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Aumenta a participação das mulheres na previdência privada

Soraia Fidalgo, superintendente de Gestão de Clientes da Brasilprev Soraia Fidalgo, superintendente de Gestão de Clientes da Brasilprev

Em comemoração ao dia da Mulher, a Brasilprev divulga o perfil deste público dentro de sua base de clientes, que já corresponde a 50% do total

Solteira, com idade entre 30 e 50 anos, ensino superior completo e predominantemente da classe B. Esse é o perfil médio das clientes da Brasilprev, empresa especialista em previdência privada, líder do setor com mais de R$ 234 bilhões em ativos sob gestão (com representatividade de mercado maior que 30%) e cerca de 1,98 milhão de participantes em todo o Brasil. De acordo com levantamento realizado por meio de sua base de clientes, no fechamento de 2017 a empresa constatou que 50% são do sexo feminino.

Na maioria das regiões do país, a participação das mulheres aumentou. Tomando-se como referência a base de clientes da empresa, três regiões apresentaram aumentos na participação das mulheres: Nordeste, com 52% em 2017, frente a 51% em 2016; Sudeste, 52% contra 51%; e Sul, 45% contra 44%. Registram estabilidade nos números as regiões Centro-Oeste (46% em 2017 e 2016) e Norte (48% também em ambos os anos).

Soraia Fidalgo, superintendente de Gestão de Clientes da Brasilprev, comenta: “Cada vez mais as mulheres ocupam protagonismo quando o assunto é gestão do dinheiro. Em se tratando de planos de previdência, não é diferente. Entre as clientes, notamos que elas têm maior foco no longo prazo, já que a maior parte optou pela Tabela Regressiva do Imposto de Renda (61% versus 58% dos homens), que é a escolha certa para aqueles investidores que pretendem acumular recursos por mais tempo. Lembrando que nesta opção o IR vai decrescendo e chegando a uma alíquota de 10% após 10 anos”.

Elas também se destacam por serem as principais responsáveis financeiras nos planos voltados para crianças e adolescentes, o Brasilprev Júnior. Por meio desse instrumento, é possível desenvolver nas novas gerações a cultura da educação financeira, algo que ainda é incipiente no Brasil. Segundo a ferramenta Estatísticas de Gênero do Instituo Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 1980, por exemplo, a média era de quatro filhos por mulher; hoje é de aproximadamente dois – o que permite uma melhor dedicação dos investimentos para os pequenos e, dentre as opções, está a previdência privada.

Ainda de acordo com o IBGE, das 50 milhões de famílias que residiam em domicílios particulares, 37,3% tinham a mulher como responsável da casa. Esses fatores, também de acordo com o instituto, estão relacionados a diversos processos sociais em que a mulher está inserida, como: disseminação de meios contraceptivos, alterações nos padrões de consumo, modernização da sociedade em seus aspectos culturais, econômicos e sociais, entre outros. Portanto, cada vez mais elas irão assumir posições estratégicas na sociedade, que antigamente eram incomuns.

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