Menu

Magnetis aposta em ETFs visando investidor pessoa física

Luciano Tavares, fundador e CEO da Magnetis Luciano Tavares, fundador e CEO da Magnetis

Algoritmos computacionais definem alocação de ativos mais adequada para cada cliente

Os Fundos de Índices (ETFs, na sigla em inglês) são uma das apostas da Magnetis para atrair o investidor pessoa física, com a proposta de baixo custo e uma rentabilidade esperada superior às alternativas equivalentes. Na América Latina, a Magnetis é pioneira no segmento de investimento automatizado ou "robo-advisors", que utilizam modelos matemáticos e algoritmos computacionais, ao invés de assessores financeiros, para ajudar clientes a investir seu patrimônio de forma mais eficiente. 

Os algoritmos são semelhantes aos que Google utiliza para realizar uma busca. Pelo site da empresa que oferece o serviço, é possível preencher um rápido questionário, informando dados como idade, objetivos financeiros e valor disponível para aplicação. Em poucos segundos, os algoritmos analisam seu perfil de risco e definem a alocação de ativos mais adequada.

“O sistema oferece um plano personalizado, composto por uma cesta diversificada de ativos de baixo custo. Os ETFs são uma alternativa atraente para o investidor brasileiro, e por esse motivo os algoritmos da Magnetis adotam esse instrumento para todas as carteiras que têm uma alocação em ações”, explica Luciano Tavares, fundador e CEO da empresa. 

Diversificação, baixo custo, facilidade na negociação e transparência são alguns dos benefícios do produto. Os ETFs têm vivido um crescimento explosivo de popularidade nos Estados Unidos, atingindo a impressionante marca de 2,97 trilhões de dólares em ativos. Uma das grandes vantagens dos ETFs é a rápida diversificação de carteira que eles oferecem. “Ao comprar, por exemplo, o ETF BRAX11 da BlackRock, o investidor leva de uma só tacada as 100 ações que compõem o índice IBrX100. Portanto, ao incluir esse ETF na carteira, estará muito menos exposto a potenciais perdas vindas de uma única ação”, diz Tavares. 

Segundo ele, aqui no Brasil a utilização dos ETFs no momento ainda é tímida quando comparada ao mercado americano. “Um dos motivos é porque aqui há pouca cultura de investimento na Bolsa de Valores como uma ação. Por isso a dificuldade da popularização desses produtos entre os investidores pessoas físicas”, reforça.   

Neste modelo não existe um valor mínimo de investimento e é possível comprar uma única cota. Além disso, o ETF pode ser vendido na Bolsa a qualquer momento e os recursos serão depositados na conta do investidor em três dias úteis (prazo padrão para ações na Bolsa). Essa facilidade torna o ETF um instrumento particularmente interessante para o pequeno investidor que normalmente não tem acesso a grandes fundos e que geralmente é penalizado com custos mais elevados. 

Fundos de ações brasileiros

Os fundos de ações brasileiros, no geral, têm um desempenho melhor do que os fundos norte-americanos, quando comparados aos seus respectivos benchmarks, segundo estudo feito pela Magnetis que analisou os dados históricos de todos os fundos de ações brasileiros desde 2000. Para cada fundo, a análise calculou a sua rentabilidade histórica até setembro de 2015 ou até a sua data de encerramento, caso o fundo não exista mais.  

Observando a performance dos fundos em todos os períodos de um ano, em 2003, por exemplo, somente 15,5% dos fundos de ações bateram o índice Bovespa. Já em 2013, 90,1% dos fundos conseguiram superá-lo. Na média geral, os fundos tiveram um desempenho anual superior em 60,5% dos casos. Isso significa que, se a pessoa tivesse investido aleatoriamente em um fundo de ações brasileiro, teria aproximadamente 60% de chances de obter um resultado acima do índice Bovespa em um determinado ano. “Não parece ser um percentual muito encorajador, mas certamente foi um desempenho superior ao dos fundos norte-americanos”, destaca Luciano Tavares. 

Com base nesse número, a Magnetis também testou a hipótese de selecionar os melhores fundos para garantir um resultado superior. Desenvolveu um algoritmo proprietário que compra sempre os "melhores" fundos, baseado nos seus resultados históricos. No início de cada ano, o algoritmo seleciona os fundos que tiveram o melhor desempenho considerando uma série de critérios.

O algoritmo compra e mantém esses fundos até o ano seguinte, quando acontece um novo rebalanceamento da carteira. Ou seja, a cada ano, a carteira é composta pelos que são considerados os melhores fundos daquele período. Em seguida foi comparada a rentabilidade dessa carteira com a de outra carteira composta por ETFs, no mesmo período, e utilizando a mesma estratégia. 

“O investidor que não dispõe de grande patrimônio para investir em ações ou não tem capacidade de identificar os melhores fundos e distribuir a sua aplicação em diversos deles dificilmente conseguirá um retorno superior a uma estratégia passiva baseada em ETFs”, esclarece o CEO da Magnetis.     

Deixe um comentário

Certifique-se de preencher os campos indicados com (*). Não é permitido código HTML.

voltar ao topo

Finanças

TI

Canais

Executivos Financeiros

EF nas Redes