas/6380-caixa-atinge-lucro-liquido-de-r-67-bilhoes-no-primeiro-semestre Caixa atinge lucro líquido de R$ 6,7 bilhões no primeiro semestre

Resultado representa um avanço de 63,3% sobre igual período do ano passado, com redução das despesas administrativas, aumento das receitas com serviços e melhoria na qualidade da carteira de crédito

No primeiro semestre de 2018, a Caixa atingiu lucro líquido de R$ 6,7 bilhões, um crescimento de 63,3%, em 12 meses, superando novamente o maior resultado já alcançado pelo banco em um semestre.

Esse resultado, na avaliação da instituição, evidencia o êxito das iniciativas adotadas em busca de um crescimento orgânico e sustentável, capaz de proporcionar o fortalecimento de sua estrutura de capital, por meio da realização de negócios bancários e sem deixar de cumprir com sua vocação social.

O resultado operacional atingiu R$ 9,1 bilhões, crescimento de 127,0% em 12 meses, construído por meio do controle das despesas administrativas que foram reduzidas em 5,8%, pelo aumento das receitas com serviços em 6,5%, e pela melhoria recorrente da qualidade da carteira de crédito, que influenciou o aumento de 21,5% no resultado bruto da intermediação financeira.

A carteira de crédito ampla do banco totalizou saldo de R$ 695,3 bilhões no primeiro semestre de 2018, recuo de 2,9% em 12 meses, influenciada pela redução de 25,7% na carteira de pessoa jurídica, compensada pelo aumento de 3,6% na carteira habitacional. O desempenho da carteira demonstra, conforme a Caixa, a continuidade da estratégia de otimização do capital e de foco na rentabilização da carteira de crédito atual. Essas ações impactaram diretamente no alcance do índice de Basileia de 19,1%, e do índice de Capital Nível 1 de 12,5%, 3,0 p.p. acima do requerido para janeiro de 2019.

Mesmo diante do recuo do crédito, a CAIXA manteve sua participação no mercado superior a 20% e melhorou a qualidade da carteira, que passou a contar com 90,3% do total de suas operações classificadas nos ratings de AA-C, em linha com o planejado pela empresa.

O índice de inadimplência de 2,50% recuou 0,4 p.p. em comparação ao primeiro trimestre de 2018, e permaneceu estável em relação ao primeiro semestre de 2017, mantendo-se abaixo da média de mercado de 3,06%.

As despesas com pessoal reduziram-se 7,5% em relação ao 1S17, em função, principalmente, da diminuição do quadro com os programas de demissão voluntária que foram implementados pela empresa. As outras despesas administrativas reduziram 2,3% e refletem os ganhos de eficiência obtidos com a otimização de processos e redução das despesas estruturais.

Impulsionado por esses desempenhos, o índice de eficiência operacional alcançou 47,8%, uma melhora de 3,6 p.p. em 12 meses, mantendo a tendência de melhoria contínua deste indicador. Os índices de cobertura de despesas de pessoal e administrativas registraram 119,6% e 77,4%, avanços de 12,6 p.p. e 8,1 p.p. em 12 meses, e demonstram os novos patamares de atuação alcançado pela Empresa.

Os ativos administrados pelo banco totalizaram R$ 2,2 trilhões em junho de 2018, avanço de 3,3% em 12 meses. Os ativos próprios totalizaram R$ 1,3 trilhão, permanecendo estáveis em 12 meses.

Mercado de crédito imobiliário    

A carteira imobiliária alcançou saldo de R$ 436,5 bilhões, aumento de 3,6% em 12 meses, influenciada pelas operações concedidas com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço – FGTS que atingiram R$ 250,9 bilhões de saldo, alta de 13,0% em 12 meses.

As operações concedidas com recursos da Caixa - SBPE totalizaram R$ 185,6 bilhões de saldo e representam 42,5% da carteira de crédito habitacional. Com essas evoluções, a instituição ganhou 1,3 p.p. de participação no mercado imobiliário, alcançando a marca de 69,3% de market share, o que evidencia que ela continua sendo o caminho preferencial para o alcance da casa própria dos brasileiros.

As operações de saneamento e infraestrutura têm importância estratégica para a Caixa, pois permitem que a empresa cumpra com seu objetivo de promover o desenvolvimento social e econômico do País. O saldo da carteira de saneamento e infraestrutura alcançou R$ 82,6 bilhões em junho, alta de 3,3% em 12 meses. Este desempenho também contribui para o aumento da competitividade do País, e gera relacionamento de longo prazo com os clientes pessoas jurídicas.  

A poupança atingiu saldo de R$ 283,2 bilhões ao final do semestre, avanço de 8,4% em 12 meses, influenciado pelo abertura de 4,7 milhões de novas cadernetas no período, que totalizaram 76,8 milhões de contas.

O banco conquistou 4,5 milhões de novos clientes em 12 meses, totalizando ao final de junho 90,8 milhões de correntistas e poupadores, dos quais 88,1 milhões de pessoas físicas e 2,8 milhões de pessoas jurídicas.  

Transferência de benefícios

No primeiro semestre de 2018, a Caixa pagou 80,9 milhões de benefícios sociais através de seus canais, correspondendo a R$ 14,5 bilhões. Pelo programa Bolsa Família, foram pagos 78,4 milhões de benefícios, totalizando R$ 14,0 bilhões no acumulado até junho de 2018, um avanço de 1,8% em 12 meses. O programa busca garantir para as famílias participantes o direito à alimentação e o acesso à educação e à saúde, de modo que consigam superar a situação de vulnerabilidade e pobreza.

Em relação aos programas voltados ao trabalhador, a instituição foi responsável por realizar 88,5 milhões de pagamentos de benefícios, que totalizaram R$ 133,0 bilhões no período. Seguro-Desemprego, Abono Salarial e PIS corresponderam a R$ 31,6 bilhões.

As aposentadorias e pensões aos beneficiários do INSS totalizaram 37,7 milhões de pagamentos, somando R$ 46,7 bilhões no primeiro semestre de 2018. A arrecadação do FGTS atingiu R$ 60,1 bilhões e os saques totalizaram R$ 54,7 bilhões.  

A Caixa oferece a seus clientes uma rede de atendimento com 55,8 mil pontos. São 4,2 mil agências e postos de atendimento, 22 mil correspondentes CAIXA Aqui e lotéricos, e 29,7 mil máquinas distribuídas nos postos e salas de autoatendimento.

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Finanças Mon, 20 Aug 2018 00:00:00 +0000
Lucro líquido do BB tem alta de 21,4% no primeiro semestre http://www.executivosfinanceiros.com.br/financas/6375-lucro-liquido-do-bb-tem-alta-de-214-no-primeiro-semestre http://www.executivosfinanceiros.com.br/financas/6375-lucro-liquido-do-bb-tem-alta-de-214-no-primeiro-semestre Lucro líquido do BB tem alta de 21,4% no primeiro semestre

Resultado foi de R$ 6,3 bilhões no período. Inadimplência cai pelo quarto trimestre consecutivo. Renda com tarifas e controles de despesas, além de provisões menores, são os destaques do balanço.

O Banco do Brasil informou nesta quinta-feira o resultado de R$ 6,3 bilhões, no primeiro semestre de 2018, valor que representa crescimento de 21,4% em relação ao mesmo período do ano anterior. O resultado foi influenciado pelo aumento das rendas de tarifas, controle das despesas administrativas e menores provisões de crédito.

O lucro líquido ajustado no segundo trimestre foi de R$ 3,2 bilhões, montante 7,1% superior na comparação com o primeiro trimestre de 2018 e de 22,3% em relação ao segundo trimestre de 2017. O BB reportou ainda aumento do retorno sobre patrimônio líquido (RSPL) para 13,3% no primeiro semestre do ano, o que reforça, segundo a instituição, o compromisso com a melhoria da rentabilidade.

No primeiro semestre de 2018, houve crescimento das rendas de tarifas, influenciadas principalmente pela linha de conta corrente, com aumento de 7,2% no período. Destaque para aumento das receitas com pacote de serviços, resultado da estratégia digital em curso no BB. As tarifas relacionadas à administração de fundos representaram aumento de 13,2% nos primeiros seis meses do ano.

A carteira de crédito ampliada manteve desempenho positivo ao final de junho, com crescimento de 1,5% em relação a março de 2018.

Já a carteira de agronegócios ampliada registrou alta de 2,1% na comparação com março passado. Na comparação com junho do ano passado, a alta ficou em 0,2%. O crédito rural do BB cresceu 5,1% em relação ao trimestre anterior.

A carteira de crédito da pessoa física orgânica cresceu 2,2% em relação a março/18 e 4,1% na comparação com junho/17, com destaque para as linhas de crédito imobiliário, com crescimento de 8,8% e o CDC Consignado, alta de 7,4% no período. A carteira de crédito da pessoa jurídica manteve estabilidade em relação ao trimestre anterior.

Inadimplência em queda

O índice de inadimplência (Inad+90) continua em queda pelo quarto trimestre consecutivo, atingindo 3,34% no segundo trimestre de 2018.

Refletindo a melhora da qualidade da carteira, a despesa de provisão líquida de recuperação caiu 32% em relação ao segundo trimestre de 2017 e 15,6% em relação ao primeiro trimestre de 2018.

Único banco no país a oferecer a opção de comercialização de consórcios via App, o BB atingiu patamar histórico com a venda de mais de R$ 5 bilhões durante o primeiro semestre de 2018. O volume representa 59% de todo o montante negociado pela modalidade durante todo o ano passado – com crescimento de 27% sobre o mesmo período de 2017.

Entre os produtos preferidos dos consorciados, estão as cotas para a aquisição de automóveis. Os grupos para veículos responderam por R$ 3,1 bilhões de todo o volume faturado no período. Os imóveis aparecem em 2º lugar, com R$ 941 milhões, seguidos pelo segmento de motocicletas (R$ 761 milhões).

O Banco do Brasil encerrou o segundo trimestre de 2018 com presença em 99,7% dos municípios brasileiros. Com a evolução da estratégia digital, o BB atingiu 648 agências digitais ao final de junho. Já as transações via internet e telefone celular atingiram 77% das transações do BB no segundo trimestre deste ano.

As despesas administrativas cresceram 1,2% no primeiro semestre de 2018, sob rígido controle. O índice de eficiência acumulado em 12 meses ficou estável em 38,9%.

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Finanças Thu, 09 Aug 2018 00:00:00 +0000
Accesstage lança soluções para automatizar e gerir processos financeiros http://www.executivosfinanceiros.com.br/financas/6367-accesstage-lanca-solucoes-para-automatizar-e-gerir-processos-financeiros http://www.executivosfinanceiros.com.br/financas/6367-accesstage-lanca-solucoes-para-automatizar-e-gerir-processos-financeiros Celso Sato, diretor-presidente da Accesstage

Access Bill Corp e Access Bill Bank apoiam a antecipação de recebíveis e a gestão de relacionamentos com fornecedores

A Accesstage, empresa de tecnologia integradora de soluções e serviços para a gestão de pagamentos/recebimentos e transferência eletrônica de informações financeiras, investiu R$ 600 mil em duas novas soluções, a Access Bill Corp e o Access Bill Bank, para ampliar seu portfólio de serviços com o objetivo de promover a gestão financeira de Notas Fiscais, antecipação destes recebíveis e o relacionamento com fornecedores de seus clientes.

“O investimento foi necessário para que pudéssemos atender a uma demanda de mercado. Vimos em nossos grandes clientes uma necessidade de melhorar a comunicação com seus fornecedores, o que gerava muito tempo e custo. Por isso, ambas as soluções foram criadas com o objetivo de atender esse mercado, também com a vantagem da antecipação de recebíveis”, explica Celso Sato, diretor-presidente da Accesstage.  

É comum que empresas de grande porte se relacionem com muitos fornecedores e, segundo Elcio Groppa, gerente de produtos da Accesstage, foi justamente por meio dessa demanda que a Accesstage viu a oportunidade de suprir essa necessidade de mercado com o desenvolvimento do Access Bill Corp. “Uma empresa que trabalha com mais de 500 fornecedores precisa controlar toda nota fiscal que é recebida e emitida. Controlar se houve ou não devolução, se foi aprovada para pagamento e quando isso foi feito, a forma como foi paga, entre outros”, argumenta o executivo.  

Toda essa operação dá trabalho e amplia o custo das empresas, como explica Groppa. “As empresas passam a, por exemplo, manter um call center só para gerenciar seu relacionamento com os fornecedores. Nesse processo, com o Access Bill Corp, oferecemos um portal que automatiza toda a operação, atualizando o status de todas as notas fiscais. O fornecedor pode acompanhar e conversar com a empresa pelo portal, referenciando a própria nota fiscal”, diz Groppa. A solução, segundo ele, gera uma redução de cerca de 50% no tempo de atendimento aos fornecedores. 

As empresas ainda têm a possibilidade de incluir os bancos com quem trabalham na ferramenta e oferecer aos seus fornecedores a possibilidade de antecipar suas notas fiscais. “Dessa forma, se o fornecedor precisar de uma antecipação de crédito, poderá fazê-lo e receber o valor com condições especiais de uma das instituições financeiras com quem a empresa mantém relacionamento”, explica o executivo. Nesse processo, a solução ajuda o fornecedor a melhorar o seu fluxo de caixa. 

Operações de crédito alavancadas

Para que bancos e empresas possam alavancar as suas operações de crédito, a Accesstage também criou o Access Bill Bank, onde a empresa cliente da instituição financeira melhora suas condições comerciais no relacionamento com seus fornecedores e os mesmos podem antecipar seus recebíveis. Tudo isso em um único portal, semelhante ao do Access Bill Corp.  

De acordo com Groppa, a solução ajuda a área de cash das instituições financeiras a expandir as suas linhas de crédito para toda a cadeia de empresas e fornecedores e, ainda, possibilita a disseminação das antecipações para a carteira de clientes, aumentando consideravelmente o seu poder e abrangência de negócios. “A solução conta com um portal que controla e automatiza todo o processo de antecipação, que se feito de forma manual pode demorar muito tempo e gerar erros com possíveis perdas financeiras para algum agente da operação, seja ela empresa, instituição financeira ou fornecedor”, explica.  

No Access Bill Bank, a instituição financeira convida uma ou mais empresas para participar do portal e promove a antecipação para os fornecedores dessas companhias. “A antecipação de crédito é uma grande oportunidade que vemos tanto para empresas de grande porte como para as instituições financeiras. Essa é uma facilidade que a tecnologia proporciona, imprescindível para estimular a competitividade em ambos os mercados e fortalecer esse relacionamento”, finaliza Elcio Groppa.

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Finanças Thu, 26 Jul 2018 00:00:00 +0000
Banco Central mantém a Selic em 6,50% ao ano http://www.executivosfinanceiros.com.br/financas/6348-banco-central-mantem-a-selic-em-650-ano-ano http://www.executivosfinanceiros.com.br/financas/6348-banco-central-mantem-a-selic-em-650-ano-ano Banco Central mantém a Selic em 6,50% ao ano

Decisão interrompe uma série de 12 reduções seguidas na taxa, iniciada em outubro de 2016

Contrariando expectativas de boa parte do mercado, o Banco Central manteve ontem a taxa básica de juros em 6,50% ao ano. Esperava-se que houvesse um novo corte de 0,25 ponto percentual na Selic, visto que a inflação se vem mantém em níveis baixos. A decisão interrompe uma série de 12 reduções seguidas, iniciada em outubro de 2016, quando a Selic estava em 14,25%.

Em comunicado à imprensa, o BC avaliou que o cenário externo se tornou mais desafiador e vem apresentando volatilidade, em meio ao movimento que levou à forte valorização do dólar nas últimas semanas.

"A evolução dos riscos, em grande parte associados à normalização das taxas de juros em algumas economias avançadas, produziu ajustes nos mercados financeiros internacionais", observou o banco.

Em nota divulgada logo após a decisão do Copom, a Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) criticou a decisão: “A manutenção da Selic retardará ainda mais a redução do custo do crédito. Corremos o risco de ver morrer a retomada da economia, num momento em que o Brasil tenta sair de sua pior crise”.

Segundo o documento, “o crescimento ainda é muito frágil - e só vai ganhar força se ficarem em nível razoável os juros para quem quer investir e consumir. Crédito caro joga contra o país. Chega de engolir o sapo dos juros mais altos do mundo!”

 

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Finanças Thu, 17 May 2018 00:00:00 +0000
BV, marca de varejo do Banco Votorantim, é reposicionada no mercado http://www.executivosfinanceiros.com.br/financas/6347-bv-marca-de-varejo-do-banco-votorantim-e-reposicionada-no-mercado http://www.executivosfinanceiros.com.br/financas/6347-bv-marca-de-varejo-do-banco-votorantim-e-reposicionada-no-mercado BV, marca de varejo do Banco Votorantim, é reposicionada no mercado

Iniciativa busca refletir a atual diversidade das soluções ofertadas aos clientes pela instituição

Estar mais perto de seus clientes como parceira na realização de suas conquistas. É com este mote que a BV inicia 2018, trazendo seu novo posicionamento de marca, com a assinatura "crédito para quem acredita".

A nova assinatura também substituirá o termo "Financeira" do logotipo, usado desde a sua criação. Essa exclusão vai ajudar a refletir a atual diversidade de soluções ofertadas pela BV - como seguros, cartão de crédito, financiamento estudantil e solar, por exemplo -, reforçando a positividade do apoio e parceria na realização das conquistas de milhões de brasileiros.

"Somos líderes no setor de financiamento de veículos usados no Brasil e há mais de 20 anos temos uma forte relação de parceria com lojistas e correspondentes bancários para concessão de crédito. Já evoluímos em nossas frentes digitais para o cliente final, proporcionando visão única dos produtos contratados em um único ambiente e, a partir de agora, queremos demonstrar a positividade da tomada do crédito para viabilização de conquistas", contou a gerente executiva de Marketing do Banco Votorantim, Claudia Furini.

Transformação digital

Para que a proposta de valor da BV e os diferenciais da marca sejam vivenciados pelo cliente final, o Banco Votorantim trabalhou nos últimos dois anos em um intenso processo de transformação digital e diversificação do seu portfólio de soluções de crédito.

A empresa está apostando em novas parcerias e realizando investimentos em fintechs, além de ter destinado recursos em iniciativas internas para transformação digital, como a estruturação de uma área de Ciência de Dados e, recentemente, a criação do BV Lab, o laboratório de inovação do banco.

Nessa iniciativa, a companhia fez parcerias estratégicas com relevantes fintechs brasileiras, como GuiaBolso e Neon, além inovar com a oferta de Financiamento Estudantil com a Ideal Invest e a Kroton. Também lançou o financiamento para aquisição de placa de energia solar residencial com o Portal Solar, maior marketplace digital do setor.

Por meio do Fundo BR Startups, ligado à Microsoft, fez um aporte de R$ 1 milhão na QueroQuitar!, uma fintech de negociação online de dívidas e educação financeira que já ajudou milhares de pessoas a resolverem suas pendências financeiras.

Estudos e entrevistas

O projeto de reposicionamento da marca, definição de atributos e diferenciais, teve como etapa chave estudos profundos e entrevistas com clientes finais. A nova fase da BV passa, inclusive, pela transformação da cultura do negócio para trazer o cliente para o centro. A empresa atua na busca contínua pela melhoria das experiências e desenvolvimento de produtos, embasada na compreensão das necessidades de seus clientes finais.

"Se o cliente deseja planejar sua viagem de férias, garantir a sua entrada universidade ou de seus filhos, comprar seu próximo carro ou até mesmo tirar do papel aquele negócio que já está bem planejado e precisa de acesso financeiro, ele pode contar com a BV para realiza-los", explicou Claudia.

Para garantir o sucesso nessa nova fase, colaboradores e parceiros estão sendo envolvidos para que o posicionamento permeie todos os pontos de contato da marca. "Engajamos todas as áreas do Banco Votorantim, pois sabemos da importância de garantir um discurso alinhado para entregar nosso posicionamento em todas as interações que temos com nossos clientes finais", reforça Claudia.

Desenvolvida pela agência W3haus, dos sócios Tiago Ritter, Chico Baldini, Alessandro Cauduro e Rodrigo Cauduro, a nova campanha veiculará, até o fim de dezembro, filmes em canais de TV aberta e meio digital, além de peças em redes sociais, internet e mídias exterior.

Peças publicitárias seguem anexadas

Link para a campanha em vídeo

https://www.youtube.com/watch?v=24aXaolmyU8  

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Finanças Mon, 14 May 2018 00:00:00 +0000
Lucro líquido ajustado do BB atinge R$ 3 bi no primeiro trimestre http://www.executivosfinanceiros.com.br/financas/6336-lucro-liquido-ajustado-do-bb-atinge-r-30-bi-no-primeiro-trimestre http://www.executivosfinanceiros.com.br/financas/6336-lucro-liquido-ajustado-do-bb-atinge-r-30-bi-no-primeiro-trimestre Lucro líquido ajustado do BB atinge R$ 3 bi no primeiro trimestre

Crescimento do resultado foi de 20,3% frente a igual período do ano passado, devido ao aumento das receitas com tarifas e à contenção de despesas com provisões e com a administração

O Banco do Brasil registrou lucro líquido ajustado de R$ 3,0 bilhões no primeiro trimestre de 2018, crescimento de 20,3% em relação ao 1T17. O resultado foi influenciado pelo aumento das rendas de tarifas, redução das despesas de provisão e das despesas administrativas.

O retorno sobre patrimônio líquido (RSPL) aumentou para 13,2%, o que reforça o compromisso com o aumento da rentabilidade.

A contínua busca de eficiência, na avaliação do banco, tem possibilitado a manutenção do controle das despesas administrativas, que tiveram queda de 5,8% em relação ao último trimestre de 2017.

Com o desenvolvimento da estratégia digital e o avanço na reorganização institucional, o Banco do Brasil encerrou março com 588 agências digitais e especializadas, crescimento de 31% na comparação com março do ano passado.

O número de funcionários em agências e escritórios digitais teve reforço de 4.465 colaboradores na visão anual, fechando março com 9.428 dedicados aos segmentos Estilo e Exclusivo.

O índice de eficiência alcançou 38,5% no 1T18, ante 39,3% no 1T17. Este indicador mede quanto o banco gasta para gerar receita.

O índice de inadimplência (INAD+90) apresenta queda pelo terceiro trimestre consecutivo, com 3,65% ao final do 1T18. A melhora da qualidade do crédito provém especialmente no segmento de pessoas jurídicas. Ao desconsiderar o caso específico, o índice de inadimplência acima de 90 dias do BB (3,22%) retorna ao patamar inferior ao do Sistema Financeiro Nacional (3,30%).

Como resultado, as despesas com provisões tiveram nova queda no trimestre, totalizando R$ 5,4 bilhões.

Crédito ao agronegócio em crescimento

A carteira ampliada de agronegócio do BB atingiu R$ 184,7 bilhões no primeiro trimestre, aumento de 2,6% ante R$ 180,1 do 1T17. Destaque para operações de crédito rural (crescimento de R$ 9,7 bilhões) e FCO Rural (R$ 3,8 bilhão) em 12 meses. O Banco mantém-se, historicamente, como o principal agente financeiro do agronegócio no país, contribuindo de forma expressiva para o suprimento da demanda de crédito do segmento. Conforme dados do Sistema Nacional de Crédito Rural (SNCR), o BB detém, em março de 2018, 59% de participação nos financiamentos destinados ao setor.

Além disso, o BB, segundo afirma em seu balanço, permanece na vanguarda e mantém protagonismo no setor, oferecendo praticidade e agilidade nas contratações. Apenas em 2018, mais de R$ 1 bilhão de crédito foi contratado via mobile.

A carteira PF orgânica atingiu R$ 177,2 bilhões, alta 3,0% em relação ao mesmo período do ano anterior, com destaque para o crédito consignado com crescimento de 8,2% e o financiamento imobiliário que aumentou 6,8%.

Receita com tarifas crescem 5,4%

Resultado da diversificação e oferta assertiva de produtos e serviços, as rendas com tarifas alcançam R$ 6,5 bilhões no primeiro trimestre de 2018, 5,4% maior em relação ao mesmo período de 2017. Destaque para as linhas:

-  Administração de fundos (9,7%), reflexo da elevação dos recursos administrados que passaram de R$ 798,7 bilhões em mar/17 para R$ 906,8 bilhões em mar/18, alta de 13,5% em 12 meses;

-  Conta corrente, com aumento de 9,1% em 12 meses, resultado da especialização do atendimento;

- Mercado de capitais, com aumento de 34,2% se comparado com 1T17 e;

- Consórcios, com crescimento de 28,1% na comparação com o 1T17.

Transações via mobile e internet

As transações realizadas por telefones celulares e internet continuam em constante crescimento, representando 74,5% do total. Houve também aumento de 3,9 milhões de clientes que utilizam o Mobile banking.

Em abril/2018, o BB atinge 1,9 milhão de clientes nativos digitais, ou seja, clientes que iniciaram o relacionamento com o Banco por meio de abertura de Conta Fácil, desde novembro de 2016. Para 2018 o desafio é atingir 3 milhões de clientes digitais. O Banco do Brasil ficou listado na 49ª colocação entre os 100 maiores líderes mundiais em sustentabilidade corporativa, segundo o ranking Global 100, durante o Fórum Econômico Mundial realizado em Davos, na Suíça.

A listagem é feita com a análise prévia de cerca de 6 mil empresas e o BB foi o Banco melhor posicionado no ranking entre os bancos brasileiros, resultado que, de acordo com a instituição, representa um reconhecimento de importância internacional em se tratando de sustentabilidade empresarial corporativa.

 

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Finanças Fri, 11 May 2018 00:00:00 +0000
Lucro líquido do Daycoval aumenta 35% no primeiro trimestre http://www.executivosfinanceiros.com.br/financas/6335-lucro-liquido-do-daycoval-aumenta-35-no-primeiro-trimestre http://www.executivosfinanceiros.com.br/financas/6335-lucro-liquido-do-daycoval-aumenta-35-no-primeiro-trimestre Lucro líquido do Daycoval aumenta 35% no primeiro trimestre

Montante foi de R$ 165,4 milhões no período. Na comparação com o quarto trimestre de 2017, o aumento foi de 27%.

O lucro líquido do Banco Daycoval – instituição financeira especializada em crédito para empresas, pessoas físicas, câmbio (comércio exterior e turismo) e investimentos – foi de R$ 165,4 milhões no primeiro trimestre deste ano. O montante é 35,2% superior ao registrado em igual período do ano passado. Ao se comparar o lucro líquido do primeiro trimestre com o do quarto trimestre de 2017 (R$ 130,0 milhões), o incremento foi de 27,2%. 

A instituição financeira, que comemora os seus 50 anos em 2018, contabilizou Carteira de Crédito Ampliada de R$ 15,7 bilhões no primeiro trimestre, 16,6% acima nos últimos 12 meses. Do total da Carteira de Crédito Ampliada do Daycoval, 64,6% são de operações para empresas de pequeno, médio e grande portes. O crédito pessoal e consignado ficam com 31,4%. O crédito para veículos responde por 3,8% do total. Os 0,2% restantes estão divididos entre outros produtos. 

Alinhada com a carteira, a captação encerrou o acumulado dos três primeiros meses de 2018 em R$ 15,7 bilhões, uma variação positiva de 2,8% em comparação com igual período de 2017. 

Em abril de 2018 foi concluída a 6ª Emissão Pública de Letras Financeiras do banco, de R$ 500,0 milhões, com demanda de aproximadamente R$ 1,6 bilhão. “Nessa operação tivemos ampla pulverização de investidores e redução do custo de captação. Ela irá ajudar o Daycoval não somente a diversificar sua base de captação, mas também a alongar o prazo médio das operações”, afirmou o diretor Institucional e de Relações com Investidores do Daycoval, Ricardo Gelbaum. 

Solidez e estrutura de atendimento

Alguns indicadores que comprovam, segundo o balanço divulgado, a solidez do Banco Daycoval e que também tiveram um bom desempenho no acumulado dos três primeiros meses de 2018 foram:

- Patrimônio líquido: R$ 3,1 bilhão | Crescimento de 14,1%

- Ativos totais: R$ 24,1 bilhões | Crescimento de 7,8%

- Margem financeira líquida (NIM-AR): 13,6% | 2,2 pontos percentuais acima

- Retorno sobre o Patrimônio Líquido Médio (ROAE): 21,8% | 3,5% pontos percentuais acima

- Índice de Basileia III: 16,1%

- Índice de Eficiência: 28,3%

Outro ponto positivo, na avaliação do balanço, é a estrutura de atendimento do Banco Daycoval, com 144 pontos distribuídos em 21 Estados mais o Distrito Federal. São 39 agências comerciais especializadas no atendimento a empresas, 38 lojas Daycred, 34 postos de câmbio turismo Daycoval Câmbio e 33 postos Daypag para despachantes. 

“Permanecemos cautelosos em relação à recuperação da economia e vemos 2018 ainda com muitos desafios para o País. Vamos continuar trabalhando com provisão adequada, diversificação da carteira e solidez nas garantias”, finalizou o diretor executivo Morris Dayan.

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Finanças Thu, 10 May 2018 00:00:00 +0000
CSU lucra R$ 8,1 milhões no primeiro trimestre de 2018 http://www.executivosfinanceiros.com.br/financas/6332-csu-lucra-r-81-milhoes-no-primeiro-trimestre-de-2018 http://www.executivosfinanceiros.com.br/financas/6332-csu-lucra-r-81-milhoes-no-primeiro-trimestre-de-2018 CSU lucra R$ 8,1 milhões no primeiro trimestre de 2018

Foi aprovado pagamento de R$ 18,1 milhões, entre juros sobre capital próprio e dividendos, representando payout de 40% sobre o lucro líquido de 2017

A CSU, empresa que atua no mercado brasileiro de prestação de serviços de alta tecnologia voltados ao consumo, relacionamento com clientes, processamento e transações eletrônicas, anunciou um lucro líquido de R$ 8,1 milhões no primeiro trimestre de 2018 (1T18) e EBITDA (lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) de R$ 21,1 milhões. No mesmo período, a receita bruta da companhia foi de R$ 120,5 milhões e receita líquida de R$ 108,5 milhões.

De acordo com o CFO da CSU, Ricardo Ribeiro Leite, este foi o primeiro período após a finalização de contratos em processamento de cartões e contact center com o Banco BMG. Com isso, a companhia registrou queda de 2,5% do lucro líquido na comparação com o mesmo período do ano anterior. Segundo Leite, a empresa segue capitaneando oportunidades comerciais e evoluindo em suas linhas de negócios, colhendo os frutos dos acertos estratégicos implementados nos últimos anos.

"Nesse trimestre, a CSU conquistou novos contratos em todas as divisões que compõem a CardSystem, capturou oportunidades de up-sell e cross-sell entre as quatro Divisões e obteve êxito nos processos de renovação de contratos. Acreditamos que os próximos meses ainda serão desafiadores. Confiamos na superação desse período com segurança e com uma entrega consistente de resultados", afirma.

A CardSystem, divisão responsável pelas atividades de processamento e administração de meios eletrônicos de pagamento, encerrou o 1T18 com 18,8 milhões de cartões cadastrados e 15,0 milhões de cartões faturados, com mais de 600 mil cartões adicionados à base no período. Além do desenvolvimento de novas soluções para diferentes formas de pagamento, foram empregadas novas tecnologias junto ao processamento dos meios tradicionais de pagamentos – empreendendo todo potencial inovador das tecnologias oferecidas pela plataforma CSU.Digital – com comprovada demanda dada a contratação da plataforma pela maioria dos clientes dessa Divisão.

Na MarketSystem, divisão provedora de soluções de marketing de relacionamento, programas de fidelidade (loyalty) e incentivo e e-commerce, o volume financeiro transacional foi de R$ 53,2 milhões, com crescimento de 19,3% na comparação com o mesmo período do ano anterior, favorecido pela retomada do consumo na economia e pela sazonalidade do período.

No início de 2018, a MarketSystem ampliou seu escopo de atuação para programas de incentivos B2B. O objetivo da nova estratégia adotada pela MarketSystem é oferecer ao mercado tecnologia para que os clientes tenham à sua disposição uma plataforma flexível, parametrizável e customizada com a identidade da sua empresa para engajar seus colaboradores e parceiros no atingimento de metas, trabalhando a motivação da equipe e recompensando o êxito no resultado com pontos para troca no catálogo de prêmios, que possui milhares de produtos, entre eles, diversas companhia aéreas, hotéis, pacotes de viagem, experiências e serviços.

"Firmamos contrato com cliente do setor financeiro para o desenvolvimento do seu programa de incentivo. Ainda nesse trimestre, lançamos o OPTe+ Viagens, a nova opção de resgate para base de clientes do programa BR Premmia, e realizamos parceria para implantação do projeto Trânsito Mais Gentil com o objetivo de reconhecer, com pontos OPTe+, os melhores motoristas clientes da Porto Seguro", conta Ricardo Ribeiro Leite.

Mercado de terceirização

Já a Divisão ITS, especializada na terceirização de serviços de TI, segue focada em sua consolidação no mercado de terceirização de TI e Cloud Computing, firmando, recentemente, o contrato a SMC Pneumática, líder mundial no mercado de equipamentos pneumáticos para prestação de serviços de Contingência (Disaster Recovery as a Service).

Por fim, a CSU Contact, Unidade especializada na prestação de serviços de atendimento ao consumidor, encerrou o primeiro trimestre do ano com uma média de 2.131 posições de atendimento (PAs) faturadas, uma expansão líquida de 17 PAs na comparação com o 4T17.

Nesse trimestre, a Unidade implantou novo produto de televendas na Edenred (Ticket), fornecedor global de soluções transacionais para empresas, empregados e comerciantes. Já com a Claro Brasil, renovou contratos comerciais e aumentou a participação no e-commerce e na linha de recuperação de crédito. "Temos boas perspectivas para essa Divisão nos próximos meses, bem como a ampliação de operações já existentes da base de clientes CSU", finaliza Ricardo Ribeiro Leite.

No 1T18, a companhia realizou investimentos no montante de R$ 12,2 milhões, superior em 24,4% em relação ao 1T17 e em 12,2% em relação ao 4T17.

Os investimentos seguem com maior predominância na Divisão CardSystem, dada a maior necessidade de alocação de capital com as customizações e desenvolvimento do software utilizado para o processamento de cartões e, mais recentemente, com a plataforma CSU.Digital para instituições financeiras e varejistas de todos os portes que tenham como meta o fornecimento de produtos e soluções digitais voltados às necessidades do seu cliente.

Nos últimos trimestres, houve aumento gradativo da participação de investidores estrangeiros no capital que, ao final de março de 2018, representavam 17,9% do free-float da Companhia (+4,9 p.p. YoY). A maior participação de acionistas estrangeiros, aliada à entrada da CSU em novos índices – desde setembro de 2017, passou a integrar o SMLL (Índice Small Cap) e o IBRA (Índice Brasil Amplo) –, reflete o trabalho de ampliar relevância no mercado de capitais brasileiro.

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Finanças Tue, 08 May 2018 00:00:00 +0000
Caixa tem lucro líquido recorde de R$ 12,5 bilhões em 2017 http://www.executivosfinanceiros.com.br/financas/6305-caixa-tem-lucro-liquido-recorde-de-r-125-bilhoes-em-2017 http://www.executivosfinanceiros.com.br/financas/6305-caixa-tem-lucro-liquido-recorde-de-r-125-bilhoes-em-2017 Caixa tem lucro líquido recorde de R$ 12,5 bilhões em 2017

Desempenho foi 202% superior ao de 2016. Resultado recorrente atinge R$ 8,6 bilhões, alta de 106,9% em 12 meses

Em 2017, a Caixa alcançou lucro líquido recorde de R$ 12,5 bilhões, 202,6% superior ao registrado em 2016. O lucro líquido recorrente totalizou R$ 8,6 bilhões, alta de 106,9% em 12 meses, e também superou o melhor resultado já alcançado pelo banco. Esse resultado gerou retorno sobre o patrimônio líquido recorrente de 12,9%, crescimento de 6,3 p.p. em 12 meses.

O resultado operacional recorrente alcançou R$ 10,4 bilhões em 2017, avanço de 157,1% em 12 meses, influenciado pelo crescimento da margem financeira em 14,1%, pela redução nas despesas com Provisão para Devedores Duvidosos (PDD) em 4,2%, pelo avanço nas receitas com prestação de serviços em 11,5% e pelo controle das despesas administrativas e de pessoal.

O índice de inadimplência encerrou o ano com redução de 0,6 p.p em 12 meses, alcançando 2,25%, significativamente abaixo da média de mercado, de 3,25%, influenciado pela estratégia de melhoria da gestão de riscos da Caixa.

Ao final de 2017, a carteira de crédito do banco alcançou saldo de R$ 706,3 bilhões, apresentando leve redução de 0,4% em 12 meses, e manutenção da participação de mercado em 22,4%. Esse desempenho ocorreu devido à retração de 15,3% na carteira comercial e foi compensado pelo crescimento de 6,3% das operações de habitação e 5,2% das operações de saneamento e infraestrutura. Essas evoluções estão em linha com o Plano de Capital da Empresa.

Em dezembro, a Caixa possuía R$ 2,2 trilhões em ativos administrados, avanço de 1,9% em 12 meses, com destaque para os ativos próprios, que totalizaram R$ 1,3 trilhão, aumento de 0,4% em 12 meses. O retorno recorrente sobre o ativo avançou 0,3 p.p. em 12 meses, totalizando 0,7% no final do ano.

Prestação de serviços

As receitas com prestação de serviços cresceram 11,5% em 2017, totalizando R$ 25,0 bilhões. Os principais destaques foram as receitas de conta corrente, administração de fundos de investimento e convênios e cobrança que cresceram, respectivamente, 31,0%, 21,7% e 7,4% em 12 meses.

As outras despesas administrativas recuaram 2,3% em 12 meses, totalizando R$ 11,9 bilhões. Foi a primeira vez na história do banco em que ações de eficiência geraram redução dessas despesas entre os exercícios.

As despesas de pessoal alcançaram R$ 22,4 bilhões no ano, avanço de 6,6% em 12 meses, impactadas pelo acordo coletivo e pelos planos de demissão voluntária, que geraram despesas não recorrentes de R$ 863,0 milhões, com o desligamento de 7 mil empregados.

Com esse desempenho, o índice de eficiência operacional recorrente alcançou 49,8%, melhora 2,3 p.p. em 12 meses. O índice de cobertura de despesas administrativas alcançou 72,9%, melhora de 5,3 p.p, e o índice de cobertura de despesa de pessoal somou 111,6%, avanço de 4,8 p.p. em 12 meses.

A fim de cumprir os requerimentos mínimos de capital, conforme exigências do Acordo de Basileia III, a Caixa tem implementado medidas para reforço da sua estrutura de capital, como a redução de despesas, ajuste dos processos de alocação de capital, utilização da métrica do Retorno Ajustado ao Risco no Capital (RAROC) para gestão da carteira de crédito, e disseminação da cultura de risco, entre outras.

Com isso, o índice de Basileia atingiu 17,7%. O índice de Capital Principal e o de Nível I marcaram 11,2%, mantendo-se acima do mínimo exigido de 6,0% e 7,5%, respectivamente. Os Ativos Ponderados pelo Risco (RWA) totalizaram R$ 529,5 bilhões em dezembro de 2017, redução de R$ 44,6 bilhões. O patrimônio líquido avançou 12,2% em 12 meses, e atingiu R$ 71,4 bilhões.

A carteira imobiliária alcançou saldo de R$ 431,7 bilhões, aumento de 6,3% em 12 meses. Os créditos concedidos com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) representam R$ 237,6 bilhões. As operações de crédito com recursos da Caixa (SBPE) apresentam saldo de R$ 194,1 bilhões. A instituição ganhou 2,1 p.p. de participação no mercado imobiliário, mantendo a liderança, com 69% de participação.

O saldo da carteira de saneamento e infraestrutura alcançou R$ 82,7 bilhões em dezembro, alta de 5,2% em 12 meses. Esse segmento continua a ser estratégico para o banco por contribuir para o avanço no desenvolvimento econômico do País, gerando emprego e renda.

Benefícios sociais

Em 2017, foram pagos cerca de 158,4 milhões de benefícios sociais, correspondendo a R$ 28,7 bilhões. Somente o Bolsa Família pagou cerca de 153,8 milhões de benefícios no período, totalizando R$ 27,8 bilhões.

Em relação aos programas voltados ao trabalhador, a Caixa foi responsável por realizar 292,3 milhões de pagamentos de benefícios, que totalizaram R$ 313,7 bilhões, entre eles o Seguro-Desemprego, Abono Salarial e PIS, que corresponderam a R$ 52,0 bilhões.

O banco também realizou 71,7 milhões de pagamentos de aposentadorias e pensões a beneficiários do INSS, que totalizaram R$ 94,7 bilhões.

A arrecadação do FGTS atingiu R$ 123,5 bilhões e os saques, R$ 166,9 bilhões, incluindo R$ 44 bilhões de saques das contas inativas.

Pela primeira vez, em 2017, metade do lucro alcançado pelo Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) em 2016 foi creditado nas contas dos trabalhadores. Foram distribuídos o total de R$ 7,3 bilhões para 88 milhões de trabalhadores.

A remuneração do FGTS em 2016 alcançou 7,14% e foi superior aos principais índices de inflação, sendo o IPCA 6,28% e o INPC 6,58%.

Após a apuração final do Resultado de 2017, metade do lucro será novamente distribuído aos trabalhadores.

Ao final de dezembro, a Caixa possuía 88 milhões de correntistas e poupadores, dos quais 85,3 milhões de pessoas físicas e 2,7 milhões de pessoas jurídicas.

A rede do banco detém 56,9 mil pontos de atendimento. São 4,2 mil agências e postos de atendimento, 22,7 mil correspondentes CAIXA Aqui e lotéricos, e 30 mil máquinas distribuídas nos postos e salas de autoatendimento em todo o país.

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Finanças Wed, 28 Mar 2018 00:00:00 +0000
Accesstage e Brink's lançam joint venture http://www.executivosfinanceiros.com.br/financas/6302-accesstage-e-brink-s-lancam-joint-venture http://www.executivosfinanceiros.com.br/financas/6302-accesstage-e-brink-s-lancam-joint-venture Celso Sato, presidente da Accesstage

Meta é oferecer ao mercado soluções na gestão financeira, de numerário e de prevenção a fraudes

A Accesstage, empresa especialista em soluções de intercâmbio de dados financeiros e com expertise de mais de 16 anos em conciliação de pagamentos e recebimentos, e a Brink´s, que atua globalmente nas áreas de segurança e logística de valores, unem tecnologias e conhecimento em uma joint venture. A iniciativa lança no mercado a Trustion, nova empresa provedora de soluções financeiras e de tecnologia, que nasce a partir de um investimento aproximado de US$ 10 milhões, com equipe de executivos dedicada e endereço físico para início das operações.

O primeiro produto da empresa será focado na conciliação de recebíveis em cartões com a grande novidade do mercado de conciliação de numerário e cheques. A nova solução vai permitir a gestão de incidentes junto aos fornecedores (pontos de venda, financeiro das empresas, adquirentes e transportadoras), o que, hoje, representa um gap entre as empresas varejistas, causando possíveis perdas de valores durante todo o processo.

A Brink´s buscava no mercado uma empresa com know-how em tecnologia e conectividade financeira para apoiá-la na nova solução, gerando assim uma conciliação de ponta a ponta. Encontrou na Accesstage essa expertise, com mais de 120 mil CNPJs conectados e mais de 80 bancos homologados em sua carteira de parceiros.

Juntas, criaram a Trustion, que realizará toda a gestão financeira, desde os pontos de venda do cliente, parceiros de negócios (adquirentes e bancos), transporte de valores com segurança, até a garantia de depósito com exatidão na conta do cliente. 

"A tecnologia, os processos e o conhecimento adquirido ao longo de mais de 16 anos fizeram da Accesstage a escolha certa como parceiro para oferecer ao mercado uma solução inovadora que trará inúmeros benefícios ao varejo. Trata-se de um gigante no negócio de conciliação", explica Fernando Sizenando, presidente da Brink´s. 

"A experiência da Brink's, empresa de tradição de mais de 150 anos no mercado de segurança e transporte de valores, foi primordial para a idealização de uma empresa completa para atender este mercado ainda não explorado", assinala Celso Sato, presidente da Accesstage. 

"Vamos consolidar a empresa no mercado nacional, mas já enxergamos um forte potencial para replicar o modelo de negócio também fora do Brasil, aproveitando a penetração da Brink´s em mais de 100 países, contando com mais de 4.000 clientes espalhados pelo Brasil", acrescenta Sizenando.

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Finanças Fri, 23 Mar 2018 00:00:00 +0000