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Ernst & Young encerra ano fiscal com faturamento global de US$ 28,7 bilhões

Ernst & Young encerra ano fiscal com faturamento global de US$ 28,7 bilhões

No Brasil, receita atingiu R$ 1,32 bilhão, 7,7% superior em relação ao exercício anterior

A Ernst & Young (EY) anunciou seus resultados financeiros do ano fiscal 2015, encerrado em 30 de junho. A empresa faturou globalmente US$ 28,7 bilhões, o que significa um crescimento de 11,6% em relação ao ano fiscal 2014. No Brasil, a receita ficou em R$ 1,32 bilhão, indicando alta de 7,7% em relação ao ano fiscal anterior.

Pelo mundo, todas as linhas de serviço da EY continuaram a crescer no ano fiscal 2015: Consultoria 17,6%; Transaction Advisory Services (TAS) 15,5%; Auditoria 8,15%; e Impostos 10,3%. Já no Brasil, os resultados pelas linhas de serviço foram: Consultoria (-1%), TAS (+9%), Auditoria (+17%) e Impostos (+7%)

Apesar de uma recuperação global desigual, e um cenário de incertezas econômicas que vem prejudicando mercados desenvolvidos e emergentes, a EY alcançou o seu maior crescimento de receita desde 2008. A receita aumentou em todas as quatro áreas geográficas em que a companhia está presente. 

“Nosso resultado ficou acima do previsto e esperamos fechar esse ano fiscal, que se encerra em junho de 2016, com crescimento de dois dígitos. Nos últimos cinco anos, a EY vem crescendo no Brasil a uma média de 20% ao ano. Acreditamos que nesse momento difícil da nossa economia, há oportunidades para apoiar nossos clientes com serviços voltados à inovação, digital e analytics, investigação de fraudes, compliance e ganhos de eficiência”, analisa Jorge Menegassi, CEO da EY para o Brasil e América do Sul.

O forte desempenho dos mercados desenvolvidos foi liderado pelos Estados Unidos, que cresceram 12,5%, seu maior aumento em 10 anos. A EY também registou crescimento de dois dígitos na Austrália, Alemanha e Itália.

Nos mercados emergentes, a EY registrou crescimento de 12,3% em termos globais, em comparação a 8,7% no ano passado. A Índia liderou, registrando crescimento de 19,7%; outras regiões fortes incluem África (11,3%), México e América Central (17,3%).

“Até 2020, os mercados emergentes irão representar uma fatia de 30% dos negócios globais da EY”, complementa Menegassi.

Setores com crescimento mais acelerado globalmente foram Life Sciences e Serviços Financeiros, que experimentaram expansão de dois dígitos nas receitas.

"Estamos orgulhosos dos resultados deste ano fiscal, que apresentou um ritmo acelerado de crescimento em todos os nossos negócios e em cada área geográfica. Baseados em nossa estratégia de Visão 2020, estamos muito focados em nosso propósito de construir um mundo de negócios melhor e isso nos deu um grande impulso, tanto dentro como fora da organização.”, diz Mark Weinberger, presidente global e CEO da EY.

Este ano, o número global de funcionários da EY chegou a 212 mil, um recorde histórico. AEY investiu globalmente US$535 milhões e 8,2 milhões de horas em treinamentos para seus funcionários neste ano fiscal.

Foram 753 promoções para sócios, e 618 contratações diretas. As promoções registradas foram as mais diversificadas, com um terço de novos sócios em mercados emergentes e 31% de mulheres.

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