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Lucro líquido ajustado do BB atinge R$ 3 bi no primeiro trimestre

Lucro líquido ajustado do BB atinge R$ 3 bi no primeiro trimestre

Crescimento do resultado foi de 20,3% frente a igual período do ano passado, devido ao aumento das receitas com tarifas e à contenção de despesas com provisões e com a administração

O Banco do Brasil registrou lucro líquido ajustado de R$ 3,0 bilhões no primeiro trimestre de 2018, crescimento de 20,3% em relação ao 1T17. O resultado foi influenciado pelo aumento das rendas de tarifas, redução das despesas de provisão e das despesas administrativas.

O retorno sobre patrimônio líquido (RSPL) aumentou para 13,2%, o que reforça o compromisso com o aumento da rentabilidade.

A contínua busca de eficiência, na avaliação do banco, tem possibilitado a manutenção do controle das despesas administrativas, que tiveram queda de 5,8% em relação ao último trimestre de 2017.

Com o desenvolvimento da estratégia digital e o avanço na reorganização institucional, o Banco do Brasil encerrou março com 588 agências digitais e especializadas, crescimento de 31% na comparação com março do ano passado.

O número de funcionários em agências e escritórios digitais teve reforço de 4.465 colaboradores na visão anual, fechando março com 9.428 dedicados aos segmentos Estilo e Exclusivo.

O índice de eficiência alcançou 38,5% no 1T18, ante 39,3% no 1T17. Este indicador mede quanto o banco gasta para gerar receita.

O índice de inadimplência (INAD+90) apresenta queda pelo terceiro trimestre consecutivo, com 3,65% ao final do 1T18. A melhora da qualidade do crédito provém especialmente no segmento de pessoas jurídicas. Ao desconsiderar o caso específico, o índice de inadimplência acima de 90 dias do BB (3,22%) retorna ao patamar inferior ao do Sistema Financeiro Nacional (3,30%).

Como resultado, as despesas com provisões tiveram nova queda no trimestre, totalizando R$ 5,4 bilhões.

Crédito ao agronegócio em crescimento

A carteira ampliada de agronegócio do BB atingiu R$ 184,7 bilhões no primeiro trimestre, aumento de 2,6% ante R$ 180,1 do 1T17. Destaque para operações de crédito rural (crescimento de R$ 9,7 bilhões) e FCO Rural (R$ 3,8 bilhão) em 12 meses. O Banco mantém-se, historicamente, como o principal agente financeiro do agronegócio no país, contribuindo de forma expressiva para o suprimento da demanda de crédito do segmento. Conforme dados do Sistema Nacional de Crédito Rural (SNCR), o BB detém, em março de 2018, 59% de participação nos financiamentos destinados ao setor.

Além disso, o BB, segundo afirma em seu balanço, permanece na vanguarda e mantém protagonismo no setor, oferecendo praticidade e agilidade nas contratações. Apenas em 2018, mais de R$ 1 bilhão de crédito foi contratado via mobile.

A carteira PF orgânica atingiu R$ 177,2 bilhões, alta 3,0% em relação ao mesmo período do ano anterior, com destaque para o crédito consignado com crescimento de 8,2% e o financiamento imobiliário que aumentou 6,8%.

Receita com tarifas crescem 5,4%

Resultado da diversificação e oferta assertiva de produtos e serviços, as rendas com tarifas alcançam R$ 6,5 bilhões no primeiro trimestre de 2018, 5,4% maior em relação ao mesmo período de 2017. Destaque para as linhas:

-  Administração de fundos (9,7%), reflexo da elevação dos recursos administrados que passaram de R$ 798,7 bilhões em mar/17 para R$ 906,8 bilhões em mar/18, alta de 13,5% em 12 meses;

-  Conta corrente, com aumento de 9,1% em 12 meses, resultado da especialização do atendimento;

- Mercado de capitais, com aumento de 34,2% se comparado com 1T17 e;

- Consórcios, com crescimento de 28,1% na comparação com o 1T17.

Transações via mobile e internet

As transações realizadas por telefones celulares e internet continuam em constante crescimento, representando 74,5% do total. Houve também aumento de 3,9 milhões de clientes que utilizam o Mobile banking.

Em abril/2018, o BB atinge 1,9 milhão de clientes nativos digitais, ou seja, clientes que iniciaram o relacionamento com o Banco por meio de abertura de Conta Fácil, desde novembro de 2016. Para 2018 o desafio é atingir 3 milhões de clientes digitais. O Banco do Brasil ficou listado na 49ª colocação entre os 100 maiores líderes mundiais em sustentabilidade corporativa, segundo o ranking Global 100, durante o Fórum Econômico Mundial realizado em Davos, na Suíça.

A listagem é feita com a análise prévia de cerca de 6 mil empresas e o BB foi o Banco melhor posicionado no ranking entre os bancos brasileiros, resultado que, de acordo com a instituição, representa um reconhecimento de importância internacional em se tratando de sustentabilidade empresarial corporativa.

 

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