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Migração do Itaú Unibanco para o novo centro tecnológico vai até o próximo ano

Alexandre Barros, vice-presidente de Tecnologia da Informação do Itaú-Unibanco. Foto: Rodrigo Capote/Itaú Alexandre Barros, vice-presidente de Tecnologia da Informação do Itaú-Unibanco. Foto: Rodrigo Capote/Itaú

Operações de cartões são as primeiras a rodar em Mogi Mirim

 

Antes mesmo da inauguração oficial, em março, as atividades relacionadas aos cartões de crédito emitidos pelo Itaú Unibanco, assim como as operações da Rede, já rodavam no Centro Tecnológico de Mogi Mirim. “Há 21 meses decidimos migrar a área de cartões no Carnaval de 2015. Conseguimos” nota Roberto Setúbal, presidente-executivo do Itaú Unibanco.

Setúbal ressalta que o projeto - apesar do investimento de R$ 11 milhões, entre 2012 e 2015, e de ser base de uma estratégia de 30 anos – ocorre restritamente dentro do orçamento e dos prazos definidos. “O objetivo deste CPD, depois de 35 anos no CPD anterior, é sustentar os próximos 30 anos, em um mundo cada vez mais digital. O CTMM culmina um trabalho de cinco anos, com os maiores fornecedores globais de tecnologia”, lembra.

“Todas as operações vão para o CTMM até julho de 2016”, informa Alexandre Barros, vice-presidente de tecnologia. Ele esclarece que até o fim deste ano deve ser concluída a migração das operações de banco de varejo.

Além do espelhamento em unidades prediais distintas no CTMM, o site na Mooca, em São Paulo, até então o data center principal do banco, servirá como instalação de contingência.

“Uma preocupação em todo o projeto é garantir que o cliente não tenha nenhum problema na migração. Os serviços têm que estar disponíveis durante todos os segundos da madrugada em que transferimos os sistemas”, diz André Palma, superintendente de TI.

Apostas de longo prazo - O projeto do CTMM prevê a instalação de seis data centers segregados.O segundo será implementado ente 2020 e 2021; o terceiro em 2032 e 2033. “O quarto, o quinto e o sexto serão construídos com a tecnologia da época”, diz Alexandre Barros. “Fomos conhecer os maiores data centers do mundo e podemos afirmar que o CTMM está à frente em termos de inovação e eficiência. Prova disso é que os principais fornecedores globais de tecnologia desenvolveram soluções inéditas para atender nossa demanda”, conta o vice-presidente.

“Durante 30 meses trabalhamos junto aos mais renomados laboratórios de tecnologia do mundo para definir conceitos de arquitetura, conhecer profundamente o road map de desenvolvimento e antecipar as tendências”, acrescenta Palma.

Rooney Silva, diretor do CTMM, lembra que o projeto foi oficialmente proposto em 2007, em 2011 foi tomada a decisão e em fevereiro de 2012 começaram as obras. “Pode parecer distante se falar em planos para 2020 e 2030. Hoje o banco precisa antecipar não apenas o crescimento, mas também um ambiente com cada vez mais transações online Nas próximas fases, provavelmente as tecnologias serão muito diferentes. Mas temos que estar preparados para as próximas décadas, diz.

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