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Sonda muda liderança executiva global

José Orlandini substitui Raúl Véjar como CEO, que se candidatará ao Conselho Administrativo da companhia

 

Com mais de 38 anos dedicados à Sonda, sendo 15 como CEO Global, Raúl Véjar deixa o cargo para se candidatar ao Conselho Administrativo. Para substituí-lo, o Conselho Administrativo da multinacional nomeou José Orlandini Robert como o novo CEO. Ele atuava como vice-presidente corporativo da Divisão de Serviços.

Durante o período em que esteve na liderança da companhia, Véjar realizou projetos significativos, como o processo de IPO, a ampliação do portfólio de soluções e serviços de TI - mais alinhado com as necessidades e desafios dos clientes, a consolidação da presença regional da Sonda em dez países da América Latina, o crescimento em receita e a execução dos planos trimestrais orientados à expansão da empresa.

José Orlandini é engenheiro civil eletricista, formado pela Universidade do Chile, e possui 34 anos de experiência na Sonda, tendo liderado, nos últimos anos, a área de negócios de Serviços em nível regional. Em sua carreira na companhia, liderou projetos importantes na América Latina, como os de automatização de transporte público em Santiago e na Cidade do Panamá.

O novo CEO será responsável por consolidar os planos da empresa e manter sua posição como provedora de serviços e soluções de TI na América Latina, tendo foco na agregação de valor e na transformação dos negócios dos clientes.

A organização contabilizou receita de US﹩ 1,131 bilhão em 2019, abrigando um contingente de 17 mil funcionários, tendo presença direta na Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, México, Panamá, Peru e Uruguai.

No Brasil, a múlti mantém escritórios próprios nos 26 Estados brasileiros, com mais de 8 mil colaboradores e 700 clientes. A empresa conta com sete Centros de Serviços, um Centro de Inovação e três Data Centers. 

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E-commerce fatura mais de R$ 75 bilhões em 2019

O Compre&Confie estima que as compras online gerem faturamento de R$ 90,7 bilhões em 2020, crescimento de 21% em relação a 2019

A crise passou longe do e-commerce durante o ano passado. As vendas realizadas de janeiro a dezembro de 2019 somaram faturamento de R$ 75,1 bilhões, alta nominal de 22,7% em relação ao ano de 2018. As informações são do relatório NeoTrust, que analisa o varejo digital trimestralmente com base em dados coletados pelo Compre&Confie, empresa de inteligência de mercado focada em e-commerce.

De acordo com o estudo, o poder aquisitivo do consumidor não variou significativamente no período: o valor médio das compras realizadas foi de R$ 420,40 (incremento de apenas 0,2% em relação ao ano anterior). Portanto, a alta significativa está relacionada principalmente ao volume de pedidos realizados: em 2019, foram feitas 178,5 milhões de compras, valor que representa aumento de 22,5% em relação a 2018.

O ano de 2019 foi de forte recuperação para o varejo digital. Registramos diversos fatores que impulsionaram o crescimento, com destaque para consolidação do modelo de marketplace no país, maior integração multicanal, além do aumento do número de consumidores que realizaram pelo menos uma compra online.”, afirma André Dias, diretor executivo do Compre&Confie.

Quem compra mais

Ainda segundo o estudo, o público feminino foi responsável por 52,1% dos pedidos de compra feitos no país durante o ano de 2019. Apesar de comprar mais, as mulheres gastaram menos: o gasto médio foi de R$ 371,70 por compra, enquanto os homens gastaram R$ 473,60 em média.

Segmentando todos os consumidores por faixa etária, é possível perceber que os que têm entre 36 e 50 anos realizaram o maior volume de compras (33,6% do total dos pedidos feitos durante o ano). Logo atrás, estão os que têm entre 26 e 35 anos, com 31,8% das compras. Por fim, estão aqueles de até 25 anos (19,5%) e aqueles com mais de 51 anos (15,1%).

Na análise por região, é possível notar que o Sudeste é responsável pela maior parte dos pedidos realizados. Durante o ano de 2019, 66,2% das compras feitas em território nacional vieram desse local. Entretanto, embora o Nordeste ainda represente 11,9% das vendas no e-commerce brasileiro, é a região que apresentou um crescimento maior nas vendas de 2019 em relação a 2018.

Em seguida, estão as regiões Sul (14,1%) e Nordeste (11,9%). Por fim, Centro-Oeste e Norte completam o ranking, com 5,8% e 2% do total de compras realizado, respectivamente.

Número de consumidores únicos aumentou 40,6% em relação a 2018

Outro crescimento importante está no número de consumidores únicos (aqueles que realizaram ao menos uma compra online no ano). Em 2019, este público aumentou 40,6% em relação a 2018, chegando a 31,4 milhões de pessoas.

Em 2020, expectativa é a de que varejo digital movimente R$ 90,7 bilhões

O Compre&Confie estima que as compras online gerem faturamento de R$ 90,7 bilhões em 2020, crescimento de 21% em relação a 2019. O aumento deve estar relacionado tanto ao número de pedidos – que deve ser de 210,8 milhões, aumento de 18% - quanto ao maior gasto dos consumidores. A companhia estima que o tíquete médio deve aumentar 2%, chegando aos R$ 430,00.

“Alguns fatores que explicam o otimismo do brasileiro com o comércio online em 2020 são programas de fidelidade mais atraentes, melhor experiência através de dispositivos móveis e, principalmente, preços extremamente atrativos devido a recuperação econômica e inflação sobre controle”, conclui Dias.

 

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Sebrae: 89% dos pequenos negócios já enfrentam queda no faturamento

Na média, redução nas receitas foi de 69%, constata pesquisa; 54% dos empreendedores já preveem que precisarão solicitar empréstimos para manter o negócio sem gerar demissões

 

Os primeiros dias de restrição à circulação de pessoas e isolamento social, em decorrência do Coronavírus, já atingem o equilíbrio financeiro das empresas e ameaça a sobrevivência de milhões de pequenos negócios no país. Segundo pesquisa feita pelo Sebrae, 89% das micro e pequenas empresas brasileiras já observam uma queda no seu faturamento. E 36% dos empreendedores afirmam que precisarão fechar o negócio permanentemente, em um mês, caso as restrições adotadas até agora permaneçam por mais tempo.

A pesquisa, feita entre os dias 20 e 23 de março, junto a um universo de 9.105 donos de pequenos negócios, revelou que, na média, a redução no faturamento das empresas foi de 69%. Os empresários ouvidos pelo Sebrae ressaltam que, mesmo adotando uma estratégia de venda online, o faturamento anual do negócio sofreria uma queda de 74%, caso as políticas de isolamento social sejam mantidas por um período de dois meses.

Com a expressiva queda nas vendas, 54% dos empreendedores já preveem que precisarão solicitar empréstimos para manter o negócio em funcionamento sem gerar demissões. E, avaliando as perspectivas da economia brasileira, 33% dos empresários entrevistados acreditam que o país deve levar um ano ou mais para voltar ao normal.

As medidas de restrição ao deslocamento de pessoas já fizeram com que 42% dos empresários tomassem a decisão de fechar temporariamente o negócio e levaram 26% a reduzir a jornada de trabalho da empresa.

Para o presidente do Sebrae, Carlos Melles, a pesquisa confirma a importância e a urgência de medidas de socorro aos pequenos negócios. “As pequenas empresas representam 99% de todos os empreendimentos do país e geram mais da metade dos empregos formais. A situação provocada pela pandemia exige de todos os agentes públicos o compromisso pela busca de soluções concretas e rápidas para os problemas que essas empresas estão enfrentando no dia a dia da crise”, destaca Melles.

O presidente do Sebrae ressalta que a instituição está atuando junto às diferentes instâncias de governo, ao Congresso e ao Judiciário para o desenvolvimento dessas soluções. “O Sebrae está, nesse momento, ao lado dos empresários e disponibilizando todo o apoio por meio das diferentes plataformas de atendimento”, destaca.

 

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Capgemini é reconhecida pela colaboração com a HP

Empresa foi vitoriosa no Prêmio ISG Paragon Awards Americas 2019, na categoria Collaboration, por ter apoiado o processo de transformação e de melhora da eficiência da HP Inc

 

A Capgemini anuncia a vitória no prêmio ISG Paragon Americas 2019 na categoria Collaboration (Colaboração) por seu trabalho com a HP Inc. O prêmio reconhece as parcerias mais inovadoras e impactantes do ano, e a Capgemini foi selecionada por ter “um relacionamento de fornecimento mutuamente benéfico entre cliente e provedor".

A HP Inc. trabalhou com a Capgemini para aumentar a motivação da equipe de vendas e a eficiência em suas operações de comercialização. A Capgemini também ajudou a transformar a organização e disponibilizou tecnologia para oferecer um ambiente de compensação de vendas adaptável mais eficaz e eficiente. Os principais benefícios incluem padronização e otimização de processos, redução no custo operacional e entrega pontual dos principais dados de performance de vendas.

“A Capgemini foi um parceiro confiável da HP durante sua transformação. Nos últimos três anos, sua equipe desempenhou de forma consistente as tarefas operacionais, fornecendo o nível certo de controle de qualidade e custo e se adaptando perfeitamente às mudanças da HP. Como resultado, agora estamos mais bem equipados para atender nossos próprios objetivos e apoiar o sucesso da HP”, disse Guillaume Monnier, diretor de Operações de Compensação e Experiência de Vendas da HP Inc.

“Este prêmio representa a forte parceria entre a Capgemini e a HP Inc., e é uma comprovação da nossa bem-sucedida e inovadora abordagem de transformação de TI e operações, sustentada por um espírito de parceria entre as duas equipes, além de uma forte motivação para atingir as metas de negócios”, afirmou Anjali Pendlebury Green, Head Global da Prática de Operações Digitais para Funcionários da unidade de Business Services da Capgemini.

A ISG é uma empresa líder global em consultoria e pesquisa em tecnologia. Os vencedores foram selecionados por um painel independente de especialistas do setor, com vasta experiência em fornecimento e tecnologia, e foram premiados em um jantar de gala no Intercontinental New York Times Square, em Nova York, nos Estados Unidos.

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Arrecadação de impostos do governo pode sofrer uma queda de até 40%

Para o economista da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), Marcel Solimeo, o levantamento do IBPT serve para se ter uma ideia numérica do que pode acontecer nos próximos meses 

Um estudo do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT) aponta que a arrecadação de impostos no Brasil pode sofrer uma queda de até 39,3% em virtude dos impactos do isolamento social recomendado por especialistas e pela própria Organização Mundial de Saúde (OMS) como a forma mais eficaz de combate ao novo coronavírus (Covid-19). Para o economista da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), Marcel Solimeo, o levantamento serve para que se tenha uma ideia numérica do que pode acontecer nos próximos meses.

“São projeções baseadas em algumas hipóteses, mas o cenário de incerteza, como o que estamos atravessando, pode apresentar algumas surpresas. De qualquer forma, é um estudo interessante para que a gente possa ter alguma ideia numérica do impacto das medidas”, pondera Marcel Solimeo, economista da ACSP.

O levantamento considera receitas tributárias da União, dos estados e dos municípios e leva em conta projeção inicial feita pelo IBPT, de R$ 2,8 trilhões em impostos, com base nos dados do orçamento projetados pelo governo.

O IBPT estabeleceu quatro possíveis cenários para o fim do período de isolamento, que começou em 18 de março em muitos estados e determinou o fechamento do comércio de maneira geral, exceto estabelecimentos considerados como serviços e atividades essenciais à população, como supermercados, serviços de saúde, transportes, farmácias e postos de combustíveis, por exemplo.

Pela projeção, se o isolamento for encerrado no fim de abril, a queda na arrecadação será de 26,49%; se for em maio, 32,38%; caso ocorra em junho, 35,35%; na ocorrência de o confinamento ser finalizado apenas em julho, o tombo seria de 39,32%.

“A situação é por demais preocupante, pois os governos estão injetando dinheiro na economia para mitigar os problemas causados pela crise sanitária e a queda sensível de arrecadação, em qualquer dos cenários, causará no mínimo uma recessão”, afirma o coordenador de estudos do IBPT, Gilberto Luiz do Amaral.

O estudo do IBPT aponta ainda as quedas médias por esfera de governo, isto é, federal, estadual e municipal. Além de detalhar os meses de maiores perdas na arrecadação, com destaque para agosto, caso haja um isolamento até o fim de julho, podendo atingir até 70% naquele período.

O levantamento fez também uma estimativa com cálculo de perdas diárias e mensais: se o isolamento acabar em abril, perda média mensal será de R$ 78,01 Bilhões, equivalente a uma perda diária de R$ 2,57 bilhões; em maio, a perda média mensal será de R$ 95,41 Bilhões, equivalente a uma perda diária de R$ 3,14 bilhões; em junho, a perda média mensal sobe para R$ 104,18 bilhões, equivalente a uma perda diária de R$ 3,42 bilhões; em julho, a perda média mensal será de R$ 115,86 bilhões, equivalente a uma perda diária de R$ 3,81 bilhões.


 

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Governo de SP fecha parceria com a Rappi para disseminar informações do Covid-19

Por meio do botão ‘Prevenção’, dentro do próprio aplicativo, usuários passam a acessar todas informações e as medidas de segurança

O Governo de São Paulo e a Rappi anunciam que uniram forças para disseminar conteúdo verdadeiro e oficial de prevenção e combate ao coronavírus. Por meio do botão ‘Prevenção’, na tela inicial do aplicativo, usuários passam a ter acesso simples e confiável a medidas de segurança e orientações diversas. As informações são advindas do site - www.saopaulo.sp.gov.br/coronavirus.

“A iniciativa está em linha com a prioridade absoluta da Rappi – que é a segurança de todos -, e com as demais ações que a companhia já vem adotando”, afirma Sergio Saraiva, presidente da Rappi no Brasil. Dentre os protocolos de segurança implementados pelo superapp estão entrega sem contato, incentivo ao pagamento digital (e não em dinheiro), disponibilização de itens de higienização e desinfetantes aos entregadores parceiros e Personal Shoppers e constante envio de informações e lembretes – seja via email ou push – a todo o ecossistema da companhia.

O conteúdo disponível no botão ‘Prevenção’ conta com material completo com Guias, Cartilhas, Perguntas e Respostas, notícias e um link com todos os vídeos de orientação que foram produzidos até o momento.

“Nesse momento de união, a parceria com uma empresa que presta serviços de excelência, como a Rappi, é fundamental para continuarmos no nosso trabalho diário e incansável de informar a população de forma correta e combater a fake news”, afirma o Secretário de Comunicação do Governo de São Paulo, Cleber Mata.

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Banco BV anuncia linha de crédito, doação e mobilização no combate à Covid-19

Com apoio do Instituto Votorantim e da Fundação do Banco do Brasil, as iniciativas do banco BV serão destinadas à infraestrutura hospitalar essencial no enfrentamento da pandemia e auxílio às famílias mais vulneráveis

 

O banco BV anuncia três iniciativas para ajudar no combate à pandemia de Covid-19 no Brasil. A instituição doou R$ 30 milhões e iniciou uma campanha para arrecadação de recursos que serão prioritariamente destinados para compra de insumos hospitalares e distribuição de itens de primeira necessidade aos projetos sociais que já mantêm relacionamento com o BV. Além disso, o banco BV criou uma linha de crédito de R$ 50 milhões para fornecedores nacionais de equipamentos e serviços hospitalares essenciais no combate à Covid-19. 

Os recursos doados já estão sendo entregues, incluindo aquisição de 50 respiradores em parceria com o Governo do Estado de São Paulo e auxílio de R$ 300 em vale alimentação para 1.400 famílias em estado de vulnerabilidade no Rio de Janeiro, atendidas pelo Instituto Reação, projeto já apoiado pelo banco BV. A instituição ainda está empenhada em estender o benefício para os mais de 30 projetos sociais beneficiados pelo banco BV e que atendem milhares de pessoas em todo o Brasil. 

Além da doação, o banco BV convida seus clientes, parceiros e sociedade, pessoas físicas e jurídicas, para se engajar em uma campanha de arrecadação online. As doações serão feitas pela plataforma digital "Abrace uma Causa", reconhecida pela capacidade de conectar pessoas e empresas com causas sociais de várias regiões do Brasil. Para cada R$ 1 doado por pessoa física, o banco BV doará a mesma quantia, até o total de R$ 10 milhões. 

"Sabemos que as pessoas querem ajudar e, muitas vezes, não sabem como. O BV acredita que, com a experiência e capilaridade do Instituto Votorantim e da Fundação Banco do Brasil, pode atuar como viabilizador dessa grande rede de colaboração. Todos que queiram contribuir, pessoas físicas e empresas, poderão fazê-lo de forma rápida e segura, com a certeza de que os benefícios serão distribuídos com critério e a devida transparência", afirma Gabriel Ferreira, CEO do banco BV. 

Com o apoio do Instituto Votorantim e da Fundação do Banco do Brasil, o BV garantirá que os recursos sejam aplicados de forma rápida e transparente. Os valores arrecadados beneficiarão todas as regiões do Brasil, com foco nas localidades mais impactadas pelo novo coronavírus. Além de hospitais, famílias atingidas pela doença e em estado de vulnerabilidade social serão assistidas. As doações também irão atender famílias dos projetos sociais já apoiados pelo banco, além de comunidades integrantes do Programa de Valorização da Educação (PVE), iniciativa do Instituto Votorantim presente em mais de 1.200 escolas em 101 cidades em todo o País. A prestação de contas será feita na própria plataforma e será aberta para acompanhamento da sociedade. 

O banco BV também estruturou uma linha de crédito a preço de custo de R$ 50 milhões exclusiva para apoiar empresas nacionais fornecedoras de equipamentos e serviços essenciais com faturamento anual acima de R$ 10 milhões para o imediato combate à pandemia da Covid-19. O primeiro desembolso será de R$ 20 milhões para a Magnamed, uma das maiores empresas nacionais na fabricação de equipamentos para ventilação pulmonar, um dos aparelhos mais necessários em meio à pandemia. Alinhado com Ministério da Saúde, BNDES e hospitais de referência, o BV busca outras empresas que também possam se beneficiar dessa linha de crédito. 

Para doar, acesse: http://bancobv.abraceumacausa.com.br/

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Fujitsu se destaca por iniciativas para redução de impactos ambientais

Lista da entidade britânica, a CDP, classifica empresas que desenvolvem ações em prol do meio ambiente

A Fujitsu, líder em tecnologia da informação e da comunicação, está presente, pelo terceiro ano consecutivo, na lista das 180 grandes empresas que promovem ações em resposta às mudanças climáticas, publicada pela Carbon Disclosure Project (CDP). A CDP é uma organização britânica que apoia a divulgação do impacto ambiental das principais corporações mundiais. A Fujitsu conquistou a classificação mais alta na avaliação de atividades corporativas para a redução de riscos ambientais.

O objetivo da avaliação do CDP é tornar os relatórios ambientais e o gerenciamento de riscos uma norma de negócios e impulsionar a divulgação, o insight e as ações em direção a uma economia sustentável. A entidade internacional, sem fins lucrativos, conduz pesquisas de empresas com ativos totais de investimentos superiores a U$ 96 trilhões, sobre as suas ações em relação às mudanças climáticas. O CDP avalia as organizações quanto à abrangência de sua divulgação, conscientização e gerenciamento de riscos ambientais e demonstração das melhores práticas associadas à liderança ambiental, como o estabelecimento de metas ambiciosas e significativas.

Em maio de 2017, a Fujitsu iniciou um programa ambiental de médio e longo prazo chamado ‘Fujitsu Climate and Energy Vision’, criado para ajudar o grupo a atingir seus objetivos de sustentabilidade. Entre as metas, está o alcance de emissão zero de CO2, até 2050, por meio do uso de Inteligência Artificial e outras tecnologias que suportam a transformação digital.

O grupo também está tomando medidas para mitigar e se adaptar às mudanças climáticas, por meio de suas atividades comerciais. Essas ações contribuem com os esforços na construção de infraestruturas sociais mais resilientes e da criação de uma sociedade descarbonizada. Ao alcançar essa visão, o Grupo Fujitsu visa promover ainda mais respostas às mudanças climáticas, criando uma sociedade próspera e sustentável.


 

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Atividade do comércio tem alta de 3,1% em fevereiro, aponta Serasa

  • Publicado em Varejo

Vendas de tecidos, vestuário, calçados e acessórios impulsionaram o crescimento no segundo mês do ano
 

Os dados do Indicador de Atividade do Comércio da Serasa Experian revelaram que fevereiro de 2020 registrou alta de 3,1% no comparativo com o mesmo mês do ano anterior. O valor foi impulsionado pelos setores de tecidos, vestuário, calçados e acessórios (7,5%) e supermercados hipermercados, alimentos e bebidas (6,7%). Apesar da variação positiva no comparativo ano a ano, este foi o menor crescimento anual desde outubro de 2019.

 Segundo o economista da Serasa Experian, Luiz Rabi, “esta desaceleração percebida em relação aos últimos meses se deve à redução dos efeitos do saque do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço, liberados no fim de 2019. Os setores que apresentaram maior crescimento em fevereiro podem ter sido impactados pelas vendas de Carnaval, que foi realizado mais cedo do que no ano passado”.

Vendas por segmentos: em fevereiro/20, a venda de móveis, eletrodomésticos, eletrônicos e informática apresentou crescimento de 5,0%, enquanto os itens para reformas e construção registraram alta de 2,3% com relação ao mesmo período de 2019. Veículos, Motos e Peças e Combustíveis e Lubrificantes tiveram queda no mês.   

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App Risk Advisor da seguradora Zurich ganha novas funcionalidades de gestão de risco

Plataforma agora terá também a função de Colaboração Remota para compartilhamento de dados em tempo real, recurso importante no cenário atual de pandemia

 

Alinhada com as tendências mundiais que auxiliam as empresas a protegerem os seus negócios e ativos, a Zurich, companhia global com mais de 80 anos de atuação no mercado brasileiro, apresenta mais uma novidade no aplicativo Risk Advisor, plataforma utilizada pelos engenheiros da companhia para avaliação de riscos. Agora, o app ganhou a funcionalidade Colaboração Remota para autoavaliação e gestão de riscos.

A Colaboração Remota pode ser usada em qualquer parte do mundo pelos mais de 800 engenheiros da Zurich especializados em diversos perfis de indústrias e portes de empresas, e todo conteúdo consolidado resulta em um banco de dados que ajuda as organizações nas estratégias de resiliência para minimizar perdas e garantir a continuidade em momentos adversos.

Com a ferramenta, os engenheiros também podem iniciar uma sessão de análise por vídeo com elevados níveis de segurança e proteção de dados dos clientes. "A combinação de tecnologia com uma equipe multidisciplinar de especialistas nos proporciona uma entrega diferenciada para as companhias", afirma Carlos Cortés, superintendente de Engenharia de Riscos da Zurich.

O executivo lembra que o app é um recurso extremamente importante, principalmente em situações adversas como agora em que o mundo assiste aos desdobramentos da pandemia do coronavírus (Covid-19). A propagação do vírus exigiu das organizações uma reconfiguração do modelo de trabalho com muitos colaboradores em regime de home office em larga escala.

Este modelo trouxe uma preocupação maior com os riscos cibernéticos. "A evolução diária dos riscos cibernéticos demanda atenção tanto no nível de segurança da informação corporativa como dos usuários e nós temos como missão cuidar dos recursos que garantem a continuidade dos negócios", ressalta o executivo.

 

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