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Atos lança o supercomputador de exaescala Bull Sequana

Atos lança o supercomputador de exaescala Bull Sequana

Primeiro computador de exaescala, sistema é capaz de processar um bilhão de bilhões de operações com 10 vezes menos energia, comparado aos sistemas atuais

A Atos desenvolveu e lançou, nessa quarta-feira, 13, o Bull Sequana, primeiro supercomputador exaescala que oferece mil vezes mais desempenho, comparado aos sistemas atuais em escala petaflop. Criando um novo patamar de computação, o Bull Sequana deve chegar ao nível de exaescala até 2020, processando um bilhão de bilhões de operações por segundo.

Comparado aos sistemas atuais, projetados para um nível de desempenho específico, o Bull Sequana oferece 10 vezes mais eficiência energética e 10 vezes mais densidade, otimizando metas de sustentabilidade e economia de espaço.

“A Atos é uma entre três ou quatro companhias do mundo com a experiência e conhecimento necessários para construir supercomputadores – e a única da Europa. Esse fato é uma grande satisfação para a nossa companhia, e oferece um diferencial único para nossos clientes. Com o desempenho incrível do Bull Sequana, desenvolvido pela Atos, as empresas conseguem maximizar o valor de seus dados, com mais eficiência. Até 2020, o Bull Sequana deve atingir o nível de exaflops e será capaz de processar um bilhão de operações por segundo”, diz Thierry Breton, CEO da Atos.

Segurança em tempo real, medicina personalizada, agricultura de precisão e meteorologia são alguns dos setores que requerem níveis excepcionais de processamento de dados, que podem ser atingidos com a geração Sequana de computadores. Com mais potência de computação, os serviços de meteorologia poderão oferecer previsões altamente precisas, prevendo neblina ou tempestades perto de aeroportos, por exemplo.

A French Alternative Energies e a Comissão de Energia Atômica (CEA) já estão implementando o Bull Sequana. Ao longo dos próximos anos, o computador será integrado às tecnologias mais avançadas e ainda se adaptará aos sistemas operacionais existentes. A sua arquitetura aberta foi projetada de acordo com os principais padrões de software e hardware do setor, para maximizar o investimento do cliente e gerar grandes economias.

As capacidades de computação de alto nível, geralmente, são projetadas para grandes centros de pesquisa. A altíssima densidade do Bull Sequana e seus componentes integrados de fácil implementação, além do seu elevado nível de confiabilidade, também podem servir a organizações menores, criando oportunidades de usar o sistema para novas finalidades.

O supercomputador Bull Sequana foi construído na fábrica da Atos, localizada em Angers, na França, e seu desenvolvimento aproveitou da experiência internacionalmente reconhecida dos engenheiros da Atos, que trabalharam com seus parceiros da Europa e do mundo inteiro. Seu desenvolvimento também contou com a tradicional experiência da companhia em seu trabalho com contas-chave, como a CEA (Comissão de Energia Atômica da França), a Agência Francesa de Computação de Alto Desempenho (GENCI) e outros parceiros de longa data, como a Intel.

Várias instituições e companhias do mundo inteiro estão usando os supercomputadores da Bull para acelerar a pesquisa e a inovação e maximizar sua competitividade, entre elas as universidades de Valeo, Safran, Dassault-Aviation, Thalès, Météo-France, Grenoble e Reims Champagne Ardenne, na França;  o centro de pesquisa de meteorologia DKRZ e as universidades de Dresden e Dusseldorf, na Alemanha; e o laboratório nacional LNCC, no Brasil.

O processamento de altos volumes de dados oferecido pelos supercomputadores da Bull é maximizado com serviços de Big Data desenvolvidos pela Atos, como o “Codex da Atos”. Trata-se de uma solução integrada para análises cognitivas e computação preditiva. A Atos, classificada como visionária no Quadrante Mágico de Serviços Globais de Análises Corporativas pela Gartner, em setembro de 2015, oferece serviços completos de processamento e análises de dados para toda a cadeia de valor do setor de TI. De acordo com o Gartner, “até 2017, usando índices preditivos de desempenho de negócios, as organizações devem aumentar sua rentabilidade em 20%”.

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