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Pesquisa mostra que 39% dos brasileiros não se sentem identificados na hora de uma transação digital

Levantamento da Experian revela que, apesar desta percepção dos consumidores sobre inclusão de informações pessoais durante interações eletrônicas, as empresas confiam em seus processos voltados à identificação de usuários

 A mais recente Pesquisa Global de Fraude e Identidade, realizada pela Experian, mostra que 39% dos usuários brasileiros não se sentem identificados pelas empresas quando fazem transações digitais, ou seja, precisam incluir informações pessoais repetidas vezes durante as interações no ambiente eletrônico, prejudicando a sua experiência. A pesquisa mostra que 95% das organizações entrevistadas em todo o mundo estão confiantes na habilidade que têm de identificar os usuários no ambiente digital, número que no Brasil é de 100% entre as empresas entrevistadas. Apesar de estarem convictos do sucesso de seus processos, 70% dos negócios online afirmam ter tido aumento dos prejuízos com fraude.

“Esta disparidade levanta uma série de questões sobre o entendimento das empresas em relação a esta identificação, se são iniciativas voltadas para ações de marketing ou se consideram a presença de credenciais autênticas, mas roubadas, como nomes de usuário, senhas, códigos de uso único ou autenticação baseada em conhecimento. Este é um problema grave para os negócios, já que eles podem estar reconhecendo fraudadores se passando por consumidores sem perceber”, comenta o diretor de soluções de Prevenção à Fraude da Serasa Experian, Eduardo Castro.

 Segurança é mais importante do que conveniência para os brasileiros

 Pelo terceiro ano consecutivo, os usuários ao redor do mundo citaram a segurança como o elemento mais importante das experiências online, com 74% dizendo que a segurança ainda é a prioridade. Já a conveniência, como facilidade de acesso à conta e instruções claras para login, aparece como segundo item de importância, à frente da personalização. Localmente, o índice é ainda maior, com 80% das pessoas apontando que ter a garantia da proteção dos dados é mais importante do que conveniência ou experiência personalizada. Castro diz que “enquanto consumidores dizem que notam e gostam do que as companhias estão fazendo para melhorar as experiências digitais, como ofertas personalizadas, a probabilidade de eles continuarem um relacionamento com uma empresa se resumirá a quão seguros e significativos são esses relacionamentos”.

 7 em cada 10 empresas brasileiras investem em Inteligência Artificial

 O uso de tecnologias avançadas para combater fraudes cresceu em todo o mundo, com as empresas participantes da pesquisa indicando que entendem as ferramentas de analytics como uma prioridade estratégica. No Brasil, 66% afirmam que consideram ou já estão na fase de implementação do uso de inteligência artificial nos processos de prevenção à fraude, mesma porcentagem daquelas que relatam usar machine learning. Nas duas opções, os brasileiros estão à frente da média global, que é de 55% e 51%, respectivamente.

 “A pesquisa ainda indica o uso de métodos avançados para a autenticação dos usuários como machine learning, inteligência de dispositivos, questionários antifraude e biometria, podem ser o segredo para o reconhecimento bem-sucedido dos clientes”, comenta Castro.

 A íntegra da pesquisa 2019 Global Identity and Fraud Report pode ser acessada pelo link:   www.serasaexperian.com.br/pesquisafraude2020

 

 

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Certisign realiza renovação totalmente on-line dos Certificados Digitais

Medida ajuda usuários a manterem a quarentena no cenário atual de pandemia, possibilitando que as empresas deem continuidade a suas rotinas 


Com o intuito de desacelerar e reduzir os índices de infecção do novo Coronavírus no país, diversos governos estaduais decretaram que estabelecimentos (exceto aqueles que fornecem produtos ou serviços essenciais) fechassem as portas temporariamente, obedecendo a determinação da quarentena. Entretanto, apesar das ruas vazias, muitas empresas continuam funcionando normalmente com colaboradores em home office -- ou, mesmo que estejam inoperantes no momento, ainda têm de continuar relacionando-se com o fisco ou assinando documentos e contratos. 

Diante deste cenário, a Certisign, empresa que atua como Autoridade Certificadora, tornou possível a renovação de Certificados Digitais totalmente online. Com esta medida, tanto os titulares dos Certificados Digitais de Pessoa Física como Jurídica poderão fazer todo o processo de renovação sem sair de casa, em segurança, desde que o Certificado Digital deles seja elegível a este processo. 

"Poupar clientes e colaboradores de saírem de suas casas neste momento crítico tem sido uma prioridade para nós, ao mesmo tempo em que entendemos que pessoas e empresas continuam precisando dar continuidade em suas rotinas, sem colocar em risco a saúde de seus colaboradores e o seu negócio", comenta Gustavo Klein, Gerente de Comunicação e Customer Experience da Certisign. 

Segundo Klein, as empresas podem aproveitar este momento, também, para ampliar o uso do Certificado Digital. "Muitos empresários e empreendedores não sabem, mas o Certificado pode ser usado para assinar documentos à distância. Ele funciona como uma assinatura de próprio punho com valor jurídico previsto na legislação, mas, para isso, ele precisa estar válido. Ou seja: negócios podem continuar sendo fechados mesmo sem a presença física e sem vai e vem de documentos. Com o uso do Certificado, tudo é realizado on-line".

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Boston Consulting: empresas devem reforçar medidas de segurança no home office

Com a pandemia, consultoria estima que mais de 300 milhões de pessoas no mundo estejam trabalhando remotamente e indica ações para gerenciar os riscos cibernéticos neste cenário

 

O Boston Consulting Group (BCG), em conjunto com Bureau of Labor Statistics dos Estados Unidos, estima que mais de 300 milhões de pessoas ao redor do mundo estejam trabalhando remotamente devido à pandemia da Covid-19. Porém o grande volume de dados em operação e a mudança de comportamento da força de trabalho em larga escala podem gerar implicações indesejadas na cibersegurança das empresas.

Entre os riscos associados a esse novo momento, o BCG aponta, por exemplo, os reflexos de ataques de cibercriminosos por meio, por exemplo, de anúncios ou anexos de e-mail com promessa de medicamento contra a Covid-19, muitas vezes aparentemente endereçados por organizações legítimas, como os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos e a Organização Mundial de Saúde.

Os ataques também se valem de técnicas de engenharia social para direcionar os funcionários para malwares que podem ser usados para coletar senhas de acesso a sistemas de pagamento, registros pessoais, dados pessoais de clientes, propriedade intelectual e outras informações estratégicas da companhia. Um alerta para esses riscos pode medido pelos registros de domínios com a designação Covid-19 desde janeiro. De acordo com o BCG, cibercriminosos usam esses nomes de domínio para se disfarçar como sites legítimos de informação da Covid-19.

Para gerenciar os riscos do trabalho remoto e evitar uma crise de segurança em meio à pandemia, o BCG indica alguns pontos de atenção para as áreas de tecnologia da informação:

• Avaliar a estrutura de TI - As empresas devem garantir que os colaboradores possuam dispositivos adequados e que as conexões às redes da empresa aconteçam por meio de redes virtuais privadas (VPNs). Algumas companhias têm enfrentado gargalos de capacidade, devido ao rápido aumento da demanda;

• Proteger aplicativos e dispositivos dos colaboradores - Entre as medidas adotadas para garantir a segurança cibernética das operações, o BCG aponta, por exemplo, a criptografia e instalação de firewalls nos dispositivos, a proteção do acesso aos sistemas e a verificação regular das respostas aos ataques cibernéticos;

• Incorporar a cibersegurança nos planos de continuidade do negócio - Os planos de continuidade de negócios devem incluir disposições de segurança cibernética em várias dimensões, desde o acesso em situações de emergência ao treinamento para equipes, passando pela comunicação com os funcionários e eventual readequação de planos;

• Informar a força de trabalho sobre os riscos de segurança - Além das considerações técnicas, o treinamento em segurança cibernética e as iniciativas de conscientização são fundamentais para reduzir o risco de ataques;

• Estabelecer protocolos o trabalho seguro - A velocidade e a escala da transição para o trabalho remoto criam vários riscos de segurança para uma organização, e o suporte técnico é a primeira linha de defesa;

• Incorporar a cibersegurança na gestão da crise - Revise os planos de gestão de crises cibernéticas adaptando-os para as implicações de segurança da Covid-19;

• Atualize medidas de segurança e acesso - Profissionais que lidam com dados confidenciais são particularmente críticos, mas geralmente menos familiarizados com a tecnologia e seus riscos. Em alguns casos, é necessário limitar acessos e reforçar a segurança para minimizar os riscos.

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