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Executivos do setor financeiro estão preocupados com a disrupção digital

Pesquisa, realizada pela FICO, revela que 88% dos executivos consideram o tema uma ameaça iminente para suas empresas

Um levantamento realizado pela FICO, líder em gerenciamento analítico e tecnologia de tomada de decisão, em parceria com a publicação American Banker, revela que executivos do setor financeiro estão preocupados com o rápido avanço da disrupção digital – 88% deles a consideram uma ameaça iminente para suas empresas, sendo que 51% dos que trabalham em bancos e 71% dos que estão em fintechs avaliam esse tema como uma ameaça muito séria.

Foram entrevistados mais de 200 profissionais seniores de fintechs e bancos do Brasil e de outros nove países como Estados Unidos, Canadá, México, Reino Unido, Espanha, Turquia, Nigéria, Índia e Nova Zelândia.

A pesquisa identificou oportunidades estratégicas para o setor financeiro, como o fato de que viver na era digital impõe a necessidade de interagir em tempo real e oferecer diversos pontos de contato personalizados ao cliente. Além disso, revelou que apenas metade dos entrevistados usa seus dados da maneira mais eficaz possível. “O setor precisa ganhar confiança e adotar inteligência artificial e machine learning para potencializar seus negócios. Dessa forma, será possível se antecipar e atender às necessidades dos clientes”, afirma Ricardo Cheida, diretor de Pré-Vendas para América Latina da FICO.

Entre as principais conclusões do estudo estão a necessidade de melhorar o atendimento ao cliente, a tomada de decisões em tempo real, a integração de análises e o empoderamento de usuários que não são técnicos. E para que as empresas alcancem esses objetivos, a pesquisa indicou a importância de se investir em ferramentas que centralizem a tomada de decisões.

“Somente com uma infraestrutura unificada é que as empresas vão conseguir ter o foco total no cliente, pois será possível transformar continuamente os dados não processados ​​em estratégias valiosas, acionáveis ​​e quantificáveis ​​para impulsionar seus negócios. Por exemplo, a solução FICO® Centralized Decisioning conecta todas as informações críticas para ajudar a empresa a tomar decisões mais inteligentes, rápidas e rentáveis”, conclui Cheida.

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Nuveto cria nova unidade de negócios focada em IoT

Nova divisão na empresa tem como objetivo explorar o grande mercado que os dispositivos IoT podem proporcionar

É cada vez mais comum que dispositivos conectados à internet façam parte da rotina do mundo. Dispositivos estão por todos os lados, desde um smartphone até dispositivos desenvolvidos especificamente como solução para um tipo de negócio. A conexão e troca de dados entre objetos já faz parte do dia a dia da maioria das pessoas e empresas. De acordo com a consultoria McKinsey & Company, a internet das coisas terá um potencial impacto econômico de equivalente a 11% da economia mundial em 2025. Isso significaria de US$ 3,9 trilhões a US$ 11,1 trilhões por ano.

Sabendo disso, a Nuveto, empresa brasileira de soluções em nuvem para as áreas de atendimento e relacionamento ao cliente, identificou uma oportunidade de explorar este mercado com alto potencial criando uma nova unidade de negócios, a Fuse IoT.

Como a Nuveto é uma empresa tradicionalmente conhecida por sua atuação em Contact Centers na nuvem, a opção foi pela criação da nova unidade de negócios focada em IoT. "Embora as soluções de IoT possam garantir muita produtividade aos nossos atuais clientes, optamos por criar a Fuse IoT para que o mercado não absorvesse a informação de maneira equivocada. Nossa atuação seguirá nos mesmos moldes, no entanto, temos mais uma unidade de negócios dentro da companhia que nos proporcionará diversas novas oportunidades, bem como a MEX, incorporada há pouco mais de um ano", afirma Luís Fernando Palermo, CEO da Nuveto.

Objetivos e expectativas

O objetivo da companhia é oferecer ao mercado soluções de transformação digital utilizando tecnologias de IoT, aproveitando a cadeia de valor deste ecossistema para garantir benefícios técnicos às operações, tanto dos clientes atuais como de novas oportunidades que surgirem a partir do lançamento da Fuse IoT.

A Fuse IoT espera que, até o segundo semestre de 2020, mais de 15 mil dispositivos de IoT sejam instalados em todo o Brasil pela companhia.

"Temos grandes expectativas de estabelecer novos negócios com todos os clientes atuais da Nuveto, além de desbravar inúmeras novas oportunidades. O que limita uma solução de IoT é a visão estratégica de negócio, criatividade e conhecimento técnico, fatores que temos de sobra na equipe", afirma Murilo Silva, diretor de soluções da Fuse IoT.

"Através das tecnologias de IoT poderemos coletar dados para monitorar qualquer situação, desde coisas simples como a conservação de um jardim, até a temperatura de geladeiras de medicamentos e vacinas em hospitais e centros de pesquisa, ou até mesmo na transmissão de informações sobre acidentes de motociclistas aos órgãos competentes. Basta nos reunirmos com o cliente, ouvirmos sua 'dor', para desenvolvermos uma solução baseada em IoT que resolva seu problema e traga retorno a ele", completa Silva. 

Murilo Silva é nomeado diretor de soluções da Fuse IoT

Outro fator importante para a criação da Fuse IoT foi a chegada de Murilo Silva à Nuveto como desenvolvedor. A princípio, Silva se concentraria em soluções baseadas em Five9 para Contact Centers na nuvem, mas em pouco tempo identificou oportunidades em alguns clientes e, desta forma, após a criação da Fuse IoT foi promovido a diretor de soluções da divisão.

 

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Cielo e Bitfy se unem para permitir pagamentos com bitcoins via QR Code

Acordo entre as duas empresas posiciona o Brasil como o país que mais aceita bitcoins no mundo

A Cielo firmou parceria com a startup Bitfy – primeira carteira multiuso não custodiante de criptomoedas do país – para pagamentos com bitcoins via QR Code. Com o objetivo de democratizar o uso da criptomoeda no dia a dia de maneira massificada, o acordo permite de maneira inédita o pagamento em mais de 1,5 milhão de terminais de pagamentos da Cielo a partir de agora como se fosse com um cartão de crédito à vista.

A parceria posiciona o Brasil com o país quAe mais aceita bitcoins no mundo como meio de pagamento direto no varejo físico dando de maneira inédita a total custódia da moeda ao consumidor: "Com o nosso app é o usuário o custodiante, ou seja, o dinheiro fica realmente com só ele. Isso significa autonomia e liberdade de escolhas a quem o tem e estar ao lado da Cielo é motivo de grande alegria pois permite que mais pessoas possam ter bitcoins e usá-los para comprar qualquer coisa", afirma Lucas Schoch, CEO da Bitfy. Desde o início das operações da startup, há pouco mais de 1 mês a Bitfy conquistou 2 mil usuários e R$ 50 mil transacionados. A estimativa mínima é chegar ao fim do ano com 50 mil usuários.

Funcionamento

O usuário precisa baixar o app Bitfy, disponível em Android e IOS. No cadastro serão informadas as chaves de segurança que só poderão ser utilizadas pelo usuário. Isso significa que a startup não tem acesso algum aos bitcoins do usuário, dando a ele total autonomia sem perder a segurança.

No caso dos pagamentos com a maquininha, coloca-se o valor desejado, a opção por crédito à vista e mais um clique no botão verde. Nesse momento surgirá um QR Code. Em paralelo, o usuário abre o app da Bitfy e clica no botão paga e, na sequência, a opção "Máquinas Cielo". Nesse momento, a câmera do smartphone é aberta para a leitura do código. Com isso, basta colocar a senha do app cadastrada. Pronto: a transação é confirmada.

De acordo com o diretor de produtos da Cielo, Rodrigo Penteado, a parceria é uma oportunidade para expandir as receitas dos terminais da empresa. "Nossos clientes vendem mais e os usuários da Bitfy ganham uma alternativa muito prática para fazer compras", diz. Entre agosto e setembro de 2019 foram movimentados quase R$ 14 BI no Brasil, segundo dados oficiais da Receita Federal. A expectativa com essa parceria é que o uso do bitcoin se torne uma opção interessante para o dia a dia também como qualquer outra moeda.

 

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Confira a agenda de tecnologia dos bancos para 2020

Sistema de Pagamentos Instantâneos e início da adoção do Open Banking são destaques no setor 

Entre os principais destaques da agenda de tecnologia do setor financeiro para o próximo ano estão o começo da adoção do Open Banking no Brasil, a partir do segundo semestre, e o início, em novembro, da operação do sistema de Pagamentos Instantâneos, que permitirá enviar e receber dinheiro durante 24 horas por dia, 7 dias por semana em até 10 segundos.

Para padronizar e organizar a plataforma de pagamentos instantâneos, em um ambiente de segurança e comodidade para os clientes, as instituições financeiras investem em infraestrutura, tecnologia e discussões técnicas. E tem levado propostas e recomendações ao Banco Central para a criação do ecossistema do Open Banking, de maneira a garantir sua segurança, financiamento adequado e confiabilidade.

Adicionalmente, para o próximo ano, investimentos em tecnologias como inteligência artificial, big data, internet das coisas e biometria prometem mudar de forma significativa os modelos operacionais e de negócios dos bancos, e devem trazer mais produtos e soluções bancárias inovadores.

"Para fazer frente às inovações e manter de pé uma estrutura que atenda a milhares de brasileiros, o setor bancário brasileiro vem investindo anualmente cerca de R﹩ 19,5 bilhões em tecnologia", afirma Gustavo Fosse, diretor setorial de Tecnologia e Automação Bancária da Febraban. "O montante é um reflexo do esforço das instituições para continuar sempre acompanhando a evolução da tecnologia."

Conheça abaixo o que estará no radar e na agenda dos bancos brasileiros em 2020:

Sistema de Pagamentos Instantâneos

Enviar e receber dinheiro em menos de 10 segundos, durante 24 horas por dia, sete dias por semana, será possível no país a partir de novembro de 2020, quando está prevista a implementação do ecossistema de pagamentos instantâneos no Brasil. As instituições financeiras já estão se preparando para aderir ao sistema e investem em infraestrutura, tecnologia e discussões técnicas para padronizar e organizar uma plataforma de pagamentos instantâneos dentro de um ambiente de segurança para os clientes.

"A nossa meta é fazer com que uma transação realizada pelo sistema de pagamento instantâneo leve até, no máximo, 10 segundos", afirma Leandro Vilain, diretor de Negócios e Operações da Febraban. Hoje, 95% das TEDs acontecem geralmente em até 5 minutos, apesar de o prazo estabelecido na regulação ser de até 30 minutos."

A partir de fevereiro de 2020, estará disponível, no Banco Central, o ambiente de testes de conectividade com as potenciais instituições participantes. Em junho, todas as instituições iniciam os primeiros testes relacionados à implementação do sistema de pagamentos instantâneos.

Open Banking

O sistema de Open Banking cria novos modelos de negócios digitais com o uso de APIs (interfaces de programação de aplicações). O modelo permite aos clientes compartilhar o acesso aos seus dados financeiros com provedores terceiros não-bancários, que podem usar esses dados para oferecer ao consumidor uma melhor experiência com serviços financeiros.

Em novembro, o Banco Central pôs a proposta de Open Banking em consulta pública até 30 de janeiro de 2020. A edição da regulação está prevista para o primeiro semestre, e o início da implementação deverá começar no segundo semestre, segundo o Bacen.

Para Fernando Freitas, superintendente-executivo do Departamento de Pesquisa de Inovação do Bradesco, o Open Banking impacta, praticamente, todas as áreas do banco. "Nesse cenário, o open banking pode permitir a construções de novos serviços financeiros e não financeiros como onboarding e validação de identidade."

Big Data e Fast Data

O potencial do Big Data e das ferramentas para análise de dados, chamadas de Analytics, já permitem que as instituições reduzam seus custos e exposição a riscos, e conheçam melhor seus clientes.

Entretanto, o desenvolvimento e a expansão dos negócios nos bancos em áreas como IoT (internet das coisas) fizeram com que as instituições priorizem, agora, casos de uso de fast data e streaming (dados gerados em tempo real) que permitem interceptar, interpretar e responder a eventos em interações dos clientes com os canais de atendimento do banco com muito mais velocidade.

"Trata-se de uma nova fase em Big Data, em que a instantaneidade é o novo normal", diz Richard Flávio da Silva, superintendente-executivo de Tecnologia do Santander. "Em uma sociedade em que os desejos são para o ‘agora’, vemos muito valor na capacidade de dialogar com os clientes no que chamamos ‘momento zero’, o instante mais próximo possível do tempo real."

Inteligência artificial (IA)

A Inteligência Artificial (IA) ainda continuará revolucionando o atendimento bancário, por meio de chatbots e assistentes virtuais. Aqui, os robôs são dotados da capacidade de "pensar" como seres humanos, o que inclui a prática de raciocinar e tomar decisões a partir do cruzamento de dados. Com isso, ajudam a tirar dúvidas, dar informações e auxiliar em consultas e até sugerir investimentos.

"Agora, a bola da vez é o atendimento por voz, serviço que se expandirá nos bancos em 2020", afirma Gustavo Fosse, diretor setorial de Tecnologia e Automação Bancária da Febraban e também diretor de Tecnologia do Banco do Brasil.

O uso da tecnologia também avançará no processo de onboarding (abertura de contas) digital, reconhecimento de imagens, reconhecimento de assinaturas em cheques, financiamentos, modelos de risco de crédito, e em áreas como a de recursos humanos e na jurídica, para leitura de contratos e pareceres.

5G e internet das coisas

A internet das coisas (IoT) ganhará ainda mais importância na estratégia de negócios das instituições financeiras com a chegada da rede 5G, já que essa tecnologia deve impulsionar o uso massivo de IoT e a oferta de produtos e serviços inovadores.

Segundo previsão do Gartner, 14,2 bilhões de equipamentos conectados estarão em uso até o final de 2019, e esse total chegará a 25 bilhões de dispositivos até 2021, produzindo cada vez mais um imenso volume de informações.

O 5G promete elevar a comunicação móvel a um novo patamar. Além de maior velocidade (de até 1,5 Gbps de downlink - transmissão via satélite), cerca de 20 vezes mais rápida, e baixa latência (quanto mais baixa a latência, melhor a qualidade da transmissão), a tecnologia será capaz de conectar dez vezes mais dispositivos que as redes sem fio 4G. Neste mês, a Agência Nacional de Telecomunicações(Anatel) adiou a aprovação da proposta de edital para leilão de frequências 5G, que ficará para 2020, e o leilão poderá ficar para o início de 2021.

Biometria

Formas alternativas de biometria continuarão a avançar nas instituições financeiras em 2020. A biometria digital, ou pela palma da mão, já é velha conhecida dos clientes bancários brasileiros nos terminais de autoatendimento. As biometrias de voz e a facial, já estudadas por grandes instituições, deverão, em breve, ser usada em larga escala pelos clientes bancários.

"A biometria garante que é você mesmo que está fazendo a transação bancária, trazendo unicidade e veracidade para a operação", diz Walter Faria, diretor-adjunto de Operações da Febraban.

Os bancos também investem na biometria comportamental, para poder autenticar o cliente o tempo todo sem que ele seja incomodado. As instituições investigam aspectos cognitivos e ações adotadas pelos usuários, como, por exemplo, padrão de rolagem de tela e movimentação do mouse.

Os estudos com biometria comportamental crescem para atender diversos setores que precisam de tecnologias para reconhecimento, identificação e controle de acesso. "Nos EUA, o Pentágono já está estudando a biometria de batimento cardíaco; se esta tecnologia se mostrar viável no futuro, nada impede que seja usada no setor financeiro", afirma Faria.

RPA

Os robôs não serão apenas assistentes virtuais que ajudarão clientes em suas operações bancárias. Para o próximo ano, eles continuarão a atuar nos bastidores das instituições financeiras, por meio da Automação Robótica de Processos (RPA, na sigla em inglês), com a ajuda de inteligência artificial. "RPA será uma tecnologia-chave para que os nossos colaboradores possam eliminar tarefas repetitivas e de baixo valor agregado", avalia Fernando Freitas, do Bradesco.

Pesquisa feita pela Jupiter Research revelou que as receitas do setor bancário com RPA chegarão a US﹩ 1,2 bilhão até 2023. De acordo com o levantamento, quando combinada com inteligência artificial, o RPA pode reduzir consideravelmente os custos de conformidade, aumentar a produtividade e melhorar a experiência do cliente.

 

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Empresas do setor financeiro devem gerar US$ 140 bilhões com automação até 2025

A modernização da força de trabalho pode render $117 bilhões em aumento de produtividade nessas empresas, enquanto a redução de custos representa uma economia de ﹩ 23 bilhões

Empresas de serviços financeiros na América do Norte podem liberar até US$ 140 bilhões em ganhos de produtividade e redução de custos até 2025, de acordo com o novo estudo Workforce 2025: The Financial Services Skills & Roles of the Future , conduzido pela Accenture (NYSE: ACN). Estimativas do relatório ainda apontam até 48% dos processos no setor poderiam ser aprimorados com as tecnologias de automação.

Bancos, seguradoras e empresas do mercado de capitais devem gerar ganhos de produtividade na ordem de ﹩ 59 bilhões, ﹩37 bilhões e ﹩21 bilhões, respectivamente. Resultados do estudo mostram como tecnologias disruptivas que expandem a criatividade e habilidades humanas devem transformar a força de trabalho no mercado financeiro nos próximos 5 a 10 anos. Um exemplo é a implementação de inteligência artificial (IA), que pode ajudar os consultores financeiros a fazer recomendações personalizadas em tempo real, além de apoiar agentes de crédito a determinar riscos padrão com mais precisão.

As empresas de serviços financeiros também alcançariam boas margens em ganhos de produtividade e eficiência ao automatizar tarefas como entrada, coleta e processamento de dados, além da reconciliação de contas. A estimativa é que 7 a 10% das tarefas possam ser automatizadas, gerando uma economia adicional de $12 bilhões para os bancos, $7 bilhões para seguradoras e $4 bilhões para empresas do mercado de capitais.

No entanto, muitas empresas ainda carecem de uma abordagem coerente e estratégica para reimaginar a experiência do cliente, o trabalho e a força de trabalho em um futuro mais digital e centrado nas pessoas. Na pesquisa, 3 em cada 4 executivos do setor avaliam que o nível de maturidade digital entre seus colaboradores hoje é maior do que na organização, evidenciando a defasagem do sistema.

"Há uma nova era pela frente para empresas que enxergam o valor da combinação entre a engenhosidade humana e personalização com a eficiência e precisão das tecnologias para criar novas fontes de crescimento. Em um momento em que as empresas estão usando ferramentas de automação para gerar mais valor, a liderança responsável é a chave para conquistar a confiança", avalia Cathinka Wahlstrom, que lidera a prática de Serviços Financeiros da Accenture para América do Norte. "Não se trata de cortar custos para melhorar os resultados, mas de abraçar as tecnologias para transformar a lógica do trabalho. Bancos, seguradoras e empresas do mercado de capitais deveriam investir na capacitação de seus funcionários para o domínio de novas habilidades e de novas formas de trabalhar".

Considerando a escassez de profissionais com competências digitais, de dados e cibernéticas, as empresas precisam fazer da requalificação um imperativo, conclui o estudo. O desenvolvimento de funcionários - em vez de investir apenas no recrutamento - deve gerar valor imediato. Além de reduzir custos e identificar eficiências, o fortalecimento e a automação devem otimizar tempo, que pode ser reorientado a processos de alto valor, como para inovação, relacionamento com clientes e desenvolvimento.

"Em vez de tirar as pessoas do mercado, a tecnologia pode permitir que as organizações ofereçam experiências mais personalizadas e humanas em escala e melhorem sua capacidade de inovar e crescer em novas áreas", aponta Bridie Fanning, diretora administrativa da Accenture que lidera a área de Talents&Organization para a prática de Serviços Financeiros na América do Norte. "Ao automatizar tarefas do front e back office, essas empresas podem fornecer aos funcionários um trabalho significativo e desenvolver relacionamentos com seus clientes caracterizados mais pelo lado humano do que pelas transações rotineiras".

As tecnologias avançadas trarão profundas mudanças na maneira como as instituições financeiras gerenciam sua força de trabalho e interagem com os consumidores. Além do potencial deslocamento de empregos, questões como a forma como os algoritmos são usados para tomar decisões e a maneira como os dados são coletados e aproveitados no local de trabalho estão começando a atrair a atenção de legisladores e reguladores. Neste cenário, as organizações devem tratar a transparência sobre sua forma de lidar com pessoas e o uso responsável de IA e de dados no local de trabalho como uma vantagem competitiva.

 

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Chatbot da Aivo já está disponível no GenesysApp Foundry

Esta nova integração com a Genesys Pure Cloud permite às empresas oferecerem o melhor da empatia humana e da automatização no atendimento ao cliente

O uso da inteligência artificial está avançando rapidamente no setor corporativo, impulsionando aumentos de produtividade de até 40%. Cada vez mais empresas estão priorizando que os funcionários e as novas tecnologias automáticas funcionem em harmonia. Neste contexto, a Aivo lançou uma nova integração disponível na Genesys App Foundry, um marketplace dedicado ao atendimento ao cliente.

Genesys é a líder global de experiências omnicanais e soluções para contact centers que impulsionam 25 bilhões das melhores experiências ao cliente a cada ano. O App Foundry permite aos clientes da Genesys de todos os segmentos do mercado descobrirem e implementarem um amplo espectro de soluções que facilitam as interações com os consumidores, atraem os funcionários e otimizam a força de trabalho.

Junto com o PureCloud, o chatbot conversacional da Aivo impulsionado com a Inteligência Artificial complementa o trabalho dos agentes do contact center ao automatizar a resolução de consultas para que ofereçam  um atendimento ao cliente superior. O bot responde de forma automática as perguntas frequentes dos usuários a qualquer hora do dia em canais web, WhatsApp e Facebook Messenger.

O bot, utilizado em conjunto com o Genesys Pure Cloud, permite às empresas oferecer uma experiência unificada, simples e rápida tanto aos clientes quanto aos funcionários. Além disso, as organizações podem utilizar o chatbot, que entende linguagem natural, para responder  consultas de forma automática. Se o bot detecta um problema complexo ou se o cliente requer a ajuda de um humano, automaticamente transferirá a conversa para um agente no Genesys PureCloud. Da nuvem, o agente poderá ver o histórico completo do cliente, receber sugestões do sistema, ver métricas em tempo real e gerar relatórios analíticos.

Desta forma, ao implementar tecnologia de inteligência artificial na nuvem, as empresas que usem da integração poderão inovar, melhorar a experiência do cliente, aumentar a retenção e reduzir custos.

“Estamos muito entusiasmados por poder levar nossa tecnologia com inteligência artificial aos clientes da Genesys. Aplicada ao atendimento ao cliente, esta tecnologia tem o enorme potencial de atuar como copiloto dos agentes de atenção humanos. No final do dia, oferecer uma boa experiência não se trata apenas de manter os clientes felizes, mas de oferecer as condições necessárias para que os agentes também aproveitem de seu trabalho. Se trata de devolver tempo aos clientes e funcionários, igualmente”, expressou Martín Frascaroli, CEO da Aivo.

A integração já está disponível no Genesys AppFoundry e funciona em 11 idiomas, incluindo inglês, espanhol, português e outras línguas românicas. Além disso, já foi implementada em múltiplas marcas da América.

Para mais informação sobre as características específicas e os benefícios da integração, visite o AppFoundry da Genesys ou o site da Aivo

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CPQD apresenta nova metodologia para avaliação de riscos em sistemas IoT

A avaliação de riscos é imprescindível não só para a adoção de sistemas IoT como também para o desenvolvimento e definição de elementos específicos, como sensores ou plataformas

Uma nova metodologia para avaliação de riscos em sistemas IoT, desenvolvida pelo CPQD, será apresentada no simpósio internacional TRON - Super & Safe City, que acontece nesta semana (entre os dias 11 e 13) em Tóquio, no Japão. A apresentação será feita por Emilio Nakamura, especialista em segurança da informação do CPQD, durante sessão técnica patrocinada pelo IEEE Consumer Electronics Society que irá abordar as mais recentes pesquisas nas áreas de Internet das Coisas (IoT), Inteligência Artificial, open data e sistemas embarcados.

“Sistemas IoT são formados pela integração de diferentes componentes, conduzindo a uma fusão físico-cibernética que possui riscos associados não apenas às informações mas, também, aos dispositivos físicos, às operações e aos seres humanos”, afirma Nakamura. “A avaliação de riscos é imprescindível não só para a adoção de sistemas IoT como também para o desenvolvimento e definição de elementos específicos, como sensores ou plataformas. Do ponto de vista de quem implementa e utiliza o sistema IoT, a escolha de atuadores e plataformas deve ser feita de acordo com o cumprimento dos requisitos fornecidos pela avaliação de riscos, levando em conta cada contexto de uso”, acrescenta.

Com base nessas premissas, a metodologia para avaliação de riscos em sistemas IoT do CPQD abrange uma série de aspectos: contexto de uso; identificação de pontos de ataques; mapeamento de ameaças; mapeamento de privacidade, segurança, proteção, resiliência e confiabilidade; identificação de vulnerabilidades; estimativas de probabilidade e de impacto; cálculo da matriz de riscos, priorização de controles de segurança e definição de plano de ação. 

O trabalho a ser apresentado no evento no Japão aborda os resultados da utilização dessa metodologia no projeto OCARIoT, que vem sendo desenvolvido pelo CPQD em parceria com outras instituições do Brasil e da Europa, dentro do programa Horizonte 2020 (H2020), da União Europeia. O objetivo desse projeto, que tem foco na prevenção de casos de obesidade infantil, é  desenvolver uma solução de coaching personalizado baseada em IoT que orientará as crianças a adotar uma alimentação saudável e atividades físicas. “Aplicamos a nova metodologia para a escolha dos sensores, responsáveis pela coleta das informações, e também da plataforma IoT para esse projeto”, revela Nakamura.

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Nova plataforma de startup curitibana opera no conceito de vendas 4.0

Solução mescla conceitos e usos de tecnologias como big data, análise de dados e business intelligence

Imagine uma startup com pouco mais de um ano e meio movimentar R$ 100 milhões em negócios por mês, com crescimento na ordem de 20% a cada 30 dias. Este é o caso da Gear Up, fundada em janeiro de 2018, na cidade de Curitiba (PR), que desenvolveu uma plataforma que mescla tecnologias desde o mapeamento de potenciais clientes até o pós-venda, trabalhando no conceito de vendas 4.0. A empresa opera com o propósito de levar tecnologias inovadoras e dar subsídios para conduzir os times de vendas para potencializar resultados.

 “Nós somos vendedores que criaram uma ferramenta para vendedores. Percebemos as startups crescendo muito rápido, enquanto as empresas, as indústrias em especial, crescem mais devagar, sem novas ferramentas acopladas. Nosso foco é oferecer uma plataforma especializada em potencializar vendas”, diz o fundador e CEO da Gear Up, Leon Le Senechal. Neste ano, a indústria atingiu a menor fatia de participação no Produto Interno Bruto (PIB) desde a década de 1940: 11,3% da atividade econômica. Na década de 1980, chegou a 30% do PIB.

 Ao mesclar conceitos e usos de tecnologias como big data, análise de dados e business intelligence, a plataforma é usada pela empresa desde a prospecção, fazendo com que se tenha um único fornecedor em toda a jornada comercial. “Estamos desenvolvendo tecnologia no Brasil para posicionar a indústria brasileira no mesmo patamar de qualquer multinacional. Queremos oferecer uma nova vantagem competitiva para esses negócios”, esclarece o também fundador Igor Lachowski, diretor de Atendimento a Clientes.

 Na avaliação de Le Senechal, a indústria brasileira investiu forte em software nos últimos anos, buscando se aproximar mais do conceito da indústria 4.0. Ainda há, contudo, a necessidade de dar o próximo passo, integrando essas tecnologias ao marketing e à venda. “A maior dor da indústria brasileira está na dependência de distribuidores e canais de vendas. Com o Big Data, a indústria consegue chegar ao ponto de venda sem a figura do intermediário e já existem transportadoras escoando mais por menos”, diz. “Trata-se de uma reinvenção para dar mais resultados a partir de um núcleo de inteligência, que pode ser usado até mesmo para impulsionar os distribuidores”, ressalta.

 Digital e físico

 Uma das novidades da plataforma está em aproximar os meios digital e físico, com o propósito em ampliar os resultados. Por meio da integração com canais de entradas, como site, landing pages e redes sociais, e outros softwares usados pelas empresas, é possível qualificar e nutrir os leads, de modo que avancem de forma mais rápida dentro do funil de vendas. Em outras palavras, deixando de ser um prospect para, de fato, se tornar um cliente. “A união do inbound e do outbound – este último atacando os mercados que interessam – gera uma máquina de vendas”, explica Le Senechal.

 

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TecBan se destaca com tecnologia para transações bancárias em blockchain

IBM foi escolhida para o desenvolvimento da solução que proporciona redução de até 15% na logística do dinheiro

A TecBan anuncia o lançamento de uma solução inédita que utiliza blockchain para transações interbancárias. A tecnologia possibilita que instituições financeiras compartilhem e consumam serviços hospedados em uma rede compartilhada digital, otimizando a disponibilidade de dinheiro em suas agências espalhadas pelo Brasil e melhorando o acesso à moeda pelos cidadãos.

Especializada na gestão do ciclo do dinheiro por meio de soluções de autoatendimento e compartilhamento bancário, com uma forte cultura voltada para a inovação, a TecBan, que direcionou nos últimos cinco anos R$ 2,2 bilhões para novas soluções, pretende continuar evoluindo com o uso de blockchain, uma plataforma que funciona como um livro de registro imutável, que registra transações e permite segurança na troca de informações.

“O projeto tem como objetivo ajudar nas transações de transferência de dinheiro entre todo o setor bancário no Brasil”, afirma Robert Baumgartner, diretor de TI da TecBan. “Se antes cada banco tinha a necessidade de ter seu numerário em cada local, agora a rede blockchain permite uma necessidade única de dinheiro em espécie por localização, independentemente de qual seja o banco, processando cada transação na rede blockchain e hospedando essas transações em uma única rede empresarial. Com menos numerário distribuído, há menos risco e mais eficiência para o sistema bancário”, conclui.

À medida que as instituições financeiras trabalham cada vez mais para implementar novas tecnologias em suas operações, os mercados financeiros ficam saturados com vários sistemas executando as mesmas funções de negócios e com dados em silos que exigem processos de reconciliação caros. Com este projeto da TecBan, os funcionários das instituições financeiras que realizam as atividades de forma manual para as movimentações de numerário, passaram a ter uma aplicação confiável e segura para realizarem suas operações.

Como o sistema interbancário prevê a otimização intra e entre custódias de valores através do uso da IBM Blockchain Platform em IBM Cloud, muitas vezes já não é necessário transportar o numerário. Apenas com uma transferência da custódia, a necessidade é atendida e a operação é concluída.

"Tecnologias disruptivas como blockchain e cloud têm o potencial de transformar os processos de negócio em qualquer indústria, especialmente quando temos ambientes de múltiplas partes interessadas e que a confiança nas atividades deve ser extremamente alta, tais como as dos serviços financeiros", comentou Fabio Marras, CTO da IBM Brasil. “A rede da TecBan, baseada na IBM Blockchain Platform e na IBM Cloud coloca o setor bancário brasileiro no próximo nível de transparência e segurança e estabelece um precedente transformador no mercado financeiro, não apenas no Brasil, mas em toda a região e no mundo".

A solução está localizada no IBM Blockchain Solutions Hub em São Paulo, projetado para ajudar os clientes a criar uma nova geração de aplicativos blockchain em IBM Cloud.

 

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Empresa usa inteligência artificial para montar carteiras de ações que superam o Ibovespa

Com as informações de fechamento do pregão diário, após o "aftermarket", são selecionadas ações de companhias que alcançaram as maiores altas, as maiores baixas e que foram mais negociadas no mercado à vista

A carteira SABE Invest obteve rentabilidade que superou o Ibovespa em 607 pontos em outubro deste ano. O ganho de 722% no longo prazo (dezembro de 2014 a outubro de 2019), marcado por juros baixos e volatilidade do índice de ações, foi obtido por meio do uso do algoritmo SABE Score ©, baseado em análise fundamentalista.

Por meio do SABE Intelligence, um relatório para apoio à tomada de decisões de investimentos, baseado em Inteligência Artificial, a empresa monta uma carteira de ações com empresas que apresentaram desempenho destacado. A estratégia tem se mostrado acertada. Nos últimos 12 meses, a taxa de acertos da carteira SABE Invest foi de 77%, o que equivale a dizer que de cada 10 companhias selecionadas pelo algoritmo, mais de 7 superaram o índice no longo prazo. Os algoritmos da SABE mapeiam as ações de acordo com seus scores, elaborados com base na análise fundamentalista de diversos indicadores de desempenho e dados financeiros dos balanços dos últimos cinco anos. O Big Data da empresa conta com mais de 120 mil demonstrativos financeiros de todas as companhias listadas na B3.

"Com as informações de fechamento do pregão diário, após o "aftermarket", selecionamos as ações de companhias que alcançaram as maiores altas, as maiores baixas e que foram mais negociadas no mercado à vista. Seguindo uma ótica fundamentalista, calculamos, para cada companhia selecionada, com suporte de Inteligência Artificial, vários indicadores com informações diárias de mercado", explica o CEO da SABE Invest, Luiz Guilherme Dias. Os cálculos dos indicadores são compostos com as informações dos balanços dos últimos 5 anos mais o último período trimestral corrente, extraídas do Big Data SABE.

A SABE faz o acompanhamento constante das ações e organiza rankings diários e mensal com as "campeãs" e as "lanternas" da bolsa, enviando relatório informativo todos os dias para seus clientes, investidores pessoas físicas, gestores de assets, fundos e bancos de investimentos. Também oferece relatórios setoriais e serviços focados em estratégias de investimento específicas, como small caps e empresas sustentáveis.

"Aliando a tecnologia desenvolvida à experiência, sensibilidade e visão de especialistas em mercado de capitais, constantemente, a SABE Invest elabora relatórios de perfis distintos, com o objetivo de iluminar as rotas, sinalizar perigos e obstáculos, para indicar rumos mais seguros e rentáveis aos clientes", afirma Dias. "Nosso objetivo é apoiar instituições do mercado, desde os gestores profissionais até os investidores individuais, de diferentes níveis de formação e experiência, a constituir e expandir patrimônio no longo prazo, por meio do investimento em ações de empresas de desempenho destacado", complementa.

Este ano, o número de investidores pessoa física no mercado de renda variável quase dobrou. Até outubro, a B3 contabilizava mais de 1,53 milhão de CPFs cadastrados. Em 2018, os investidores pessoa física eram cerca de 813 mil. Para Dias, isso aponta uma tendência de popularização da bolsa, o que demandará a difusão de conhecimento de qualidade em torno do mercado de capitais brasileiro. "O atual cenário macroeconômico, com taxa de juros no menor patamar histórico, e poupança com rendimento real quase nulo, tem levado o investidor pessoa física a buscar oportunidades mais rentáveis, recorrendo a instrumentos financeiros diversificados", explica.

É neste segmento, carente de informações de qualidade e de fácil compreensão, que a SABE Invest tem focado sua estratégia de crescimento, mirando a educação financeira do investidor. "Nosso foco ampliou-se nos últimos anos para as instituições de ensino superior, buscando auxiliar professores e alunos, em especial na área de pós-graduação, no aprendizado e no apoio às pesquisas acadêmicas e estudos de caso, facilitados pelo acesso aos dados reais de empresas brasileiras disponíveis no Banco de Dados SABE", ressalta Dias.

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