Infraestrutura - Executivos Financeiros - Executivos Financeiros http://www.executivosfinanceiros.com.br Mon, 27 May 2019 01:21:08 +0000 Joomla! - Open Source Content Management pt-br Stefanini adquire TecCloud e passa a oferecer serviços em datacenter http://www.executivosfinanceiros.com.br/infraestrutura/6564-stefanini-adquire-teccloud-e-passa-a-oferecer-servicos-em-datacenter http://www.executivosfinanceiros.com.br/infraestrutura/6564-stefanini-adquire-teccloud-e-passa-a-oferecer-servicos-em-datacenter Stefanini adquire TecCloud e passa a oferecer serviços em datacenter

Multinacional brasileira está desenvolvendo uma nova solução em nuvem escalável, que garantirá maior valor agregado ao cliente

Segundo a IDC, o segmento de Nuvem Pública no Brasil pode chegar a US$ 2,6 bilhões em 2019, crescendo 35%, anualmente, até atingir US$ 6,5 bilhões em 2022. O mercado brasileiro possui muito espaço para expandir, porque, apesar do aumento de uso da Nuvem Pública, o País está na 12ª posição no mundo.

De olho nesse mercado em expansão, a Stefanini, uma das mais importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia, anuncia a aquisição de 60% da TecCloud, braço do grupo Correa da Silva com foco em Datacenter, Infra-estrutura,Telecom e Serviços de Tecnologia. A conclusão da operação ainda está sujeita à aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica – CADE.

A nova empresa do Grupo Stefanini conta com três datacenters localizados em Porto Alegre e Campo Bom, no Rio Grande do Sul. O espaço dedicado para o Processamento de Dados possui classificação nível TIER 3, que designa ambientes com total infraestrutura de climatização e rede, possibilitando a manutenção nos equipamentos sem que aconteça nenhuma interrupção no processo. 

De acordo com Rogério Vinícius, diretor de TI da Stefanini, o objetivo da multinacional brasileira com a TecCloud é oferecer e entregar soluções que possam ser facilmente escaláveis com outras aplicações de seus clientes. “Nosso objetivo é entregar propostas com maior valor agregado e manter a infraestrutura como serviço, soluções de gerenciamento e integração com outras nuvens”, afirma o executivo.

Em meados de junho de 2018, a multinacional começou esse processo de atualização da infraestrutura e migrou para a hiperconvergência, levando o dobro de capacidade de processamento à sua base já existente. “No início pretendiamos apenas  implementar um refresh tecnológico, só que acabou abrindo espaço para um novo negócio, o serviço em cloud. Com essa iniciativa começamos a atuar ainda mais com soluções de serviço (SaaS) e, neste momento, estamos preparando uma oferta de nuvem que pretendemos anunciar para o mercado em breve”, finaliza Rogério Vinícius.

 

 

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Infraestrutura Thu, 02 May 2019 00:00:00 +0000
Estudo encomendado pela Dell e Intel avalia a maturidade de TI das empresas http://www.executivosfinanceiros.com.br/infraestrutura/6437-estudo-encomendado-pela-dell-e-intel-avalia-a-maturidade-de-ti-das-empresas http://www.executivosfinanceiros.com.br/infraestrutura/6437-estudo-encomendado-pela-dell-e-intel-avalia-a-maturidade-de-ti-das-empresas Estudo encomendado pela Dell e Intel avalia a maturidade de TI das empresas

Conduzido pela IDC, levantamento tem como objetivo identificar como a infraestrutura de TI das empresas brasileiras está preparada para suportar a transformação digital

A Dell Technologies e a Intel anunciam os resultados da segunda edição do estudo IT² - Benchmark da Maturidade da Infraestrutura de TI no Brasil, encomendado para a IDC Brasil, empresa líder no país em inteligência de mercado e consultoria nas áreas de tecnologia da informação e telecomunicações. O levantamento anual tem como objetivo identificar como a infraestrutura de TI das empresas brasileiras está preparada para suportar a transformação digital dos negócios. A pesquisa deste ano identificou que, em uma escala de 0 a 100, as companhias instaladas no país atingiram uma nota média de 46,4 pontos, contra 43,7 na edição anterior. O que demonstra um avanço das companhias em relação ao tema de Transformação da TI nos últimos 12 meses, mas que ainda há um longo caminho a percorrer para que os ambientes tecnológicos acompanhem o ritmo acelerado de digitalização das corporações.

 

A segunda edição do estudo conduzido pela IDC Brasil entrevistou 250 profissionais responsáveis pela decisão de compra da infraestrutura de TI de empresas privadas, com mais de 250 funcionários. A análise, realizada no quarto trimestre de 2018, avaliou três grandes indicadores essenciais para a maturidade dos ambientes tecnológicos para suportar a transformação digital dos negócios: Processos Internos e Cultura, Automação de Processos e Modernização da Infraestrutura.

 

O estudo aponta que, a exemplo do ano anterior, a Automação de Processos foi o tema com os resultados mais baixos (média de 35,7 pontos) entre os indicadores. Em seguida aparece a Modernização da Infraestrutura (com 46,3 pontos) e os Processos Internos e Cultura (com 57,2 pontos).

 

“Uma das questões que chama a atenção no estudo deste ano é que as empresas brasileiras apresentaram uma melhora importante na questão da Modernização da Infraestrutura, com crescimento de mais de quatro pontos: saltando de uma média de 42, em 2018, para 46,3 neste ano. Porém, a nota geral, mesmo nesse quesito, continua a ser baixa, pois não atinge nem a média, que seria de 50 pontos”, pontua João Bortone, diretor-geral de Vendas de Soluções para Data Center da Dell Technologies no Brasil. “Os números confirmam que começa a existir uma mudança de comportamento, com uma tendência de aumento na modernização proativa da infraestrutura de TI, no entanto cerca de 40% das empresas ainda seguem com um modelo reativo, no qual só realizam investimentos na atualização ao término de garantia ou contrato, em vez de priorizarem a otimização de workloads. Um cenário que pode gerar gargalos para o negócio, na medida em que os ambientes tecnológicos não estejam preparados para suportar o ritmo de digitalização das empresas”, acrescenta.

 

Modernização da Infraestrutura: hiperconvergência está no radar de 31% dos gestores de TI

 

O estudo demonstra que, enquanto as organizações exigem respostas cada vez mais ágeis e flexíveis da TI, muitas empresas têm priorizado tecnologias modernas que atendam a esses requisitos. Como reflexo, 16,8% dos líderes consultados afirmam já utilizar soluções hiperconvergentes, consideradas essenciais para garantir mais agilidade no atendimento a novas demandas na camada de infraestrutura, e outros 14,8% planejam implementar nos próximos 12 a 24 meses.

 

Por outro lado, 30,8% afirmam que não pretendem adotar esse tipo de solução e 21,6% admitem desconhecer o termo hiperconvergência.

 

 

A boa notícia, por outro lado, é que o levantamento deste ano revela que 67% das companhias planejam aumentar os orçamentos dedicados à segurança da informação em 2019, mantendo assim esse tema como a principal prioridade da área de TI, citada por 31% dos entrevistados.

 

O estudo mostra também que a maior parte das empresas (45%) tem priorizado investimentos em virtualização como parte do caminho para modernização da infraestrutura de TI. Além disso, o levantamento mostra uma desconfiança dos gestores de TI em relação à migração para cloud pública, com só 6% das empresas (contra 7% em 2018) pretendendo ter 100% das cargas de trabalho nesses ambientes em 24 meses. Enquanto cresce (saltou de 38% para 40%) o número de companhias que pretendem não ter qualquer workload em nuvem pública nos próximos dois anos.

 

“O estudo traz um indicador excelente de quanto o mercado brasileiro está motivado a investir em inovação e em recursos que promovam a transformação digital, enquanto aumentam a segurança de suas infraestruturas e dados”, afirma André Ribeiro, diretor de Novos Negócios da Intel Brasil. “Isso faz total sentido dentro da nossa estratégia de ampliar os limites da tecnologia para fazer com que o sonhado futuro não só aconteça, como traga as experiências mais incríveis para os consumidores e clientes.”

 

Automação de Processos ainda é baixa e pode prejudicar a jornada para a transformação digital

 

Mesmo com um ligeiro avanço em relação ao estudo de 2018, saltando de 33,7 para 35,9 pontos neste ano, a Automação de Processos se mantém como o item pior avaliado entre os requisitos para que as organizações brasileiras tenham infraestrutura de TI preparada para a transformação digital. Poucas empresas disseram apresentar os recursos necessários para tarifar as áreas pelo uso efetivo da tecnologia.

 

Apesar de 22,4% das companhias citarem que a área de TI já cobra das áreas usuárias pelo efetivo uso dos recursos de tecnologia, só 6,8% afirmam ter menus de autoatendimento completos para que as diversas áreas da empresa provisionem recursos tecnológicos de acordo com a necessidade delas.

 

O estudo aponta que a virtualização tem sido o principal ponto avaliado pelos gestores da infraestrutura de TI para automatizar a gestão dos ambientes e ter mais flexibilidade para atender novas demandas. Os servidores seguem como os recursos mais virtualizados pelas empresas, com 73,6% dos entrevistados indicando que apresentam de 51% a 100% do processamento em máquinas virtuais.

 

Ainda de acordo com o levantamento, 39% das empresas já adotam multicloud, mas 26,8% trabalham em ambientes isolados, sem ferramentas de orquestração, integração e governança – o que não permite colher todos os benefícios da nuvem híbrida.

 

Processos Internos e Cultura: uma em cada três empresas enxerga TI como diferencial competitivo

 

O terceiro pilar analisado pelo estudo da IDC, a questão de Processos Internos e Cultura, foi o item com maior pontuação, 57,2 (contra 55,2 em 2018), na análise da maturidade da infraestrutura de TI das empresas para suportar a digitalização dos negócios. Os dados mostram no entanto, que apenas um em cada três executivos consultados considera que a área de Tecnologia da Informação representa um diferencial competitivo na visão das áreas de negócios. O que se deve, principalmente, a uma dificuldade do time TI em comprovar o valor para as organizações.

 

Um dos sinais de que essa realidade começa aos poucos a mudar está no fato de que, quando questionados sobre os critérios para decisão de escolha de soluções tecnológicas, o preço das soluções aparece tecnicamente empatado com a análise de ROI (retorno sobre investimento) e atualização tecnológica.

 

“Após dois anos de dificuldade econômica, com investimentos restritos, é natural que os orçamentos de TI estejam limitados e precisem ser otimizados, o que justifica o fato de o preço da solução ser um fator fundamental para viabilizar os projetos. No entanto, sem clareza do ROI e do TCO (custo total de propriedade), a possibilidade de otimização do orçamento tende a ficar restrita”, afirma Pietro Delai, gerente de Pesquisa e Consultoria da IDC Brasil. “Novas tecnologias, por exemplo, tendem a ser mais estáveis, performáticas e energeticamente eficientes, possibilitando ganhos futuros com otimização de budget. Sem olhar para esse TCO, o gestor continuará a ter dificuldades para garantir uma sobra de dinheiro para investir em inovação”, complementa.

 

Vale destacar que, a exemplo do ano anterior, mais de 50% dos orçamentos de TI das organizações está dedicado a manter o legado (em 62,4% das empresas consultadas), enquanto outros 42,02% são dedicados à inovação.

 

Ferramenta para análise online

As empresas interessadas em avaliar o grau de maturidade da infraestrutura de TI, podem cadastrar-se gratuitamente na ferramenta IT² - Benchmark da Maturidade da Infraestrutura de TI no Brasil(http://IT2-2019.idclatinsurvey.com), desenvolvida pela IDC e patrocinado pela Dell Technologies e IntelTrata-se de uma análise online, por meio da qual as empresas brasileiras podem avaliar o grau de maturidade da sua infraestrutura de TI para suportar a transformação digital e comparar os resultados com outras organizações instaladas no país.

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Infraestrutura Fri, 22 Mar 2019 00:00:00 +0000
CLM e Lenovo fortalecem entregas personalizadas para data centers http://www.executivosfinanceiros.com.br/infraestrutura/6382-clm-e-lenovo-fortalecem-entregas-personalizadas-para-data-centers http://www.executivosfinanceiros.com.br/infraestrutura/6382-clm-e-lenovo-fortalecem-entregas-personalizadas-para-data-centers CLM e Lenovo fortalecem entregas personalizadas para data centers

Objetivo da parceria é levar experiência transformadora e atendimento consultivo a clientes e revendas

A CLM, distribuidor de valor agregado com 25 anos de mercado, passa a distribuir as soluções de data center da Lenovo em todo o Brasil. Com a divisão do Data Center Group, a Lenovo inova no País, com operação especializada e estratégia focada na experiência do cliente.

A gerente de canais de distribuição para a Lenovo Data Center, Fabiana Rodrigues, explica que a parceria é parte da estratégia de prover atendimento de qualidade a um novo segmento de mercado, a partir de soluções totalmente customizadas. “A CLM é parte do nosso ecossistema e de nossas iniciativas focadas na entrega de uma experiência transformadora para os clientes e revendas, além de atendimento consultivo, baseado em um histórico de expertise com projetos de data center,” afirma.

Fabiana esclarece ainda que, por meio de seus parceiros distribuidores e de uma estratégia consultiva ao cliente de TI, a Lenovo Data Center tem a oportunidade de atender clientes com projetos complexos, ainda mais customizados, além de prover agilidade e confiança por meio de um time experiente e capacitado para realizar o atendimento.

Com foco em segurança da informação e infraestrutura avançada, a CLM se consolidou como distribuidor de valor agregado no mercado latino-americano também por sua capilaridade. Para a nova aliança, a empresa conta com programa de canais estruturado e agressivo, processo para registro de oportunidades transparente e ágil e uma base de revendas pronta para atuar com projetos de infraestrutura em data centers, de forma a prover experiência transformadora no desenvolvimento da TI de cada cliente.

“A linha Lenovo Data Center complementa com perfeição a oferta de infraestrutura avançada da CLM e tem suscitado interesse de canais que atuavam com outras soluções. Hoje, muitos deles enxergam na linha Lenovo Data Center uma grande oportunidade de atendimento customizado para seus clientes” informa o CEO da CLM, Francisco Camargo.  

Estratégia de capacitação

No desenvolvimento da parceria com a Lenovo Data Center, a CLM lança mão de sua estratégia de capacitação dos canais para lhes proporcionar autonomia e especialização, com uma equipe treinada e certificada, aproveitando a vasta experiência de mercado da CLM.

“Entendemos que os processos e respostas precisam ser ágeis, uma vez que os negócios estão cada vez mais velozes. Treinamos e capacitamos nossos canais para ofertar soluções customizadas para qualquer tipo de ambiente e atuamos de forma consultiva buscando a satisfação de nossos canais e consecutivamente dos clientes finais,” assinala Camargo.  Entre as estratégias da CLM estão programas de incentivo a vendas, com premiação para os canais; campanha de marketing para geração de Leads; programa de aprimoramento e treinamento recorrentes. “Nosso foco é canais que atuam em projetos e soluções, estamos dispostos a um crescimento qualitativo já que nosso principal diferencial é a qualidade técnica e de atendimento.”

O portfólio da Lenovo para data center se concentra em duas grandes marcas: ThinkSystem e ThinkAgile. A primeira atende às necessidades do legado das empresas, com servidores SAP Hana, de missão crítica e alta densidade; appliances de armazenamento e dispositivos de rede. O ThinkAgile atende necessidades específicas das empresas, que a Lenovo chama de Software Defined Data Center (SDDC). Nesse modelo, pedidos específicos dos clientes são desenvolvidos em conjunto com a CLM de forma customizada. A oferta da distribuidora inclui ainda serviços personalizados de implementação, migração e suporte.  

Embora a CLM atenda todo o território nacional e países da América Latina, com filiais na Colômbia, Peru e Florida, inicialmente a parceria com a Lenovo abrange apenas o Brasil.

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Infraestrutura Mon, 20 Aug 2018 00:00:00 +0000
Caixa e Banco do Nordeste vão ter rede compartilhada http://www.executivosfinanceiros.com.br/infraestrutura/6344-caixa-e-banco-do-nordeste-vao-ter-rede-compartilhada http://www.executivosfinanceiros.com.br/infraestrutura/6344-caixa-e-banco-do-nordeste-vao-ter-rede-compartilhada Nelson Antônio de Souza, presidente da Caixa

Clientes do BNB poderão efetuar operações bancárias nas lotéricas em todo o país, a partir de 11 de junho

Começou na nesta sexta-feira passada, em lotérica do Shopping Iguatemi de Fortaleza (CE), a fase final de testes para que os clientes do Banco do Nordeste do Brasil (BNB) possam utilizar as mais de 13 mil Unidades Lotéricas da Caixa. Na ocasião, os presidentes da Caixa, Nelson Antônio de Souza, e do BNB, Romildo Carneiro Rolim, assinaram Protocolo de Intenções que versa sobre a manutenção da cooperação entre as instituições.

Os testes seguem até 11 de junho, quando a operação passa a valer em todo território nacional. Com o compartilhamento da rede de loterias, os mais de 3,9 milhões de clientes do BNB poderão efetuar saques de até R$ 1,5 mil, consultar saldo da conta e pagar boletos do BNB de até R$ 1.000,00 em todas as Unidades Lotéricas da Caixa.

Para o presidente da Caixa, o compartilhamento “vai facilitar a vida de um grande número de pessoas que agora terão acesso à capilaridade da rede de atendimento da Caixa, tanto no Nordeste quanto no restante do Brasil”. Segundo o presidente, “o acordo é uma importante ferramenta para integração entre os bancos públicos e seus clientes por todo território nacional”.

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Infraestrutura Mon, 14 May 2018 00:00:00 +0000
Gartner: problemas com infraestrutura e operações causarão 75% das rupturas de negócios até 2020 http://www.executivosfinanceiros.com.br/infraestrutura/6307-gartner-problemas-com-infraestrutura-e-operacoes-causarao-75-das-rupturas-de-negocios-ate-2020 http://www.executivosfinanceiros.com.br/infraestrutura/6307-gartner-problemas-com-infraestrutura-e-operacoes-causarao-75-das-rupturas-de-negocios-ate-2020 Gartner: problemas com infraestrutura e operações causarão 75% das rupturas de negócios até 2020

A maioria dos profissionais de I&O ainda não possuem os conjuntos de competências amplos que as organizações demandarão deles

O Gartner, Inc. alerta que dois terços das organizações não está adequadamente abordando os déficits de competências de Infraestrutura e Operações (I&O) que poderão impedir suas iniciativas de negócios digitais. As organizações que usam I&O com sucesso precisarão implementar papéis e tecnologias amplamente diferentes durante os próximos cinco anos.

O Garner prevê que, até 2019, contratações de especialistas técnicos de TI serão reduzidas em mais de 5%. Além disso, até 2021, 40% da equipe de TI desempenhará papéis múltiplos, cuja maioria estará relacionada a negócios, mais do que à tecnologia. Analises e tendências sobre inovações tecnológicas serão discutidos durante a Conferência Gartner de Infraestrutura, Operações de TI e Data Center 2018, que ocorre nos dias 03 e 04 de abril, no WTC Sheraton Hotel, em São Paulo.

"O que tornou líderes de I&O bem sucedidos no passado não é o que os tornará prósperos no futuro", afirma Hank Marquis, Diretor de Pesquisas do Gartner. "Ao invés de focar em 'o que' gera os trabalhos de I&O, como conhecimento, educação e treinamento técnico, os líderes de I&O precisam mudar seu foco para 'como', analisando as competências comportamentais necessárias", diz.

De acordo com o analista do Gartner, as organizações de operações de TI são forçadas a redefinir seus papéis e proporções de valor dos fornecedores de tecnologia, para se tornarem consultores confiáveis e parceiros de negócios diferenciados. "O desafio é que a maioria dos profissionais de I&O ainda não possuem os conjuntos de competências amplos que as organizações demandarão deles".

O Gartner prevê que, até 2020, 75% das organizações vão enfrentar rupturas visíveis de negócios devido aos déficits de competências de I&O. Devido à falta de destreza digital no mercado, os líderes de I&O precisam começar a desenvolver essas habilidades com os talentos que já possuem. A maioria das empresas não possui um inventário preciso das competências disponíveis de sua mão de obra de TI atual, então esse deve ser o primeiro passo.

"Universidades de negócios corporativos digitais eventualmente vão surgir para preencher esse déficit de competências. Carreiras baseadas em experiência com monitoria formal dentro de I&O vão se tornar padrão para desenvolvimento individual", explica Marquis. "Enquanto isso, líderes de I&O devem trabalhar lado a lado com o RH, desenvolver uma análise de déficit de capacidades táticas, e utilizar ferramentas e métodos para aperfeiçoar as competências de I&O internas", completa.

"A chave para oferecer valor digital em escala é ter as pessoas certas", diz Marquis. "Assim como as competências necessárias, as pessoas devem possuir desejo e atitude para explorar as tecnologias existentes e emergentes", frisa.

Iniciativas de Inteligência Artificial

O Gartner prevê que, até 2020, 99% das iniciativas de Inteligência Artificial (IA) em gerenciamento de serviços de TI vão falhar, devido à falta de uma base estabelecida de gestão de conhecimento (KM).

"A propaganda exagerada sobre Inteligência Artificial cresce, enquanto os consumidores se familiarizam com assistentes virtuais que utilizam plataformas de conversação", diz Chris Matchett, Principal Analista de Pesquisas no Gartner. "Líderes de I&O responsáveis pelo service desk de TI procuram explorar isso para otimizar suporte de TI, mas nem a tecnologia, nem o ambiente de trabalho estão realmente prontos para depender de agentes virtuais", adverte.

Gestão de conhecimento é essencial para um chatbot ou agente de suporte virtual (VSA) fornecer respostas aos clientes corporativos, mas as respostas podem somente repetir soluções programadas quando baseadas em dados existentes de uma base de conhecimento estática. VSAs sem acesso a essa rica fonte de conhecimento não podem fornecer respostas inteligentes, forçando líderes de I&O a estabelecer ou aperfeiçoar iniciativas que permitam o controle de KM e de informações.

Antes de implementar tecnologias de chatbot ou de VSA, o Gartner recomenda estabelecer uma base de conhecimento, utilizando técnicas como serviços centrados em conhecimento que foca no conhecimento como bem principal.

Uma vez que chatbots e VSAs estejam em uso, é necessário cuidado para evitar becos sem saídas de conversação, escalonando automação para canais tradicionais quando respostas de conhecimento falharem em satisfazer a questão. A lógica deve também estar embutida no chatbot para coletar retorno do usuário e identificar a relevância das respostas.

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Infraestrutura Sun, 01 Apr 2018 00:00:00 +0000
Área de TI deve capacitar-se a pensar estrategicamente http://www.executivosfinanceiros.com.br/infraestrutura/6288-area-de-ti-deve-capacitar-se-a-pensar-estrategicamente http://www.executivosfinanceiros.com.br/infraestrutura/6288-area-de-ti-deve-capacitar-se-a-pensar-estrategicamente Área de TI deve capacitar-se a pensar estrategicamente

Gartner faz recomendações para que líderes de Infraestrutura e Operações de TI (I&O) tornem mais assertivas suas decisões sobre a digitalização

O Gartner, Inc., consultoria global em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, anuncia previsões de uso de tecnologias que acompanhem o ritmo dos grandes centros urbanos e dos negócios. As cidades continuarão sendo os locais mais procurados para se viver. De acordo com as Nações Unidas, enquanto a população mundial continuará crescendo nos próximos 30 anos, a população urbana aumentará de forma muito mais rápida. Em 1950, 30% das pessoas viviam em cidades e, até 2050, estima-se que esse número deverá aumentar para 66%. O Gartner alerta que, apesar de o crescimento das megacidades ter impactos ainda maiores em todos os aspectos dos negócios, é necessário que as equipes de Infraestrutura e Operações de TI (I&O) reconsiderem a escolha dos locais para seus Data Centers.

Até pouco tempo, a maioria das discussões sobre um novo Data Center tinham como enfoque as tendências tecnológicas e o que era mais útil para o negócio. "Analisar megatendências é um exemplo de como começar uma abordagem 'de fora para dentro' e, a partir disso, desenvolver uma estratégia de Infraestrutura e Operações de TI que examine a tecnologia por último, e não como primeiro item", explica Andrew Butler, Vice-Presidente e Analista Emérito do Gartner.

Acompanhar tendências sobre estratégias que apoiam a Infraestrutura de TI são constantes requisitos para os gestores e especialistas tecnológicos. Desafios e inovações tecnológicas serão discutidos durante a Conferência Gartner de Infraestrutura, Operações de TI e Data Center 2018, que ocorre nos dias 03 e 04 de abril, no WTC Sheraton Hotel, em São Paulo.

O Gartner alerta os líderes de I&O para repensarem a maneira como trabalham. Em resumo, as equipes de Infraestrutura e Operações de TI necessitam pensar de maneira mais estratégica. É vital que eles não estejam apenas prontos para ajudar a implementar uma nova direção corporativa antes que a concorrência o faça, mas também criem Data Centers ágeis e uma infraestrutura que seja robusta o suficiente para lidar com a enorme variedade de demandas futuras.

As equipes de I&O devem estudar e entender as tendências que estão mudando as suas indústrias e as suas empresas, e analisar como isso afetará o planejamento de TI nos próximos anos. Ao banir o pensamento repetitivo e enfatizar as inter-relações, eles podem explorar novas maneiras de implementar e gerenciar componentes de TI como parte de um contexto mais amplo.

Para analisar esse cenário, o Gartner indica sete princípios que ajudarão os times de Infraestrutura e Operações de TI (I&O) a se tornarem mais conscientes do amplo cenário ao tomar suas decisões em projetos de TI. As dicas também vão ajudar as empresas a serem mais estratégicas ao discutir diferentes opções de como configurar e gerir o Data Center e as Operações de TI com a equipe de Tecnologia da Informação e de Negócios. Os conselhos são os seguintes:

o Pense de maneira muito crítica e certifique-se de ter uma compreensão total do problema antes de tomar a decisão, e permaneça perguntando o porquê dessa situação até achar a resposta correta. Assegure que as decisões tomadas sejam comunicadas facilmente.

o Quantifique, mesmo o que não pode ser quantificado e analise o custo total de propriedade e o fluxo de caixa descontado para ir além de apenas avaliar os aspectos técnicos de qualquer investimento ou decisão. Para questões que não sejam quantificadas, aplique uma análise de classificação ponderada de múltiplos níveis.

o Prefira trabalhar de cima para baixo ao invés de baixo para cima a fim de criar uma hipótese sobre adequação de qualquer decisão, depois teste e modifique-a sistematicamente, conforme mais análises sejam realizadas e mais fatos sejam revelados.

o Trabalhe "de fora para dentro": a tecnologia deve vir por último e não em primeiro para analisar as megatendências, a estratégia corporativa e a direção da empresa, assim como a maneira como os papéis estão mudando para implementar a estratégia que está definindo as decisões tecnológicas. Como resultado, a tecnologia deve ser examinada por último ao invés de primeiro lugar.

o Integre e sistematize soluções pensando no "sistema" em primeiro, enfatizando a funcionalidade, integração e inter-relações de componentes em um Data Center. Isso fará com que seja muito mais provável a produção de uma solução ágil, ao invés de uma com componentes de alta qualidade.

o Tenha uma visão de longo prazo e desenvolva rapidamente um plano estratégico de alto nível e um mapa de roteiro. Isso fornecerá uma estrutura estratégica para testar e redefinir.

o Faça contato: colabore e comunique-se em uma base contínua, oferecendo boas-vindas a todos. Quanto mais pontos de vista puder atrair, mais é possível comparar orientações para chegar à solução correta. Articule sua posição claramente, de maneira sucinta e com maior impacto visual.

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Infraestrutura Tue, 13 Mar 2018 00:00:00 +0000
Pure Storage espera atingir vendas globais de US$ 1 bilhão no próximo ano http://www.executivosfinanceiros.com.br/infraestrutura/5996-pure-storage-espera-atingir-vendas-globais-de-us-1-bilhao-no-proximo-ano http://www.executivosfinanceiros.com.br/infraestrutura/5996-pure-storage-espera-atingir-vendas-globais-de-us-1-bilhao-no-proximo-ano Paulo de Godoy, sales country manager da Pure Storage Brasil

Líder na plataforma flash, empresa aposta em armazenamento com alta performance e com custo mais baixo de TCO

Ao apoiar projetos avançados em várias aplicações de TI, a Pure Storage espera fechar o próximo ano fiscal com faturamento global de US$ 1 bilhão. A empresa – que se posiciona como fornecedora independente e líder de plataformas de dados totalmente flash para a era da nuvem – faturou mais de US$ 700 milhões no último período contábil. Ela integra a categoria de líderes do Quadrante Mágico do Gartner, pelo quarto ano consecutivo, na categoria arrays de estado sólido (SSAs). 

Aplicações como Big Data, analytics, inteligência artificial e a expansão da infraestrutura na nuvem demandam crescente capacidade de armazenar informações que precisam ser acessadas rapidamente por empresas de vários setores, como bancos, varejo, telecom, saúde etc. Cada vez mais, o mundo corporativo depende do bom desempenho dos recursos computacionais, o que inclui um sistema de armazenamento mais rápido, mais eficiente e com o TCO (custo total de propriedade, em português) mais atraente. 

“A tecnologia flash mudou tudo, pois garante uma performance fantástica e permite que a solução de armazenamento ocupe um espaço físico menor e reduza o consumo de energia, com a Lei de Moore a seu favor”, destaca Paulo de Godoy, sales country manager da Pure Storage Brasil, em entrevista concedida para o portal de Executivos Financeiros. A Lei de Moore traduz o crescente poder de processamento dos computadores. Quando comparado ao desempenho das CPUs e à comunicação das redes, o armazenamento era mais lento até a tecnologia flash fazer a diferença. 

Os sistemas da empresa oferecem desempenho dez vezes superior quando comparado ao sistema de discos. A cada meio petabyte trocado pelo armazenamento flash, o cliente pode obter, conforme cálculos da Pure Storage, uma economia de US$ 1 milhão/ano, além de permitir que um funcionário de tempo integral participe de projetos estratégicos. As vantagens são oferecidas pelo modelo Evergreen que funciona como Saas e nuvem. “A Pure inovou também na sua forma de abordar o mercado, no seu modelo de comercialização para garantir a atualização de forma mais simples e fácil”, explica Godoy. 

O modelo comercial tem o objetivo de fazer com que os investimentos dos clientes sejam válidos por um período de dez anos ou mais. “Fugimos do discurso comum de quantos terabytes você precisa para rodar o Big Data ou analytics. Queremos facilitar e oferecer um produto que não tenha valores exorbitantes de manutenção”, enfatiza o executivo. 

Os ganhos para os usuários, segundo o entrevistado, podem ser expressivos e garantir agilidade nas análises. Ele menciona o exemplo de um cliente na indústria farmacêutica: a empresa coletava uma série de informações nos seus pontos de venda, porém precisava de pelo menos uma semana para processar os dados. Com as soluções Pure Storage, o tempo foi reduzido para uma hora e foi proporcionada uma maior riqueza de suas análises.

Crescimento sustentado 

Presente na América Latina desde outubro de 2014, a empresa tem escritórios no Chile, Colômbia e México e aposta na expansão no continente. Para isso, conta com uma infraestrutura de distribuidores e revendas, além de outros parceiros. No Brasil, a crise econômica vem representando um entrave e os clientes apostam mais na renovação de contratos de manutenção e suporte. Entre os cases de sucesso no País, o executivo menciona o Tribunal de Contas da União (TCU), o UOL e o Grupo Angeloni, uma das maiores redes varejistas de nosso mercado. 

Os números globais do 1º trimestre de 2017 – referentes ao período de fevereiro a abril – mostram que os negócios da companhia só crescem. A receita foi superior a US$ 180 milhões, aumento de 31% em relação a igual período do ano passado. Ela continuou a buscar uma rentabilidade maior, batendo 12 pontos em relação a 2016. A saúde financeira da empresa também é destaque, pois houve investimentos superiores a US$ 500 milhões e uma dívida zerada. “Nossa empresa tem uma estrutura financeira protegida e não faz parte de sua estratégia vendê-la”, diz Godoy. 

A verdade é que o segmento vive uma movimentação de grandes players que optaram por ampliar sua participação por meio de aquisições. Um exemplo recente é a HP que comprou a Nimble, fabricante de soluções híbridas de storage. A Dell optou por ampliar sua linha com a compra da NetApp e a EMC, entre outras aquisições. 

Parceria com a Cisco 

Inovação é a marca registrada da Pure Storage. No ano passado, ela mostrou uma configuração de petabyte-scale da sua família FlashArray//M e aumentou sua colaboração com a Cisco, parceira estratégica, para incrementar a plataforma de infraestrutura convergente conjunta “FlashStack”. 

A companhia desenvolveu projetos para FlashStack que incluem Citrix, Commvault, Oracle, SAP e VMware. A solução conjunta já possui milhares de implementações em mais de 30 países. "A Cisco e a Pure Storage geram inovações que oferecem uma combinação única de desempenho, simplicidade e eficiência para infraestrutura de datacenters", diz Nirav Sheth, VP da Cisco. 

Outro destaque apresenta as melhorias no programa Evergreen Storage, que agora inclui uma garantia NVMe. Em abril, a Pure Storage anunciou o primeiro all-flash, all-NVMe, FlashArray//X para o mercado. Entre as novidades, destaca-se a nova versão da solução FlashBlade, que promete aumentar em cinco vezes a capacidade de armazenamento com mais desempenho e segurança no acesso à informação.

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Infraestrutura Wed, 20 Sep 2017 00:00:00 +0000
Hitachi é líder no Quadrante Mágico para Solid-State Arrays pelo Gartner http://www.executivosfinanceiros.com.br/infraestrutura/5734-hitachi-e-lider-no-quadrante-magico-para-solid-state-arrays-pelo-gartner http://www.executivosfinanceiros.com.br/infraestrutura/5734-hitachi-e-lider-no-quadrante-magico-para-solid-state-arrays-pelo-gartner Hitachi é líder no Quadrante Mágico para Solid-State Arrays pelo Gartner

Empresa evolui do grupo de Desafiadores para o de Líderes, com base na habilidade de execução e conclusão de uma visão unificada

A Hitachi Data Systems (HDS), uma subsidiária da Hitachi, Ltd. (TSE: 6501), anunciou hoje que foi posicionada como um dos Líderes do Quadrante Mágico para Solid-State Arrays, de julho de 2017, pelo Gartner, Inc., companhia global do setor de pesquisas. A Hitachi acredita que seu crescimento e os aperfeiçoamentos implementados em sua linha de produtos all-flash Hitachi Virtual Storage Platform (VSP) F Series resultaram na melhoria da posição da companhia, que evoluiu do Quadrante de Desafiadores para o Quadrante de Líderes.

O Gartner explicitou sua avaliação sobre as empresas que estão liderando o setor: “Os fornecedores no Quadrante dos Líderes têm maiores índices por sua capacidade de execução e conclusão de visão unificada. Um fornecedor no Quadrante Líder tem a participação de mercado, a credibilidade e a capacidade nas áreas de marketing e vendas que são necessárias para impulsionar a aceitação de novas tecnologias. Estes fornecedores demonstram um claro entendimento das necessidades de mercado; eles são líderes inovadores e conscientes; e têm planos bem articulados, que os clientes atuais e clientes em potencial podem utilizar para projetar suas infra-estruturas e estratégias de armazenamento. Além disso, eles têm presença nas quatro principais regiões geográficas, apresentam um desempenho financeiro consistente e oferecem um amplo suporte à plataforma”.

Os contínuos investimentos da Hitachi no desenvolvimento de suas tecnologias flash de software e hardware, segundo a empresa, têm resultado no fornecimento de um produto de armazenamento corporativo superior para seus clientes, com o respaldo das patentes na indústria que estão mais relacionadas à tecnologia flash.

O Hitachi VSP F1500, lançado em outubro de 2016, foi criado para empresas que têm requisitos de gerenciamento de dados em larga escala — incluindo mainframes. Ele fornece hierarquia contínua em nuvem, software de análise integrada e uma garantia única de 100% de disponibilidade de dados. Todos os modelos da série VSP F têm a vantagem de um preço de serviços fixo, substituição contínua de mídia, e controles de qualidade de serviço (QoS) que proporcionam um consistente desempenho ao longo do tempo.

Para clientes em indústrias altamente regulamentadas ou onde a segurança dos dados é uma missão fundamental, a série VSP F está em conformidade com os serviços seguros de erradicação de dados e atende aos padrões de controle de segurança de dados do Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia (NIST).

“A Hitachi se orgulha de trazer ao mercado avanços contínuos que ajudam os clientes a serem tão competitivos quanto possível na era digital”, afirmou Ryuichi Otsuki, CEO na Hitachi Data Systems. “Estamos felizes por sermos reconhecidos como líderes na indústria de Solid-State Arrays, e continuaremos a desafiar os padrões da indústria, ao mesmo tempo em que posicionamos nossos clientes para que obtenham sucesso”, completa ele.

Para fazer o download de uma cópia complementar do relatório Gartner Magic Quadrant for Solid State Arrays, de 2017, acesse o site: https://www.hds.com/ext/magic-quadrant-for-solid-state-arrays.html.

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Infraestrutura Thu, 20 Jul 2017 00:00:00 +0000
Equinix inaugura novos data centers em Frankfurt e Amsterdã http://www.executivosfinanceiros.com.br/infraestrutura/5686-equinix-inaugura-novos-data-centers-em-frankfurt-e-amsterda http://www.executivosfinanceiros.com.br/infraestrutura/5686-equinix-inaugura-novos-data-centers-em-frankfurt-e-amsterda Equinix inaugura novos data centers em Frankfurt e Amsterdã

Os novos sites ampliam a capacidade de interconexão no mercado europeu e aproximas as empresas da digital edge

Equinix, empresa global de interconexão e data center, anuncia a abertura de dois novos sites na Europa. A instalação em Frankfurt, na Alemanha, conhecida como FR6, recebeu investimentos de US$ 92 milhões. Já AM4, em Amsterdã, Holanda, foi avaliada em US$ 113 milhões. Ambos os data centers atendem à crescente demanda por interconexão na região, especialmente entre as empresas que requerem infraestruturas de TI mais próximas da digital edge.

 FR6 – novo site em Frankfurt

 Frankfurt é um dos principais centros financeiros da Europa e um polo para os setores bancário, de comércio e de manufatura. Os data centers da Equinix em Frankfurt contam com densas concentrações de indústrias e empresas de telecomunicações, cloud, TI e serviços financeiros. A primeira fase do FR6 acrescentará 1.325 racks e mais de 6.600 metros quadrados de espaço bruto de data center.

 “As empresas são cada vez mais interdependentes e habilitadas para a nuvem, e dependem de redes sociais, mobilidade, cloud, IoT e analytics para competir. A antiga maneira de fazer negócios está acabando e o sucesso futuro depende da interconexão”, aponta Eric Schwartz, presidente da Equinix na região EMEA (Europa, Oriente Médio e África). “Nós também temos visto empresas alocando infraestrutura em mais mercados pelo mundo, a fim de otimizar o desempenho na digital edge. O novo data center FR6 dá às empresas outra opção para conectividade direta e segura no mercado alemão, ao mesmo tempo em que possibilita uma maior distribuição da TI.”

 O Campus Kleyer, onde está localizado FR6, é um dos locais da Equinix com a maior densidade de operadoras no mundo. Com mais de 300 redes e operadoras de mais de 70 países, é um dos polos mais interconectados da Europa e funciona como uma importante porta de acesso entre o Oriente e o Ocidente. O Campus Kleyer oferece acesso com baixa latência aos cinco continentes e menos de 8 milissegundos de latência para toda a Europa.

 AM4 – mais um data center em Amsterdã

 A Holanda tem conexões com mais de 150 redes de cabos submarinos globais e os data centers da Equinix em Amsterdã representam uma das concentrações de rede mais densas do mundo. A cidade facilita a conectividade com 80% da Europa em 50 milissegundos para maximizar a performance.

 A fase inicial do AM4 tem espaço para 1.555 racks e há outras quatro fases de expansão planejadas. Ao final dessas etapas, a instalação representará um investimento total de US$ 189 milhões e oferecerá 4.200 racks distribuídos em oito andares. A área bruta do data center será superior a 11.500 m².

 “Faz tempo que Amsterdã é um gateway digital importante e uma peça significativa da presença global de data centers da Equinix. Cada vez mais, as empresas estão procurando locais ricos em rede que tenham conectividade com a cloud, mas também fiquem perto dos usuários finais”, destaca Schwartz. “Ao migrar a TI para esse tipo de ambiente, essas organizações criam uma Digital Edge que aumenta a performance e a experiência do usuário final, mas também as ajuda a se adaptar a necessidades futuras. A adição do AM4 oferece a essas empresas outra maneira de se interconectar nesse mercado tão importante”.

 A Equinix tem mais de 700 clientes em Amsterdã e oferece conexão direta a mais de 150 provedores de serviços de rede, além de acesso a direto a um ecossistema de cloud, que inclui provedores como AWS, Google Cloud Platform, Microsoft Azure, Microsoft Office 365, Oracle e IBM Softlayer.

 

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Infraestrutura Tue, 11 Jul 2017 00:00:00 +0000
Aceco TI reformula plataforma de gestão de data center http://www.executivosfinanceiros.com.br/infraestrutura/5650-aceco-ti-reformula-plataforma-de-gestao-de-data-center http://www.executivosfinanceiros.com.br/infraestrutura/5650-aceco-ti-reformula-plataforma-de-gestao-de-data-center Aceco TI reformula plataforma de gestão de data center

Nova solução de monitoramento e gestão de data centers conta com funcionalidades relevantes para o dia a dia da operação, como RFID

A Aceco TI – empresa especializada em projeto, construção e manutenção de ambientes de missão crítica – anuncia a reformulação de sua plataforma de monitoramento e gestão de data centers. Conhecida pelo termo Data Center Infrastructure Management (DCIM), a solução traz características inovadoras no mercado, reforçando a liderança e expertise da companhia em seu setor.

Por meio de uma visão 3D completa do Data Center, com gráficos e telas personalizados, o DCIM fornece informações detalhadas da infraestrutura e realiza o monitoramento, em tempo real, de parâmetros físicos. Dentre os itens observados estão: acompanhamento e avaliação de recursos (equipamentos), gestão do espaço, consumo de energia, umidade, presença de fumaça, temperatura, detecção de líquido, controle de portas de racks e monitoramento de eficiência energética.  

Devido à relevância da solução, a Aceco TI investe continuamente em suas melhorias. Reformulada, a oferta tem funcionalidades que otimizam ainda mais a gestão de um Data Center. A rastreabilidade via radiofrequência (Radio-Frequency Identification – RFID) é a principal delas. A integração da função ao DCIM viabiliza que todos os equipamentos presentes no Data Center sejam identificados e acompanhados por meio de etiquetas de RFID homologadas. Com isso, há alertas contínuos sobre qualquer movimentação realizada, apontamentos sobre a necessidade de manutenção e a atualização automática de inventário. A nova oferta DCIM da Aceco TI conta, ainda, com gerenciamento de mudanças (ITIL), abertura de Ordens de Serviço, controle de capacidade e planejamento futuro por meio de cenários de modelagem.

Além das vantagens técnicas, a solução conta com outro relevante diferencial: a expertise dos profissionais que fazem sua implantação e acompanhamento. Com equipe certificada, o DCIM da Aceco TI conta com acompanhamento técnico para o controle das funcionalidades do Data Center, além da visão da TI como um todo, o que inclui o universo no qual a infraestrutura está inserida (redes, equipamentos e softwares).

Gonçalo Francisco Sousa, gerente executivo da área de Serviços de Tecnologia na Aceco TI, comenta sobre as expectativas da companhia: “Estamos muito otimistas com a novidade e a aceitação da solução. O novo DCIM é uma evolução no que diz respeito à gestão e manutenção de um Data Center e traz características importantes para que essa atividade seja feita com mais qualidade, praticidade e precisão por nossos clientes”.

 

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Infraestrutura Wed, 05 Jul 2017 00:00:00 +0000