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Conectar estratégia de dados é foco da transformação digital

Para 78% dos gestores de marketing, a integração do uso de dados é uma peça chave para o sucesso da transformação, segundo pesquisa da iProspect

 

Os contornos da nova economia digital estão cada vez mais nítidos: em 2020, espera-se que mais de um bilhão de pessoas efetuem pagamentos móvel contactless. Até 2023, deve haver tantos assistentes de voz digitais em uso quanto pessoas vivendo no planeta. Para entender esse cenário de comunicação e apontar as principais tendências nos próximos anos, a iProspect, agência de marketing digital presente em 59 países, desenvolveu a 5ª edição do estudo internacional Future Focus.

A empresa entrevistou mais de 250 profissionais de marketing e líderes globais de um amplo espectro de marcas, incluindo as empresas FTSE 100 e Fortune 500, em 35 países, incluindo Brasil. O estudo também inclui entrevistas exclusivas com líderes globais de empresas como Sprint, SideWalk Labs, Microsoft e Buttercloth.

Os gestores de marketing estão divididos entre o que a indústria exige e o que sua própria experiência em transformação digital aponta: 78% identificam ter uma estratégia de dados conectados como o componente mais importante de uma transformação digital bem-sucedida, enquanto 69% acreditam que uma estratégia clara de transformação cultural é a faceta mais subestimada.

"Embora o uso intensivo de tecnologia seja o meio para a transformação digital, nunca deve ser o objetivo final. Antes de investir em tecnologia, as empresas devem ter clareza sobre seus objetivos de negócio e a partir disso entender como o digital contruibui para cada um deles", ressalta Marcelo Petercem, diretor geral da iProspect Brasil.

Em outra frente, enquanto 93% dos profissionais de marketing acreditam que o marketing inclusivo é importante, menos de um em cada dez avalia a inclusão como parte do desenvolvimento de produtos e campanhas. Prevê-se ainda a expansão de novos modelos comerciais (incluindo mais marcas aderindo à venda direta ao consumidor); um em cada quatro profissionais de marketing acredita que as assinaturas podem representar mais de 50% de sua receita em cinco anos e menos da metade declara que não planeja se envolver em recommerce (venda de produtos usados) nos próximos cinco anos.

"As marcas precisam desmassificar suas estratégias, propondo comunicações e experiências que abranjam as características de grupos e comunidades menores, conhecido como personalização em escala. Graças a dados e tecnologia, os profissionais de marketing já têm as ferramentas necessárias para este processo, embora na prática ainda identifiquemos alguns gaps", afirma o diretor geral da iProspect.

 

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Huawei lança serviço inteligente de data center para acelerar a transformação digital

Oferta da múlti na área abrange consultoria e design, integração, operação e manutenção com uso de recursos de Inteligência Artificial

 

A Huawei lança globalmente o serviço inteligente de data center, cuja principal característica é acelerar a transformação digital nas empresas. O projeto permite a projeção, construção e operação dos data centers verdes e inteligentes de alta confiabilidade (Nível 4) em todo o mundo. Além disso, com a ajuda da Inteligência Artificial, o consumo de energia nos data centers pode ser reduzido em 8% a 15%.

De acordo com o vice-presidente de serviços corporativos da Huawei Enterprise Business Group, Hank Stokbroekx, as novas tecnologias estão liderando a transformação digital, destacando-se, neste contexto, Inteligência Artificial, Internet das Coisas e 5G, ao serem amplamente utilizadas em setores como finanças, governos, manufatura e mídia.

Um data center muito grande deve ter cinco recursos, que são convergência de ativos, alta potência, eficiência, continuidade dos negócios, inovação tecnológica e inteligência. “A partir dessa tendência, aliada à expertise da Huawei no fornecimento de soluções de Tecnologia da Informação e Comunicação, o novo serviço oferece aos clientes consultoria e design, implementação de integração, operação e manutenção inteligente e suporte a operações”, afirma Stokbroekx.

Até 2019, a Huawei já trabalhou com mais de 500 especialistas e mais de 4.200 parceiros na área de data centers em todo o mundo, ajudando empresas globais a construir mais de mil centros, totalizando uma área de mais de 2,4 milhões de metros quadrados.

Benefícios do serviço inteligente de data center

o Consultoria e design - Os consultores da Huawei ajudam os gerentes de TI das empresas na revisão das suas estratégias de negócios, facilitando o desenvolvimento dos indicadores de performances e a decisão sobre os investimentos necessários para atender aos padrões do setor;

o Integração dos sistemas - Utilizando ferramentas automáticas como o I-Designer, plataforma de design de integração baseada em nuvem, as empresas podem fazer um teste inicial para a construção do data center. Como resultado, os recursos podem ser alocados na proporção ideal, o que facilita a integração dos sistemas e um potencial redução de 50% no período de construção;

o Operação e manutenção - A plataforma de O&M da Huawei permite monitoramento automático e previsão de possíveis falhas com uso da Inteligência Artificial, aumentando a eficiência do data center em 20%;

o Suporte à operação - Por meio do suporte, as empresas podem reduzir os custos de investimento e construção em 20%, além de aumentar a eficiência do compartilhamento de dados. Ele é desenvolvido para monitoramento, previsão, aviso, coordenação, tomada de decisão e comando dos data centers;

o Design Verde - O algoritmo de Inteligência Artificial para economia de energia ajuda a simular a construção do data center verde.

 

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Embratel lança serviço de Inteligência Artificial

Nova oferta é voltada para companhias de segmentos e portes variados que lidam com grande volume de dados e de interações com o público

 

A Embratel anuncia o lançamento da sua solução de Inteligência Artificial (IA), um serviço que abrange diversas tecnologias capazes de aprender e desempenhar comportamentos que se assemelham à inteligência humana, para ajudar nos mais diversos desafios empresariais. A oferta é uma alternativa para companhias de segmentos e portes variados que lidam com grande volume de dados e de interações com o público.

“A Inteligência Artificial Embratel busca usar a alta capacidade de aprendizado e performance de máquinas para consumir dados e, com base neles, gerar insights aos negócios de nossos clientes”, explica Mário Rachid, diretor executivo de Soluções Digitais da Embratel. Ele ressalta que a oferta contribui com o desempenho operacional dos funcionários das empresas, pois atua em atividades antes obrigatoriamente desempenhadas por humanos.

Estimativas indicam que o número de organizações que implantaram Inteligência Artificial dentro de suas operações entre 2018 e 2019 cresceu de 4% para 14%. Considerando os inúmeros benefícios trazidos pela Inteligência Artificial e pelo Machine Learning, além das necessidades atuais do mercado por atendimentos mais rápidos e automatização, a tendência é que a adoção continue em evolução.

A implantação do serviço Inteligência Artificial Embratel ocorre em três etapas. Na primeira fase, uma equipe especializada da Embratel realiza uma análise para compreender quais as necessidades do cliente, buscando sugerir a melhor abordagem de Inteligência Artificial para o seu negócio. Identificado o cenário e definida a estratégia, o time mapeia todos os dados de que o cliente dispõe, como eles estão armazenados e a forma como essa base é aumentada a cada dia.

Em seguida, a solução de IA definida para o projeto é codificada pela equipe de desenvolvimento da Embratel. Após a codificação, um treinamento é feito expondo o sistema a uma quantidade elevada de informações para que demonstre seu comportamento inteligente. As respostas fornecidas pela máquina são, então, avaliadas por especialistas e, quando necessário, corrigidas. Dessa forma, o sistema consegue aprender os comportamentos a serem seguidos, de acordo com os resultados de cada interação.

Na terceira etapa, o sistema já em funcionamento é acompanhado pela equipe Embratel para que as decisões tomadas automaticamente sejam avaliadas. Neste momento, quando houver comportamento incorreto ou quando forem necessárias novas informações que complementem a base de conhecimento do sistema, o time poderá intervir para aprimorar a tecnologia. Ao longo do tempo, o sistema se torna cada vez mais capaz e inteligente, até chegar ao nível de atuação desejado pelo cliente.

Diversas possibilidades de aplicação

Graças às habilidades cognitivas da tecnologia, que permitem o aprendizado por meio da observação de escolhas e correlação de eventos para identificar a lógica por trás das decisões, o sistema pode ser empregado para necessidades diversas – como chatbots e aplicativos de rotas, exemplos bastante conhecidos. Inteligência Artificial também pode ser usada no monitoramento de atividades online para segmentação de público e na análise de tentativas de fraude em dados transacionais, ajudando a impedir a ação, entre outros fins.  A tecnologia auxilia na tomada de decisão mesmo quando não está programada explicitamente para isso, pois observa e aprende com as escolhas e eventos ocorridos no sistema.

“A Inteligência Artificial da Embratel reúne as melhores e mais eficazes práticas tecnológicas para colaborar com diversos segmentos de mercado, desde instituições financeiras até a indústria”, analisa Mário Rachid. Outros segmentos que podem ser atendidos pela oferta incluem seguradoras, varejo e saúde, por exemplo, ajudando a criar uma melhor experiência ao cliente final e a gerar novas receitas, com a identificação de oportunidades de criação de novos produtos e serviços.

 

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Plataforma de IA da Stefanini está disponível para ajudar as organizações no combate ao coronavírus

A solução Sophie é atualizada diariamente com informações sobre a doença. Poderá ser usada, gratuitamente e por tempo indeterminado, em todas as regiões do mundo onde a múlti brasileira atua.

 

A Stefanini, multinacional brasileira desenvolvedora de soluções digitais, está tornando disponível, gratuitamente e por tempo indeterminado, em todas as regiões onde atua – Brasil, Latam, Estados Unidos/Ásia e Europa - sua plataforma de Inteligência Artificial Sophie para empresas, organizações e entidades públicas que queiram utilizá-la em seus websites e Intranets para tirar dúvidas de colaboradores e cidadãos sobre a pandemia de coronavírus.

“Não estabelecemos nenhuma limitação, nem de volume, nem de integrações. Queremos que a ferramenta seja útil à sociedade neste período em que a informação é primordial para salvar vidas. Temos certeza de que receberemos ótimas ideias para compartilhar”, afirma Guilherme Stefanini, diretor de Novos Negócios do Grupo Stefanini.

Entre as utilizações da ferramenta já mapeadas está o cadastro e acompanhamento de infectados com baixo grau de risco, o que diminui a pressão sobre o sistema de saúde, que é maior prioridade neste momento.

Ao longo dos últimos dias, a plataforma foi treinada com dados públicos sobre o coronavírus, o que permite à Sophie interagir e fornecer informações atualizadas sobre o COVID-19, sintomas e como se prevenir, além de assuntos que podem ser úteis ao usuário nesse momento de quarentena, como melhores práticas de home office, estatísticas em tempo real e atividade de lazer virtual. A mesma solução está sendo utilizada pelo RH da Stefanini para orientar os seus mais de 25 mil colaboradores no mundo.

“A tecnologia mostra seu valor quando é capaz de ajudar a sociedade. Há anos trabalhamos na construção de algoritmos de Inteligência Artificial para aprimorar a interação entre pessoas e sistemas. Acreditamos tanto nisso que, neste momento de ansiedade para todos, queremos que as organizações públicas e privadas do país tenham acesso à tecnologia para orientar suas equipes com dados atualizados diariamente”, afirma Alex Winetzki, diretor de P&D da Stefanini.

A plataforma Sophie foi projetada com um conjunto original de algoritmos de Inteligência Artificial, que substitui o atendimento humano baseado em scripts por automação, e faz isso de maneira cada vez mais sofisticada, com investimentos em processamento de voz, texto e autoaprendizado. Um dos principais diferenciais da solução é o uso de tecnologia própria, que torna mais rápida sua implementação. Para acessar, clique aqui.

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SAS é apontado pela IDC como líder em soluções de Inteligência Artificial

Solução Viya foi reconhecida como importante plataforma para as empresas automatizarem processos e elevarem a produtividade dos funcionários

 

O SAS, provedor global de soluções de analytics, foi posicionado na categoria dos líderes no IDC MarketScape: Worldwide General-Purpose Artificial Intelligence Software Platforms 2019 Vendor Assessment da IDC, consultoria de inteligência de mercado nas indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações. Foi a primeira vez que a empresa de pesquisas avaliou os principais fornecedores em soluções de Inteligência Artificial (IA).

Os critérios usados incluem receita, participação de mercado, estratégia e habilidades específicas nesse segmento. O estudo avaliou um total de 10 fornecedores no mercado de plataformas de software de IA. A consultoria destacou ainda a relevância do uso da solução pelas empresas para aumentar a produtividade dos funcionários e para promover automação de processos.

Sobre a solução Viya, o IDC MarketScape aponta que a interface visual da plataforma do SAS torna mais fácil para os usuários não especializados em ciência de dados trabalharem, fazerem o gerenciamento e desenvolverem modelos de Inteligência Artificial e de Machine Learning.

Outros pontos destacados no estudo foram que 46% dos participantes que usam SAS Viya escolheram a plataforma pelo baixo custo, e que 61% desses usuários estavam implementando as aplicações de IA do SAS na nuvem.

"É sempre motivo de orgulho estar posicionado como líder em um relatório como esse, e o reconhecimento é prova de que o SAS domina os mercados tanto de Analytics quanto de Inteligência Artificial", afirma Cassio Pantaleoni, presidente do SAS Brasil.

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CIP e R3 firmam parceria para a primeira rede blockchain do sistema financeiro no País

Iniciativa torna disponível a arquitetura Corda, permitindo o compartilhamento de informações entre as instituições parceiras, com proteção dos dados

 

A CIP - Câmara Interbancária de Pagamentos e a R3, empresa especializada no desenvolvimento de blockchain corporativo, firmaram parceria para a Rede Blockchain do Sistema Financeiro Nacional (RBSFN), que foi anunciada durante o CIAB Febraban de 2019.

A iniciativa, implementada pela CIP e pela Febraban, é a primeira rede de blockchain do setor no Brasil. Ela permite o compartilhamento de informações entre as instituições parceiras, com proteção dos dados.

Com a nova parceria, a rede passa a implantar também a arquitetura do Corda, criada pela R3, em 2017, e que já conta com mais de 300 entidades participantes de seu ecossistema, incluindo bancos, seguradoras, corporações, empresas de tecnologia e reguladores de todo o mundo.

"Com o Corda R3 ampliamos as opções para os participantes da RBSFN, fornecendo opções de plataformas adequadas a cada modelo de negócio e caso de uso. Futuramente forneceremos a interoperabilidade entre plataformas. Acreditamos que será uma parceria de sucesso e que agregará muito valor ao sistema financeiro", afirma Joaquim Kavakama, Superintendente Geral da CIP.

O Diretor Geral da R3 no Brasil, Keiji Sakai, acredita que a parceria representa uma grande oportunidade para que instituições financeiras que já utilizam o Corda possam implementar soluções em uma rede já consolidada com maior agilidade e segurança.

"Por sua arquitetura única, que garante privacidade em ambientes de ledger distribuído, acreditamos que o Corda se encaixa perfeitamente nos casos de uso em que a confidencialidade das informações é o principal requisito", afirma. "Para nós, é um grande privilégio contribuir com a experiência global que a R3 tem no mercado financeiro, junto aos projetos da CIP e Febraban”, completa.

Atendimento a requisitos da área financeira

A plataforma Corda foi construída seguindo os requisitos de segurança, privacidade e escalabilidade definidos pelas instituições financeiras que fizeram parte do consórcio original da R3.

Considerado como a Terceira Geração de plataformas Blockchain, ao contrário das tecnologias blockchain tradicionais onde os dados são compartilhados para todos os participantes, o Corda foi concebido para que os dados das transações entre as partes sejam totalmente privados, ou seja, não distribuídos para os outros nós da rede.

"A privacidade e segurança das informações, aliadas à interoperabilidade de aplicações em sua rede, tornaram o Corda uma escolha natural para instituições financeiras, seguradoras e infraestruturas de mercado financeiro como a CIP, para os casos de uso onde a confidencialidade das informações é crítica para a operação" explica Sakai.

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Stefanini utiliza Inteligência Artificial para orientar colaboradores sobre a prevenção ao coronavírus

Plataforma Sophie é treinada para informar sobre os sintomas, como agir em caso de viagens agendadas e eventos programados

 

Enquanto autoridades e entidades médicas trabalham mundialmente para barrar a propagação do novo coronavírus, as empresas buscam formas de conciliar suas atividades com ações que estimulem a prevenção e a segurança de seus funcionários. Na Stefanini, multinacional brasileira desenvolvedora de soluções digitais, a sua plataforma de Inteligência Artificial Sophie está sendo utilizada para informar os colaboradores sobre o COVID-19, principais sintomas, como as pessoas devem se prevenir e como a companhia está atuando neste momento de cautela.

Na semana passada, a plataforma de inteligência cognitiva foi treinada pela equipe de Pesquisa e Desenvolvimento da Stefanini para responder via chat, pelo canal Stefanini Atende, as principais dúvidas sobre o tema no Brasil. “Estamos priorizando 100% a comunicação, transmitindo tranquilidade e confiança para superarmos este novo desafio”, afirma Marco Stefanini, CEO Global do Grupo Stefanini.

A multinacional conta com um plano de contingência global – a empresa está presente em 41 países -, que é adaptado de acordo com a situação enfrentada em cada região: Brasil, Latam, Estados Unidos, Ásia e EMEA. “Temos um Comitê de Gestão em cada região, encarregado de seguir os protocolos da Organização Mundial de Saúde (OMS) e de definir planos de contingência em conjunto com os clientes para minimizar os impactos nas operações”, explica Rodrigo Pádua, VP Global de Gente e Cultura da Stefanini.

O trabalho remoto é recomendado para aqueles que tenham algum sintoma aparente ou que pertençam a grupos de maior preocupação, como gestantes, pessoas com mais de 60 anos ou que tenham baixa imunidade. “Como o cenário está mudando rapidamente, avaliaremos a situação dia a dia para tomarmos medidas que priorizem a saúde dos nossos funcionários e de seus familiares”, comenta Pádua.

Atualmente, as viagens internacionais para Europa, Ásia e EUA estão canceladas. Para América Latina e Brasil, as viagens foram restringidas, mantendo a orientação de priorizar as reuniões virtuais. A estimativa é de que 70% a 80% de todas as reuniões da companhia deixem de ser presenciais nas próximas semanas.

Sophie no RH

Projetada com um conjunto original e premiado de algoritmos de Inteligência Artificial, a plataforma substitui o atendimento humano baseada em scripts por automação, e faz isso de maneira cada vez mais sofisticada, com investimentos ambiciosos em processamento de voz e autoaprendizado. O objetivo é permitir velocidade e eficiência cada vez maiores na implantação e gestão da plataforma.

Desde o segundo semestre do ano passado, a tecnologia está sendo utilizada no RH da Stefanini para substituir a tradicional abertura de chamadas pela interação por meio de chatbot e, consequentemente, melhorar a experiência dos colaboradores.

Experiência híbrida de atendimento digital, a Sophie atende em média 1.625 chamadas por mês no Brasil, o que corresponde a 35% do total, sendo 65% solucionados pela plataforma de IA.

Um dos principais diferenciais da solução é o uso de tecnologia própria. “Nós controlamos o núcleo, o ‘cérebro’ da Sophie, o que torna a ferramenta mais rápida de treinar e mais de simples de manter”, completa o diretor de P&D da Stefanini, Alex Winetzki.

 

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Huawei lança a primeira rede determinística de telecomunicações orientada à tecnologia 5G

Rede oferece recursos customizáveis, privacidade de dados e autoatendimento com gerenciamento automatizado

 

A Huawei lança a primeira solução de rede determinística de telecomunicações orientada à tecnologia 5G, denominada 5GDN. O projeto se baseia no conceito principal de “Cloud Native, One Core, Real Time Operation e Edge Computing" ("Nuvem Nativa, Um Núcleo, Operação em Tempo Real e Computação de Borda”, em tradução livre). A solução fornece conectividade e experiência de uso diferenciados e garantia de cumprimento do Acordo Nível de Serviço (SLA) para todos os setores, pois cria Redes Móveis Virtuais Privadas (MVPNs) verificáveis​​.

A Transformação Digital exige que as redes 5G se diferenciem ao oferecer recursos customizáveis, privacidade de dados e autoatendimento com gerenciamento automatizado. Para isso, é fundamental que seja uma rede 5G determinística, que aponta com precisão o tempo necessário para a transferência de dados ao utilizar técnica de multiplexação de tempo fixo (cada canal recebe um pacote pré-determinado e permanente de dados).

A Huawei trabalhará fortemente com parceiros para promover o consenso e acelerar o desenvolvimento do setor de telecomunicações, além de inovar serviços, construir um sistema forte de 5G e impulsionar novas oportunidades de negócios para o 5G", disse o vice-presidente do Departamento de Marketing de Rede em Nuvem da Huawei, Ma Liang. Até agora, a Huawei já firmou 91 contratos comerciais de 5G em todo o mundo.

Características do 5GDN

o Nuvem nativa: alavancando a arquitetura nativa, é possível unificar a infraestrutura da nuvem de telecomunicações e, consequentemente, suportar os mecanismos que atendam aos requisitos de redes centrais e de borda;
o Um núcleo: a rede principal 5G baseada em microsserviços é totalmente integrada às redes 2G, 3G, 4G e herda todos os serviços existentes. Sua implantação por meio de um núcleo aperfeiçoa o desempenho do sistema e, principalmente, garante a evolução do software na migração para a rede 5G;
o Operação em tempo real: o mecanismo de automação da rede principal integra várias funções e aproveita os recursos programáveis ​​de fluxo de trabalho, dados nativos e Inteligência Artificial para garantir a operação inteligente, simplificada e ágil da rede principal 5G;
o Computação de borda: o alto desempenho da computação de borda garante baixa latência determinística e cria um ecossistema baseado em conectividade e computação aprimoradas, colaboração na nuvem e integração rápida de serviços de terceiros.

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IBM aumenta a capacidade do Watson de entender a linguagem dos negócios

Novos recursos possibilitam à solução de Inteligência Artificial debater tópicos complexos com os humanos, originando melhores insights

 

A IBM, desenvolvedora de soluções de Inteligência Artificial (IA) para as empresas, está anunciando novas tecnologias de IBM Watson concebidas para ajudar as organizações a começar a identificar, entender e analisar alguns dos maiores desafios da linguagem humana com mais clareza, para obter melhores insights.

As novas tecnologias representam a primeira comercialização de capacidades essenciais de Processamento de Linguagem Natural (Natural Language Processing - NLP) presentes no projeto de pesquisa Project Debater, de IBM Research, o único sistema de Inteligência Artificial capaz de debater com humanos sobre tópicos complexos.

Por exemplo, um novo recurso avançado de análise de sentimentos é definido para identificar e analisar expressões idiomáticas e coloquialismos pela primeira vez. Frases como “hot under the colar”, que em português seria algo como “subir o sangue”, têm desafiado os sistemas de IA porque são difíceis de detectar pelos algoritmos.

Com a análise avançada de sentimentos, as empresas podem começar a avaliar esses dados de linguagem com as APIs de Watson para obter um entendimento mais holístico de suas operações. Além disso, a IBM está trazendo tecnologia de sua divisão de pesquisa, IBM Research, para entender documentos de negócios, como PDFs e contratos, para também adicionar aos seus modelos de IA.

"A linguagem é uma ferramenta para expressar pensamentos e opiniões, tanto quanto uma ferramenta para obter informações", comenta Rob Thomas, Gerente Geral de IBM Data and AI. "É por isso que estamos coletando tecnologia do Project Debater e integrando-a ao Watson - para permitir que as empresas capturem, analisem e entendam mais da linguagem humana e comecem a transformar a maneira como utilizam o capital intelectual que está codificado nos dados.”

Hoje a IBM está anunciando os planos de integrar ao Watson as tecnologias do projeto de pesquisa Project Debater ao longo deste ano, para aprimorar a capacidade dos clientes de explorar a linguagem natural.

A empresa adquiriu expertise em Natural Language Processing, desenvolvendo tecnologias que permitem aos sistemas de computador aprender, analisar e entender a linguagem humana - incluindo sentimentos, dialetos, entonações, entre outros, com maior precisão e velocidade.

Através do Watson, a IBM trouxe para o mercado sua tecnologia NLP - da qual grande parte nasceu na divisão de pesquisa, IBM Research. Produtos como: o Watson Discovery, para compreensão de documentos; o IBM Watson Assistant, para assistentes virtuais; e o Watson Natural Language Understanding para análise avançada de sentimento, todos têm NLP.

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everis oferta consultoria para apoiar a automação das empresas

Múlti propõe uma análise aprofundada dos processos empresariais, visando otimizar operações e aproveitar melhor o capital humano

 

É necessário mudar a mentalidade das organizações e desenvolver uma visão única para impulsionar efetivamente os objetivos dos negócios por meio da automação, que hoje se tornou uma das principais ferramentas das empresas para transformar seus negócios atuais em busca de eficiência e novas oportunidades de geração de valor.

A everis, consultoria multinacional de negócios e TI, conta com uma equipe de consultores especializados em analisar as demandas de negócios das organizações e propor as melhores estratégias para automatizar seus processos. A meta é contribuir para que ampliem a produtividade, ganhem eficiência e reduzam custos para incrementar os resultados.

“Durante 2018, 20% do investimento global em Transformação Digital concentrou-se na automação, atingindo US$ 160 milhões e, para os próximos 10 anos, este mercado deverá ter um crescimento anual de 15%, saindo de 2,8 milhões de robôs instalados para 11 milhões em todo o mundo”, afirma Bruno Leal Magalhaes, gerente de Business Consulting da everis Brasil.

Segundo ele, o conceito de automação sempre esteve relacionado à robotização de tarefas altamente transacionais, repetitivas e de baixo valor e a ênfase passou a ser colocada na melhoria da eficiência dos processos, na redução dos custos operacionais e no aumento da escalabilidade para manter os recursos.

Novo modelo de automação inteligente

Mas a evolução de soluções tecnológicas avançadas, como a Inteligência Artificial (AI) ou Big Data, está possibilitando um novo modelo de automação inteligente de processos (IPA), no qual as tarefas mais complexas podem ser automatizadas por meio da implementação de análises preditivas e motores de decisão ou mesmo técnicas mais sofisticadas, como agentes cognitivos, Machine Learning ou redes neurais.

Por isto, a implementação de soluções de automação está demonstrando benefícios ainda mais significativos nas empresas, tanto na eficiência de suas operações quanto na satisfação de seus colaboradores e clientes, tais como:

1) Aumento da competitividade e diminuição do time-to-market devido à redução de 60% a 80% no tempo de operação dos processos;

2) Obtenção de economia e redução de 40% a 50% da força de trabalho dedicada a atividades manuais e repetitivas, permitindo sua realocação para tarefas de maior valor ou mesmo em áreas mais carentes de mão de obra da organização;

3) Eliminação de 100% dos erros operacionais humanos, maximizando a precisão, a qualidade das operações e a economia de custos;

4) Maior articulação e melhoria da percepção do serviço por parte do cliente, aumentando a sua satisfação média em cerca de 20%.

Desafios operacionais e de negócios

Ainda assim, vale ressaltar que, para implementar adequadamente uma estratégia de automação e alcançar os resultados esperados, as empresas devem enfrentar uma série de desafios não apenas tecnológicos, mas também operacionais e de negócios:

o Alinhar os interesses entre as diferentes unidades de negócio e obter o apoio necessário dentro da organização para justificar a aposta em uma estratégia deste tipo;

o Compreender que a melhor abordagem para conhecer a real complexidade de automatizar um processo é por meio do desenvolvimento de provas de conceito, que permitem estimar de forma adequada o tempo e os recursos necessários para a implementação;

o Desenvolver um sólido caso de negócio que justifique o investimento em automação. Para isso, recomenda-se uma abordagem mais estratégica que busque não apenas a economia via a liberação da força de trabalho, mas também estimar o ganho potencial no futuro, com a maior escalabilidade do negócio ou a melhoria na produtividade dos colaboradores proporcionada pela liberação de tarefas de baixo valor, por exemplo;

o Ter as capacidades técnicas necessárias para implementar soluções de automação e integrá-las aos sistemas da organização. Para tanto, é necessário que as companhias não subestimem os riscos de implementação e busquem no mercado o conhecimento necessário para garantir o sucesso no desenvolvimento;

o Compreender que a automação deve servir de pretexto para questionar o modelo operacional atual e transformar o status quo da empresa. Para isso, é fundamental entender minimamente os processos operacionais como uma etapa prévia a qualquer desenvolvimento;

o Definir e estruturar um modelo de governança para gerenciar e coordenar os esforços de automação, bem como transformar a cultura da organização, incorporando um novo modelo de colaboração homem-máquina

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