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B3 divulga a primeira prévia do Ibovespa e demais índices

Entraram no fechamento do pregão de 31 de março de 2020 a CPFL Energia ON (CPFE3), Energisa UNT (ENGI11) e Minerva ON (BEEF3)

 A B3 divulga a primeira prévia da nova carteira do Índice Bovespa que vai vigorar de 04 de maio de 2020 a 04 de setembro de 2020, com base no fechamento do pregão de 31 de março de 2020. A prévia do Ibovespa registra a entrada de CPFL Energia ON (CPFE3), Energisa UNT (ENGI11), Minerva ON (BEEF3), totalizando 76 ativos de 73 empresas.

Os cinco ativos que apresentaram o maior peso na composição do índice foram: Vale ON (10,835%), Itauunibanco PN (8,327%), Bradesco PN (6,127%), B3 ON (5,500%) e Petrobras PN (4,815%).

Para efeitos de comparação, os ativos que apresentaram o maior peso na composição da carteira anterior do índice válida de 06 de janeiro de 2020 a 30 de março de 2020 foram: Itauunibanco PN (8,573%), Vale ON (8,189%), Bradesco PN (6,985%), Petrobras PN (6,617%), e B3 ON (4,312%).

A B3 divulga regularmente três prévias das novas composições dos índices: a 1ª prévia, no primeiro pregão do último mês de vigência da carteira em vigor; a 2ª prévia, no pregão seguinte ao dia 15 do último mês de vigência da carteira em vigor e a 3ª prévia, no penúltimo pregão de vigência da carteira em vigor.

 

A B3 também divulga as carteiras dos outros índices calculados.

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Fintech lança solução para proteger investidores de volatilidade da Bolsa

Novo produto da TradeMachine possibilita que a tecnologia execute o gerenciamento de risco sem nenhuma interferência emocional

 Após o Ibovespa acionar seis vezes o circuit breaker nos últimos pregões, a TradeMachine, fintech brasileira que automatiza investimentos na Bolsa desde 2017, acaba de lançar uma solução quantitativa guiada por inteligência artificial para proteger investidores da queda no mercado de ações. Com valor mínimo inicial de R$ 10 mil, o novo produto atua a partir de um viés racional, matemático e distante das especulações do mercado financeiro, sem qualquer interferência humana.

De acordo com Rafael Marchesano, CEO da fintech, o portfólio foi pensado com o objetivo de trazer diversificação aos investidores e protegê-los em momentos de intensas crises. “Em períodos de baixa, os investidores comuns, e até mesmo os mais experientes, muitas vezes não sabem como reagir ao caos. Ao contrário dos seres humanos, algoritmos não ficam inseguros ou entram em pânico. Eles sempre seguem a estratégia a risca. Isso é uma grande vantagem em momentos de instabilidade”, afirma.

Por exemplo, no período entre 18 de fevereiro e 11 de março, enquanto o Ibovespa apresentou queda de 36%, um dos portfólios quantitativos da TradeMachine - para investidores com perfil moderado-agressivo - obteve resultado positivo de 2,95%. “Ao passo que os investidores vendiam suas ações a qualquer preço para se proteger, nosso portfólio seguia a estratégia”, explica Marchesano. 

Ainda de acordo com o empreendedor, a tecnologia embarcada nos portfólios quantitativos são capazes até mesmo de transformar os momentos de crise em oportunidade para ganhar dinheiro. “Enquanto o mercado reage, a inteligência artificial embarcada no portfólio aprende a utilizar o movimento para ganhar com operações rápidas, tanto no mercado de alta quanto na baixa”, afirma. 

A tecnologia permite que investidores diversifiquem suas carteiras com estruturas de investimento complexas, como é o caso de operações de Long & Short. Nesse caso, outro exemplo é posto à mesa: “Quem comprou ações da Azul no início do ano viu seu preço despencar mais de 65%. Por outro lado, o investidor quantitativo da TradeMachine, que também operou no setor aéreo, na estratégia de Long & Short, obteve uma rentabilidade de 1,1% no mesmo período”, relata. “Isso ocorre porque geralmente os investidores compram determinadas ações por não conhecer outra forma de entrar na bolsa que possa trazer menos risco. Porém, nesse caso, como o algoritmo embarca a inteligência necessária e não possui nenhuma interferência emocional, ele simplesmente executa as operações conforme as melhores oportunidades aparecem”, conclui o CEO da TradeMachine.


Os interessados em conhecer mais detalhes do produto podem acessar: http://pages.services/conteudo.trademachine.co/solucoes-quantitativas-para-investimento/

 

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Fundos de ações e multimercados têm captação líquida de R$ 20,8 bilhões em fevereiro

No acumulado do ano, segundo dados da Anbima, ingressos nessas classes chegam a R$ 54,8 bilhões, com alta de 111% sobre o mesmo período de 2019

 

O carnaval e as incertezas nos cenários doméstico e internacional em fevereiro não afastaram o brasileiro dos fundos de investimento. De acordo com dados da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), a captação líquida dos fundos de ações e multimercados chegou a R$ 20,8 bilhões no mês. No ano, as classes acumulam juntas entradas líquidas de R$ 54,8 bilhões, o que representa alta de 111% sobre o mesmo período do ano passado. O montante também supera em 81,8% o total de ingressos líquidos de toda a indústria de fundos neste ano (R$ 30,1 bilhões), que foi impactada por resgates nos produtos de renda fixa.

Ao isolar as classes, os fundos de ações lideraram os ingressos líquidos pelo quinto mês consecutivo, com R$ 12,8 bilhões, alcançando R$ 36,3 bilhões no ano (alta de 153% sobre o mesmo intervalo de 2019). Nos multimercados, a captação líquida em fevereiro foi de R$ 7,9 bilhões e de R$ 18,4 bilhões em 2020 (avanço de 59% em relação ao ano passado). Na outra ponta, os fundos de renda fixa tiveram regates líquidos de R$ 2,3 bilhões no mês e de R$ 21,7 bilhões em 2020.

A queda de 8,3% do Ibovespa em fevereiro impactou a rentabilidade dos fundos de ações. O tipo Ações Livres (em que não há compromisso de concentração em uma estratégia específica) encerrou o mês com variação negativa de 6,9% (queda de 5,6% no acumulado do ano).

As perdas na Bolsa também se refletiram nos retornos dos multimercados: a maior alta foi do tipo Investimento no Exterior (que deve investir parcela superior a 40% do patrimônio líquido em ativos financeiros no Exterior), com 0,2% em fevereiro e 3,2% em 2020. Todos os tipos de renda fixa apresentaram rentabilidades médias positivas no último mês, com destaque ao tipo Investimento no Exterior, com 0,6% (e 2,8% no ano).

Confira o boletim completo no site da Anbima

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