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Bradesco utiliza SOA para integrar legado à plataforma digital

Bradesco utiliza SOA para integrar legado à plataforma digital

Por meio do projeto TI Melhorias, o banco construiu camadas de APIs para permitir que as aplicações que rodam em mainframe pudessem ser consumidas na plataforma digital

Um dos grandes desafios que os bancos têm diz respeito à integração dos chamados sistemas legados, construídos há décadas para rodar em mainframes, à plataforma digital, tendo em perspectiva a melhoraria da experiência aos correntistas, a personalização da oferta de produtos e serviços bancários e dotação de mais inteligência ao negócio.

No Bradesco, o processo de integração foi viabilizado tecnologicamente com a transformação do sistema legado em Arquitetura Orientada a Serviço (SOA), revela Maurício Minas, vice-presidente do banco. “Tivemos que construir camadas de API, uma espécie de interface de software, que faz com que qualquer produto possa ser consumido na plataforma digital”.

Segundo o executivo, a transformação dos sistemas legados em arquitetura SOA ocorreu no bojo do projeto TI Melhorias, que consumiu dez anos de execução e investimento de aproximadamente US$ 1 bilhão. A estratégia foi considerada eficaz para aproveitar know how acumulado durante muitos anos e que vai continuar fazendo parte do dia a dia operacional do banco por muito tempo.

A existência dos sistemas legados também garante a permanência dos mainframes como plataforma de processamento dentro do ambiente de tecnologia da informação (TI) do Bradesco. Empacotados como serviços, boa parte do legado vai continuar rodando em mainframes, que foram concebidos para suportar transações complexas e de alto volume.

Com o avanço das aplicações digitais, Minas destaca, entretanto, que a grande demanda por processamento e armazenamento de dados será canalizada para o ambiente configurado no modelo de computação em nuvem. Atualmente, já existem mecanismos eficientes para se fazer uma distribuição de carga (para processamento de dados) nesses três segmentos de plataforma: mainframe, nuvem privada e nuvem pública, observa o executivo. “Estamos executando isso, mas o viés aqui é crescer muito mais na nuvem do que em mainframe”.

 

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