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Positivo Tecnologia reverte prejuízo com novos negócios

Empresa vendeu mais de 740 mil unidades de computadores, principalmente em dispositivos precificados até R$ 1.200,00

  A Positivo Tecnologia teve lucro líquido de R$ 20,8 milhões em 2019, reflexo do crescimento da demanda por dispositivos de tecnologia e melhoria dos indicadores de consumo no Brasil. O resultado reverte o prejuízo de cerca de R$ 500 mil registrado em 2018. Os indicadores obtidos em 2019 apontam o bom desempenho dos negócios principais e complementares da Companhia.

No ano passado, as vendas de celulares cresceram 41,2% em relação ao período anterior e alcançaram 1,6 milhão de aparelhos. Com relação a computadores, a empresa vendeu mais de 740 mil unidades, principalmente em dispositivos precificados até R$ 1.200,00.  Nessa faixa, em que a Positivo Tecnologia possui foco de vendas, a Companhia alcançou 89,1% de participação de mercado no último trimestre. O resultado aponta a liderança da Positivo Tecnologia no mercado de notebooks de entrada no Brasil.

 A Accept, fabricante de servidores que faz parte da Positivo Tecnologia desde 2018, também favoreceu os resultados. A empresa, que possui escritório em São Paulo (SP) e fábrica em Ilhéus (BA), faturou R$ 221,3 milhões. O valor é 36,5% maior do que o registrado em 2018. A área de tecnologias educacionais, voltada para escolas e redes de ensino públicas e particulares, registrou receita de R$ 47,5 milhões. O resultado é 36,5% maior do que no ano anterior. Outro destaque é a Positivo as a Service, unidade de negócios de locação e manutenção de computadores, celulares e servidores para o segmento corporativo. O faturamento foi de R$ 33,1 milhões, aumento de 93,6% em comparação com 2018.

A plataforma baseada em Internet das Coisas (IoT) para casas e escritórios inteligentes também registrou bom desempenho em 2019. A Positivo Casa Inteligente, lançada no fim de julho, teve boa aceitação no mercado, a partir da disponibilidade das soluções em cerca de 20 redes varejistas e 300 pontos de venda em todo Brasil.

“O ano de 2019 foi marcado por grandes desafios e iniciativas que fortaleceram nossos negócios. Mesmo com adversidades, tivemos bons resultados graças também à competência e dedicação dos nossos profissionais. Quando olhamos para frente, temos ainda mais razões para estarmos otimistas”, diz Hélio Rotenberg, CEO da Positivo Tecnologia.

 

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Adistec Brasil firma parceria com Riverbed

Distribuidora passa a trabalhar o portfólio completo de soluções de otimização e performance de redes e datacenters da multinacional americana

A Adistec, distribuidora de valor agregado com foco em infraestrutura para Data Centers e Segurança da Informação, consolida parceria com a Riverbed no Brasil. A empresa norte-americana, especializada no desenvolvimento de soluções focadas no desempenho digital, já mantém uma parceria global de longa data com a Adistec para impulsionar os negócios em outros países da América Latina e agora o Brasil entra para completar a atuação na região.

O acordo entre as duas companhias abrangerá todas as linhas de produtos da Riverbed, principalmente as soluções de Gerenciamento de Experiência Digital (DEM) e infraestrutura de próxima geração, incluindo rede definida por software (SD-WAN), que nos últimos anos tem se mostrado em crescimento no Brasil.

“A entrada da Riverbed no nosso portfólio significa ampliar resultados com novas frentes de negócios que poderão ser atendidas por uma vasta rede de canais espalhados pelo país que irão apoiar seus clientes a conquistar sucesso em suas estratégias digitais”, afirma o country manager da Adistec Brasil, José Roberto Rodrigues.

“Nosso objetivo continua a ser o mesmo que é impulsionar a expansão de novos clientes na região e apoiar os grandes clientes que já fazem parte da família Riverbed. Com o trabalho da Adistec, nosso propósito só aumenta porque estamos vendo um crescimento da demanda dos clientes por nossas ofertas de SaaS e assinaturas e estamos otimistas com esse acordo de distribuição com a Adistec”, reforça Milton Cartin, Regional Director da Riverbed LATAM.

A Riverbed Technology, Inc. é uma empresa americana de tecnologia da informação, com mais de 30 mil clientes globais. Seus produtos consistem em software e hardware focados no monitoramento de desempenho de rede, gerenciamento de desempenho de aplicativos e redes de área ampla, incluindo SD-WAN e otimização de WAN. No ano passado, a empresa anunciou uma reformulação na sua forma de atuação na América Latina, deixando de ter uma atuação local, passando a ser liderada por parceiros.

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Brasileiros estão dispostos a pagar mais para ter internet 5G, revela Deloitte

Tema frequente e muito debatido pelos especialistas e apaixonados por tecnologia, o 5G está cada vez mais provocando curiosidade e ansiedade ao redor do mundo. E no mercado brasileiro não é diferente - o desejo pela internet mais rápida é destaque da edição deste ano da Global Mobile Consumer Survey Brasil. Realizada com 2 mil usuários de telefonia móvel no país, o objetivo é identificar as tendências para o setor de telecomunicações nacional, por meio de análise de hábitos, expectativas e oportunidades de usuários e do mercado global.

 Apontado por dois terços dos respondentes, a internet 5G dez vezes mais rápida do que a 4G é considerada muito importante para os usuários. Cerca de 69% dos participantes estão dispostos a pagar mais caro pela tecnologia e 45% consideram migrar para a rede assim que ela estiver disponível.

 “As novas tecnologias chegaram para proporcionar aos modelos de empresas tradicionais, por meio de plataformas e ecossistemas digitais, uma ‘nova ordem’ do processo de globalização. O 5G entra em cena para habilitar o uso dessas novas tecnologias que possibilitarão as transformações das empresas. Esta será a oportunidade para o Brasil se inserir no bloco dos países líderes da Economia Digital.”, declara Márcia Ogawa, sócia-líder de Telecomunicações, Mídia e Tecnologia da Deloitte.

 O interesse das empresas em adotar o 5G é grande, contudo, é imprescindível ao mercado fazer uma avaliação dos benefícios que a rede trará a população, que vão além da velocidade. Outro ponto importante é a análise do impacto dos custos de implementação sobre o preço ao consumidor.

  Smartphones na liderança da corrida tecnológica

 Os smartphones seguem como os dispositivos eletrônicos utilizados com maior frequência pelos entrevistados. Do total de respondentes, 95% haviam utilizado o aparelho nas últimas 24h anteriores à pesquisa, bem à frente de desktop (70%) e notebook (66%). Isso indica a consolidação do smartphone como fonte de comunicação e pesquisa principal.

 Segundo a Global Mobile Consumer Survey Brasil 2019, as atividades de compras são as mais realizadas pelos usuários no celular: 89% afirmam usar o dispositivo para pesquisar sobre produtos e serviços, seguido de navegar em sites/apps de compras (87%), ler avaliações sobre produtos/serviços (82%) e comprar online (80%). Entre os principais motivos para a escolha de um aplicativo de compra online estão a rapidez (34%), o baixo custo da entrega (27%) e a garantia de segurança (23%).

 Produtos e serviços relacionados à saúde e beleza são os que os entrevistados adquirem com maior frequência pelo celular (34% afirmaram que compram mensalmente pelo dispositivo). Esses dados refletem o aumento da confiança do consumidor no ambiente online e a ascensão de novas plataformas de pagamento, e-commerce e entrega.

 Trabalho x Lazer

 Em um momento onde os modelos de negócios exigem agilidade e conectividade dos dados, os smartphones se tornam, cada vez mais, prioritários na comunicação profissional. A pesquisa aponta que existe um equilíbrio entre as atividades profissionais exercidas nos momentos de folga e as atividades pessoais durante expediente de trabalho. Cerca de 44% dos entrevistados assumem se distrair com o celular durante o trabalho e mais de dois terços utilizam o aparelho durante o expediente para fins pessoais. Ambas situações ocorrem com alguma ou muita frequência. Do outro lado, 90% afirmam o uso para fins profissionais fora do horário de expediente.

 Smart TVs ganham força

 Em resultado ao papel dos smartphones como hub de controle de outros dispositivos conectados, a smart TV se tornou o equipamento de entretenimento doméstico mais utilizado pelos brasileiros, de acordo com 59% dos respondentes. A transmissão de vídeos para a televisão é a atividade mais realizada por meio de site ou aplicativo no celular (47%). Em segundo lugar, na lista dos aparelhos, estão os videogames (33%) e o streaming de vídeo (25%). É importante ressaltar que a frequência do uso dos celulares aplicados aos carros conectados também é significativa (71% dos usuários que possuem o sistema o utilizam) e isso torna o celular um grande aliado na busca por mobilidade.

 Uso dos aplicativos de comunicação

 O WhatsApp é apontado pela pesquisa como aplicativo de comunicação mais utilizado. Oito em cada dez respondentes indicaram utilizá-lo pelo menos uma vez por hora. Em seguida, encontram-se Facebook, e-mail pessoal e Instagram. Os aplicativos de namoro e encontros são os menos utilizados, seguidos por Snapchat e Skype.

 Dados seguros

 A preocupação com a segurança de dados está cada vez mais consolidada entre os brasileiros. Mais de 70% dos respondentes se preocupam com o compartilhamento, armazenamento e uso de seus dados pessoais. Porém, 54% indicaram aceitar os termos e condições sempre ou quase sempre sem lê-los e apenas 9% responderam não seguir adiante sem lê-los.

 “Esse cenário amplifica ainda mais a preocupação e responsabilidade das empresas sobre a governança dos dados pessoais de seus clientes”, finaliza Ogawa.

 

 

De acordo com a Global Mobile Consumer Survey Brasil 2019, 69% dos entrevistados estão dispostos a investir mais na quinta geração de telefonia

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Bancos são os que mais investem em presença digital móvel no Brasil

Pelo 2° ano consecutivo, setor está no topo da pesquisa Mobility Index 2019, da consultoria Pontomobi, que avalia grau de maturidade digital das empresas e dos setores mais importantes da Economia

Pelo segundo ano consecutivo, o setor bancário é o mais que investe em presença digital móvel no Brasil, segundo resultado da pesquisa "Mobility Index" 2019, que a consultoria de negócios em mobile Pontomobi divulga anualmente. O "Mindex", como também é chamado o estudo, avalia o grau de desenvolvimento e maturidade em presença digital das 325 empresas mais valiosas da Economia brasileira, em 42 dos setores mais estratégicos. Entre outras condicionantes, são avaliados quatro tipos de canais de interação móvel: mobile web; aplicativos; plataformas conversacionais; e plataformas sociais. O estudo está na sexta edição e possui recorte único no País.


 O "Mindex" classificou as empresas que foram avaliadas no levantamento em ordem crescente, como "mobile beginner", "mobile basic", "mobile ready" e "mobile expert", considerando critérios como otimização, design responsivo e conteúdo. A partir dessa classificação, por meio do estudo foram identificadas as 20 marcas mais "mobile experts" do Brasil.
 

O bom desempenho do setor bancário foi impulsionado especialmente pelo Itaú, que está no topo da lista dessas TOP 20 pelo segundo ano consecutivo, pelo Bradesco, que ocupa a terceira posição, e Santander a sexta posição.
 

Os setores de Telecomunicações, Cias. Aéreas, Tecnologia e Benefícios também se destacaram este ano, muito embora, no caso do último setor, tenham caído de posição em comparação aos resultados dos últimos anos. Este ano, um dos destaques mais notórios é também a presença de empresas de varejo entre as TOP 20.
 

"De maneira geral, houve uma melhora na nota média das marcas para mobile sites, principalmente na otimização dos sites para o ambiente móvel e das plataformas de mensageira devido a abertura do WhatsApp Enterprise. Um dos motivos para o fato dos bancos, telecomunicações e companhias aéreas terem se destacado no estudo é o esforço que esses segmentos realizam para escalar a capacidade de atendimento dos seus clientes em deslocamento", afirma Léo Xavier, CEO da Pontomobi e Professor da USP, FGV e Insper.
 

Ainda de acordo com o CEO da Pontomobi, a presença das empresas no mundo mobile está além dos aplicativos, pois o Brasil apresenta um bom cenário para testar e investir em diferentes tendências digitais.
 

"O ‘Mobility Index’ é como um ‘farol’ que ajuda as marcas brasileiras a se posicionarem no universo digital. É possível entender se o seu setor está entre os mais avançados em tecnologia ou não e, a partir das análises, identificar quais soluções tecnológicas podem alavancar e/ou manter o seu negócio no mercado brasileiro, que está cada vez mais aberto ao desenvolvimento de soluções móveis", comenta.
 

Mensageria é a grande tendência de negócios; Whatsapp é maior expoente
 

O estudo também revela as tendências em tecnologias móveis que devem viralizar como soluções e ferramentas de negócios nos próximos anos.
 

Uma delas é a mensageria. De acordo com o estudo, Facebook Messenger é o canal mais utilizado pelas marcas, e o WhatsApp entrou neste ano no ranking, devido, principalmente, à abertura do WhatsApp Enterprise.
 

"WhatsApp é um canal muito forte para marcas interagir com os clientes. Certamente, surgirão muitas empresas exclusivas nessa plataforma. Outro aplicativo que possui vocação transacional incrível é o Instagram, que promete engajar, muito além de relacionamento, novos negócios", comenta Léo Xavier.
 

 

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Sonda cria unidade de negócios de Serviços Financeiros

Mauro Borges Guaraciaba comandará no Brasil a nova vertical de negócios da empresa, que mantém contratos com os maiores bancos, além de corretoras, seguradoras, fintechs e insurtechs

 

A Sonda, provedora de serviços de TI com atuação em toda a América Latina, começa 2020 com a criação da unidade de negócios de Serviços Financeiros. A nova área é uma iniciativa regional da companhia para toda a América Latina. No Brasil, será conduzida por Mauro Borges Guaraciaba, recém-contratado pela companhia como diretor-executivo. 

A Sonda mantém contratos com os maiores bancos públicos e privados do País. Os serviços abrangem atendimento e suporte de TI, desenvolvimento e sustentação de aplicativos, outsourcing de impressão, além de soluções como gestão de risco, automação robótica e plataformas analíticas. 

“Estamos entre os maiores fornecedores de serviços de TI no mercado brasileiro, e em acelerado ritmo de crescimento. Nossa expansão possibilita direcionar investimentos em segmentos prioritários, como o setor financeiro, que demanda alta tecnologia, processos e recursos especializados para aumentar a eficiência, competitividade e abrangência de seus serviços para a sociedade”, explica Affonso Nina, CEO do Grupo Sonda Brasil. 

Em alinhamento com a organização global, a criação da nova unidade no Brasil inclui a contratação de profissionais especializados, além de investimentos em pesquisa e desenvolvimento de soluções. A carteira de clientes da Sonda abrange diversos setores como bancos, corretoras, seguradoras, fintechs e insurtechs. 

Além do reporte local a Affonso Nina, Mauro Guaraciaba responderá a Christian Richter, vice-presidente Global de Serviços Financeiros, baseado no Chile. O novo diretor possui trajetória com mais de 27 anos de experiência, trabalhando para empresas de tecnologia como EDS, HP e DXC Technology, conduzindo negócios no setor financeiro em diversos segmentos, como bancos de varejo e de investimentos, seguradoras, corretoras, empresas de meios de pagamentos, entre outras, tanto no Brasil como no exterior. 

“A Sonda reúne todas as condições e diferenciais competitivos necessários para apoiar os clientes em sua jornada de transformação, na busca por serviços financeiros cada vez mais inteligentes e desenvolvidos a partir da ótica de seus consumidores. Estamos ampliando práticas e levando soluções inovadoras ao mercado juntamente com nossos parceiros”, comenta Guaraciaba.

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Pesquisa mostra que 39% dos brasileiros não se sentem identificados na hora de uma transação digital

Levantamento da Experian revela que, apesar desta percepção dos consumidores sobre inclusão de informações pessoais durante interações eletrônicas, as empresas confiam em seus processos voltados à identificação de usuários

 A mais recente Pesquisa Global de Fraude e Identidade, realizada pela Experian, mostra que 39% dos usuários brasileiros não se sentem identificados pelas empresas quando fazem transações digitais, ou seja, precisam incluir informações pessoais repetidas vezes durante as interações no ambiente eletrônico, prejudicando a sua experiência. A pesquisa mostra que 95% das organizações entrevistadas em todo o mundo estão confiantes na habilidade que têm de identificar os usuários no ambiente digital, número que no Brasil é de 100% entre as empresas entrevistadas. Apesar de estarem convictos do sucesso de seus processos, 70% dos negócios online afirmam ter tido aumento dos prejuízos com fraude.

“Esta disparidade levanta uma série de questões sobre o entendimento das empresas em relação a esta identificação, se são iniciativas voltadas para ações de marketing ou se consideram a presença de credenciais autênticas, mas roubadas, como nomes de usuário, senhas, códigos de uso único ou autenticação baseada em conhecimento. Este é um problema grave para os negócios, já que eles podem estar reconhecendo fraudadores se passando por consumidores sem perceber”, comenta o diretor de soluções de Prevenção à Fraude da Serasa Experian, Eduardo Castro.

 Segurança é mais importante do que conveniência para os brasileiros

 Pelo terceiro ano consecutivo, os usuários ao redor do mundo citaram a segurança como o elemento mais importante das experiências online, com 74% dizendo que a segurança ainda é a prioridade. Já a conveniência, como facilidade de acesso à conta e instruções claras para login, aparece como segundo item de importância, à frente da personalização. Localmente, o índice é ainda maior, com 80% das pessoas apontando que ter a garantia da proteção dos dados é mais importante do que conveniência ou experiência personalizada. Castro diz que “enquanto consumidores dizem que notam e gostam do que as companhias estão fazendo para melhorar as experiências digitais, como ofertas personalizadas, a probabilidade de eles continuarem um relacionamento com uma empresa se resumirá a quão seguros e significativos são esses relacionamentos”.

 7 em cada 10 empresas brasileiras investem em Inteligência Artificial

 O uso de tecnologias avançadas para combater fraudes cresceu em todo o mundo, com as empresas participantes da pesquisa indicando que entendem as ferramentas de analytics como uma prioridade estratégica. No Brasil, 66% afirmam que consideram ou já estão na fase de implementação do uso de inteligência artificial nos processos de prevenção à fraude, mesma porcentagem daquelas que relatam usar machine learning. Nas duas opções, os brasileiros estão à frente da média global, que é de 55% e 51%, respectivamente.

 “A pesquisa ainda indica o uso de métodos avançados para a autenticação dos usuários como machine learning, inteligência de dispositivos, questionários antifraude e biometria, podem ser o segredo para o reconhecimento bem-sucedido dos clientes”, comenta Castro.

 A íntegra da pesquisa 2019 Global Identity and Fraud Report pode ser acessada pelo link:   www.serasaexperian.com.br/pesquisafraude2020

 

 

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Soluções fiscais da Sovos se integram ao ERP SAGE X3

Projeto liderado pela Ottech foi desenvolvido pioneiramente para mercado latino-americano

Um dos maiores desafios enfrentados pelas empresas é cumprir as exigências fiscais às quais estão submetidas e adaptar-se rapidamente a todas as mudanças, de forma a manter-se em compliance. Em um mundo cada vez mais globalizado, as organizações que estão presentes em diversos países encontram dificuldade redobrada: além de atender aos requisitos locais, é preciso criar uma padronização que permita acompanhar sua atuação na íntegra.

Foi com esse objetivo que a Sovos, líder mundial em tecnologia para tratamento fiscal, disponibilizou suas soluções fiscais à SAGE para integração com o ERP Sage X3: “Nós oferecemos a vantagem de integrar e uniformizar sistemas tributários em distintos países. Algumas empresas grandes têm um ERP no Chile e outro no Brasil, por exemplo, além de equipes de suporte diferentes para cada país, e não oferecem uma visibilidade padronizada para o time global. Elas até tentam criar um padrão, mas encontram bases de dados muito centralizadas localmente. Não basta ter o ERP, tem que comprar também a solução fiscal. É aí que a Sovos entra: atendemos nossos clientes com a mesma plataforma em todos os países. Com isso, eles ganham otimização de recursos, ponto único de contato, solução global on-premise e em nuvem”, explica Marcelo Juliano, head de Enterprise Alliances da Sovos,

Com sede em Jundiaí-SP e Buenos Aires/Argentina, a Ottech é hoje o maior parceiro SAGE do Brasil e por este motivo foi escolhida pela SAGE para liderar esta iniciativa. As equipes técnicas da Sovos, SAGE e Ottech têm trabalhado nos últimos meses para realizar esse processo via uma nova e moderna API da Sovos, que já está em implementação em um cliente piloto da indústria de alimentos, em São Paulo. “O desafio é fazer com que todos produtos da região LATAM se integrem. A plataforma S1 será concentrada em uma API padrão, permitindo que todos os parceiros se conectem no mesmo acesso. Com a mesma estratégia, será possível conectar outros ERPs, em distintos países. Neste ambiente, conseguimos testar, corrigir e desenvolver sem prejudicar o negócio do cliente, que segue operando normalmente” conta Juliano.

Soluções para desafios globais

No Brasil desde 2012, a SAGE chegou ao país pela aquisição da IOB e da Folhamatic, tornando-se líder na oferta de soluções de ERP. Parte da estratégia da companhia está em manter o foco exclusivo nos seus produtos cloud globais e expandir internacionalmente o SAGE X3, um ERP que tem atraído novos clientes devido a sua robustez e capacidade de otimizar custos operacionais. O crescimento da SAGE no Brasil conta com a criação de uma rede de empresas locais com capacidade e conhecimento para atender com excelência; graças a projetos bem-sucedidos em outros mercados internacionais, a Sovos é uma de suas maiores parceiras atualmente.

A expectativa da Sovos é que essa parceria ajudará a fortalecer ainda mais a presença da empresa no Brasil e sua expansão na América Latina: “O projeto está em desenvolvimento desde dezembro passado. Até o final de maio estará concluído no Brasil, em setembro nos demais países LATAM (Argentina, Chile, Peru, Colômbia). Com isso, encerraremos 2020 com todos os cerca de 150 clientes da SAGE habilitados na plataforma Sovos.”, afirma Marcelo. E não para aí: “Na sequência, estaremos capacitados para ser implementá-lo no mundo inteiro”, revela.

 

 

 

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Estudo de professor da FGV aponta que home office deve crescer 30% após pandemia

André Miceli acredita que mudanças bruscas no modelo de trabalho vão acontecer após a Covid-19 e aponta soluções para nova realidade


Como o modelo de trabalho será impactado e quais oportunidades vão nascer após a pandemia com o coronavírus? Para responder a essas perguntas, o diretor-executivo da Infobase e coordenador do MBA em Marketing e Inteligência de Negócios Digitais da Fundação Getulio Vargas, André Miceli, desenvolveu o estudo "Tendências de Marketing e Tecnologia 2020: Humanidade Redefinida e os Novos Negócios".

Segundo André Miceli, o home office deve crescer 30% após a crise do coronavírus e é fundamental que os líderes de negócios pensem, testem e compreendam que a tecnologia é, cada vez mais, um ativo humano. O especialista cita como exemplos o e-commerce e o ensino à distância, que em geral devem crescer 30% e 100%, respectivamente.

"Diante desse novo cenário, torna-se necessário entender que o passado não é mais um guia para o futuro. O primeiro passo para navegar em um ambiente de mudança é elaborar uma estratégia de crise para resolver prioridades, depois preparar uma estratégia de recuperação e esboçar uma estratégia pós-crise", explica o especialista.

Miceli ressalta que a adoção emergencial do home office foi a principal mudança e com isso as culturas organizacionais e estruturais tendem a mudar também. Para ele, a modalidade é um caminho sem volta.

"O home office já se mostrou efetivo. Aliado a isso, você tira carros da rua, você desafoga o transporte público, você mobiliza a economia de outra forma. E você faz com que as pessoas tenham mais tempo para cuidar da saúde delas e que elas possam usufruir de coisas que lhes dão prazer. Sem que você tenha uma redução das entregas e do faturamento", ressalta o professor da FGV.

Ferramentas para enfrentar a crise

André Miceli aponta que em um momento de instabilidade, como o da pandemia, é preciso ser flexível com estruturas e modelos corporativos para prosperar. Portanto, a comunicação, de acordo com ele, deve ser centralizada em canais específicos para que instruções claras sobre procedimentos continuem na rotina dos clientes, consumidores e colaboradores.

"A adoção de metodologias ágeis também permite uma resposta mais rápida aos novos desafios do dia a dia. O processo de análise, reorganização e tomada de decisão precisa acompanhar o ritmo das mudanças", destaca André Miceli.

Nesse contexto, o diretor da Infobase afirma que ter uma reserva de patrimônio será muito importante, porém, não é possível medir quando a situação econômica estará restabelecida.

"Por isso, é importante que as empresas busquem novas fontes de receita, principalmente as que gerem maior liquidez, para conseguir direcionar investimento de forma ágil para as áreas da empresa mais afetadas e deficitárias", conclui o professor da FGV.

Faça o donwload do estudo em: bit.ly/-Ebook-Tendencias

 

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TIM estende trabalho remoto aos colaboradores do Centro de Gestão de Rede

Ferramenta TIM Cloud UC faz parte do portfólio da operadora para clientes corporativos e viabilizou transição rápida e imperceptível para modelo home office de 500 operadores

Uma solução inovadora desenvolvida pela própria TIM viabiliza o trabalho em sistema de home office para cerca de 500 técnicos e engenheiros do Centro de Operação Remota de Rede e Serviços, o iSOC. Em apenas três dias, os colaboradores responsáveis pela instalação e manutenção da rede 4G da operadora e do Centro de Operações da Rede Fixa (COP) passaram a realizar suas funções remotamente, mantendo a mesma qualidade do serviço e do atendimento.

A medida foi realizada após a TIM decretar a ampliação do plano de home office, adotando a modalidade em âmbito nacional em decorrência da pandemia da COVID-19. O TIM Cloud UC viabilizou essa operação nos centros de monitoramento, garantindo acesso seguro para a manutenção da rede. A solução de comunicação e colaboração está no portfólio de serviços para clientes corporativos da operadora e disponibiliza recursos complementares às funções de PABX.

"Conseguimos colocar o projeto em funcionamento em tempo recorde. A transformação de uma estrutura desta magnitude em 100% digital levaria normalmente de 15 a 30 dias para ser instalada e habilitada para uso dos nossos colaboradores. As equipes de TI da TIM trabalharam com agilidade e inteligência, amparadas por soluções inovadoras que temos dentro de casa, para fazer com que esse processo de transição fosse imperceptível para nossos clientes. Assim, conseguimos garantir a segurança das nossas equipes e ajudar de forma indireta a sociedade mantendo a qualidade de um serviço essencial neste momento: a conectividade", afirma Leonardo Capdeville, CTIO da TIM Brasil.

Todas as funções realizadas nos três centros físicos de gerência de rede da operadora no Rio de Janeiro (Gamboa) e em São Paulo (Lapa e Santo André) foram virtualizadas. O projeto demandou a criação de uma solução dentro da plataforma de PABX existente, em um ambiente virtual, permitindo o acesso dos profissionais por meio de computadores e smartphones. Os ramais de atendimento aos técnicos de campo da operadora também foram redirecionados transferindo toda a árvore de telefonia da companhia para 280 ramais virtuais.

"O TIM Cloud UC faz parte de nosso portfólio de soluções para clientes corporativos desde 2018, oferecendo, em uma única plataforma, opções de comunicação integrada, com áudio e videoconferência, mensagem instantânea, compartilhamento de arquivos e telefonia fixa, entre outras funcionalidades baseadas na nuvem que são essenciais para a continuidade do negócio das empresas. Neste momento em que vária empresas estão adotando a prática de home office, tem se mostrado uma ferramenta especialmente útil", explica Paulo Humberto Gouvêa, diretor Corporate Solutions da TIM Brasil.

 

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TIVIT e ServiceNow anunciam parceria para a gestão de serviços de TI

Adoção da plataforma ServiceNow faz parte da estratégia da empresa para modernizar a experiência de seus clientes e suas operações de tecnologia

 

Uma parceria entre a TIVIT, multinacional brasileira de soluções digitais, e a ServiceNow, desenvolvedora global de software em nuvem, vai buscar levar eficiência e agilidade à gestão de serviços de TI. A TIVIT tem usado a solução da parceira em suas próprias operações e agora vai torná-la disponível para seus mais de dois mil clientes. Com o acordo, a organização passa a ser um dos maiores usuários da ServiceNow na América Latina.

A contratação do ITSM (IT Service Management) em uma plataforma 100% em nuvem faz parte dos esforços da TIVIT de modernizar suas operações. Os usuários poderão realizar diversos fluxos de trabalho para suas áreas de TI e das áreas de negócios de forma mais eficiente. Um dos principais benefícios da plataforma ServiceNow é a flexibilidade – além das tarefas relacionadas à TI, ela pode ser usada para outras áreas, como RH, Atendimento ao Cliente B2C e B2B ou para a criação e definição de fluxos de trabalho em geral. Sua adaptabilidade é importante para a TIVIT, que tem em sua lista de clientes empresas dos mais diversos setores.

Desde a implementação da plataforma na TIVIT, em julho de 2019, o catálogo de serviços de TI foi reduzido em 77%. A disponibilidade de serviços foi repensada de forma que faça sentido para o colaborador, em vez de ser estruturada do ponto de vista do setor de TI. Foi observada uma queda de 90% no tempo de solicitação de um serviço, tornando o fluxo mais eficiente e produtivo.

A ServiceNow é líder no Magic Quadrant for IT Service Management Tools 2019 pela classificação do Gartner. A consultoria aponta, em seu estudo 2019 Strategic Roadmap for IT Service Management , a necessidade de uma nova postura dos provedores de serviços na digitalização de processos, nas ferramentas e na cultura, além da necessidade de uma mudança de mindset, partindo da mentalidade de projeto técnico para uma mentalidade de produto consumível. Ao fim de janeiro de 2020, as funcionalidades da ServiceNow chegaram aos mais de dois mil clientes da TIVIT, auxiliando mais de 400 mil colaboradores.

"Ter a ServiceNow como parceira traz benefícios para a TIVIT e para nossos mais de dois mil clientes. A flexibilidade da ferramenta de gestão é importante por conta do amplo leque de setores nos quais nossos clientes atuam. Com ela, estamos mais preparados para lidar com as complexidades e particularidades de cada um deles", diz Armando Amaral, Diretor de CyberSecurity e Governança da TIVIT. "Além disso, estamos habilitados a conquistar novos clientes no mercado dentro da área de ITSM e transformação digital, nos posicionando como um integrador robusto e com vasta experiência."

"É muito importante fazer parte dessa inovação e foi impressionante a rapidez da entrega de toda a personalização da solução pela TIVIT, além da integração dos seus colaboradores e clientes", afirma Katia Ortiz, Country Manager da ServiceNow no Brasil. "O projeto de ITSM da TIVIT é um dos maiores já realizados pela ServiceNow na América Latina, tendo hoje mais de cinco mil usuários simultâneos, e classifica a companhia como um dos nossos principais parceiros na região para habilitar outras frentes, tais como transformação digital, RH, SecOps, Customer Service Management e IT Operations Management."

 

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Hitachi Vantara adquire a Waterline Data e apresenta nova solução em análise de dados

Com o negócio, a empresa incorpora a tecnologia de catalogação de dados ao seu portfólio, permitindo aos clientes unificar silos distribuídos em diferentes ambientes

 

A Hitachi Vantara, subsidiária da multinacional Hitachi, concluiu a aquisição da Waterline Data, Inc., uma empresa privada fornecedora de soluções inteligentes de catalogação de dados. Com a aquisição, a empresa introduziu o Catálogo de Dados Lumada, incorporando a tecnologia de catalogação de dados da Waterline ao seu portfólio, para resolver desafios modernos em ambientes que vão da borda ao núcleo, passando pela nuvem.

O Catálogo de Dados Lumada expande as soluções DataOps da Hitachi Vantara e fornece aos clientes uma maneira de unificar silos de dados distribuídos pela nuvem, infraestrutura de dados e máquinas, e dispositivos nas bordas de suas redes.

A tecnologia de catalogação de dados da Waterline oferece uma estrutura de metadados comum para gerenciar todos os seus dados. Ao aplicar metodologias DataOps aos conjuntos de dados unificados, os clientes podem obter rapidamente insights e impulsionar a inovação.

"De acordo com dados do Gartner , 40% das tarefas da ciência de dados serão automatizadas em 2020, e 37% das empresas que realizaram investimentos em tecnologia observaram um crescimento médio na receita”, diz Claudio Tancredi, Country Manager da Hitachi Vantara no Brasil.

“Os catálogos de dados são uma ferramenta vital para as organizações vencerem os desafios operacionais, técnicos e regulatórios, e a Hitachi Vantara está preparada para dar todo suporte necessário para as empresas",  conclui o executivo.

 

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Colaboração em nuvem e home office no enfrentamento da crise

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O trabalho colaborativo em cloud permite a troca de informações em tempo real e propicia ganhos de mobilidade, simplificação de processos e investimento baixo para implementação do sistema

 

O trabalho remoto, ou home office, por muito tempo sofreu muito com a desconfiança dos empresários, que não acreditavam na funcionalidade dessa alternativa. Contudo, com a necessidade de isolamento social gerada pelo novo coronavírus, esse regime se tornou imprescindível.

Como todos já sabem, esse é o modelo de trabalho feito a distância, propiciando diversas vantagens para as empresas e seus funcionários. Pode ser executado de casa, em campo ou de outra cidade, gerando crescimento pessoal e profissional. Aumenta a qualidade de vida e melhora o engajamento da equipe. Já para a empresa, reduz custos, agiliza processos e ajuda na retenção de colaboradores.

"O que vemos agora é que a utilização do trabalho remoto se deu por uma emergência, e grande parte das empresas não estavam preparadas para isso. Isso causou uma dificuldade inicial, por não existirem políticas clara nas organizações. Mas, com certeza, essa emergência mudará o mundo do trabalho, fazendo com que esse modelo se torne muito mais aceito pelos empresários", explica a CoFounder da Witec IT, Carol Lagoa.

A especialista explica que, para que o trabalho remoto seja efetivado de forma eficaz e segura, é necessário utilizar as ferramentas corretas para uma boa colaboração em nuvem. "Talvez as pessoas não tenham se dado conta, mas já utilizamos algumas das ferramentas com esse tipo de serviço no nosso cotidiano como, por exemplo, Dropbox, Microsoft Azure ou One Drive", alerta.

A colaboração em nuvem torna possível a troca de informações em tempo real. Um único documento pode ser organizado por várias pessoas com segurança e alta performance, independentemente de onde estão geograficamente. Além disso, fatores como ganho de mobilidade, simplificação de processos e investimento baixo para implementação do sistema são pontos importantes, principalmente para pequenas e médias empresas.

Carol Lagoa ressalta alguns pontos importantes em relação ao tema:

o Segurança ampliada: existe uma série de fatores que tornam os sistemas de gestão na nuvem extremamente seguros. As chances de invasões ou perdas são muito baixas porque são utilizados padrões internacionais de segurança, como SSL, criptografia avançada, ISO. dentre outros;

o Ganho de mobilidade: você pode acessar os seus dados de qualquer lugar e de qualquer dispositivo;

o Simplificação de processos: otimização de serviços e demandas internas, plataformas centralizadas, ferramentas escaláveis e monitoramento automático aumentam a performance do negócio;

o Atualizações constantes: por dispensar a necessidade de uma equipe de TI para realizar manutenção e atualizações, a gestão na nuvem se torna uma ótima opção para pequenas e médias empresas. As atualizações do sistema são distribuídas de maneira acessível e simplificada;

o Melhoria na produtividade: manter a gestão online pode melhorar a comunicação e a produtividade interna. Com esta tecnologia, as informações podem ser compartilhadas em tempo real, um único documento pode ser organizado por várias pessoas com segurança e alta performance, independentemente de onde estejam geograficamente;

o Investimento baixo: comparada aos custos de um sistema tradicional, a gestão na nuvem demanda menos investimento tanto na implementação quanto na manutenção.

"Diante do cenário atual, várias empresas se mobilizaram para tornar o trabalho remoto e a colaboração em nuvem uma realidade como medida protetiva contra a transmissão do Covid-19. Vale lembrar que, durante esse momento de implementação de sistema, é muito importante considerar as questões de segurança para que não haja prejuízos a longo prazo", finaliza a CoFounder da Witec, que relata um crescimento considerável na procura de soluções na área.

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Sete dicas para o MEI sobreviver à crise

Fintech de gestão financeira para o microempreendedor reuniu as principais dúvidas levantadas por este público

 

A crise bateu à porta e os trabalhadores informais, aqueles que não têm renda fixa, não terão entrada de dinheiro para cobrir os custos do mês seguinte se não começar agir agora. Ainda que recebam o coronavoucher - como está sendo conhecido o benefício do governo de R$600 para quem está na informalidade  - é preciso se reinventar para manter o negócio ativo. 

Por isso, especialista do Hybank - fintech de gestão financeira para o microempreendedor - traz sete dicas para os MEIs sobreviverem a este momento crítico. 

A fintech reuniu as principais dúvidas levantadas por este público na campanha #tamojunto (iniciativa da empresa para apoiar o microempreendedor)  e faz aqui um resumo: 

1 - Aceite a crise

Entenda exatamente como a crise vai afetar o seu negócio. Trabalhe assumindo que as receitas vão cair e a entrada de capital não vai estar disponível nos próximos meses. O ideal é utilizar ferramentas e plataformas que facilitem esse processo desde a entrada e saída do dinheiro, evitando que alguns valores se percam. 

2 - Adapte

Comece buscar novas formas de adaptação do seu produto ou serviço que encaixe à nova realidade. Sua empresa está na Internet? Se não, esse é o momento de aproveitar as mídias sociais, como Facebook e Instagram, para promover sua marca e apresentar seu “catálogo”. Busque uma ferramenta de vendas online que se adeque ao seu negócio. 

3 - Volte ao dia 1

Planeje um novo modelo de vendas; assuma que está iniciando o seu negócio agora e se baseie na realidade atual.  Analise seu cliente de novo, entenda quais as novas necessidades e problemas que ele tem e descubra como você pode ajudá-lo. Já construa tudo isso se baseando na realidade de distanciamento social.

4 - Tenha um planejamento financeiro claro

Se tem um momento mais importante para organizar suas finanças, é hoje. Compreenda como vai entrar dinheiro e como vai sair. Procure saber quanto de lucro vai ter no final do mês e faça projeções futuras conservadoras. 

5 - Tampe os furos

Corte todos os custos que não são completamente essenciais para operar. Pague apenas o que é fundamental para gerar receita. O Governo prorrogou o pagamento do Simples Nacional em seis meses. Revise todos os acordos de parceria com os fornecedores e os negocie um melhor prazo para cumprir seus pagamentos e ajuste os preços.

6 - Torne-se Digital

Se dedicar ao universo digital é fundamental para seu negócio se manter nesse período de quarentena e para o futuro. Busque saber com o seus clientes que necessidades surgiram com o distanciamento social e como você pode ajudá-los de longa distância. Considere vídeo conferências, vendas online, utilização de aplicativos gratuitos, delivery e até entregas semanais para garantir o fluxo de entrada. 

“Existe um número considerável de microempreendedores que precisam do contato humano para vender. Infelizmente, entramos em uma realidade que não o permite, e por isso é fundamental que busquem se adaptar ao digital. Mesmo que temporário, não sabemos quanto tempo de distanciamento social temos pela frente.”, reforça o CEO do Hybank, Alberto Hamoui. 

7 - Cuidado com os empréstimos!

Neste momento, muitas pessoas se questionam se é o momento de buscar um empréstimo para saldar dívidas e mesmo para as compras básicas do dia a dia. Vale um alerta: empréstimo é dívida. Se você realmente precisa utilizar este recurso, lembre-se de encará-lo como uma dívida e inclua-o em sua programação financeira de despesas e antes de sair atrás de crédito, estude suas finanças, as entradas e saídas e saiba exatamente quanto você tira no final do mês. E depois responda: cabe o pagamento desta parcela como despesa adicional? 

“O empréstimo tem que ajudar e não atrapalhar ainda mais a vida de quem busca por este recurso. E deve ser o último recurso a ser procurado pelo microempreendedor”, reforça Alberto. 

O administrador de empresas e CEO do Hybank ainda reforça que o valor do empréstimo não deve ultrapassar de 10% a 15% da renda mensal. 

 

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