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Previdência privada garante poupança de longo prazo

Previdência privada garante poupança de longo prazo

Com a reforma da Previdência, aumenta a busca pelos planos privados complementares por aqueles que desejam investir e assegurar renda suficiente para o futuro

Estimulado por incentivos fiscais, alta liquidez, e diante de regras mais duras propostas pela Reforma da Previdência, cada vez mais o brasileiro busca por novos investimentos e os planos de Previdência Privada no país tornam-se atrativos. De acordo com a Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi), nos primeiros onze meses de 2016, os aportes a planos abertos acumularam R$ 98,17 bilhões, uma evolução de 19,14% frente ao mesmo período do ano anterior.

 Mas como contratar um plano de Previdência Complementar, já que para a maioria das pessoas este não é assunto dos mais fáceis? Primeiro, atenção para as questões básicas como as diferentes modalidades, regime de tributação e suas regras para obter todos os benefícios do investimento e assim tirar melhor proveito da aplicação.

 v  Passo a passo para a contratação de um Plano de Previdência Privada

 Taxa de Administração: atenção para esta taxa do plano, que é importante e não deve ser menosprezada.

 “A taxa de administração dos planos de Previdência Privada é extremamente relevante na contratação. Para termos uma ideia, comparando uma taxa de 2% em relação a outra de 0,3% ao ano, com uma aplicação mensal de R$2.400,00, saldo inicial de R$100.00,00 e taxa de juros de 10% a.a., ao final de 15 anos, o investidor que possui um plano com a taxa de administração mais alta, deixará de acumular R$200.000,00, enquanto que aquele que optou pela taxa mais baixa terá esse mesmo valor a mais para resgatar ao final do mesmo período”, explica Silas Devai Jr., Superintendente de Estratégia Comercial Vida, Previdência e Ramos Elementares da Seguros Unimed.

 Regime de Tributação: outro fator não menos importante é o regime de tributação a escolher. Dependendo da modalidade e do regime escolhido, o valor investido em Previdência Privada pode, por exemplo, estar isento da tributação de 27,5% do IR desde que não ultrapasse 12% do total da renda anual.

 Planos de previdência abertos e fechados: antes de mais nada, precisamos entender a diferença entre planos de previdência complementar abertos e fechados. Os planos fechados são os chamados fundos de pensão. Geralmente são oferecidos por empresas, associações ou cooperativas como benefício para seus funcionários, associados ou cooperados, respectivamente.

 Já os planos de previdência abertos são aqueles oferecidos por bancos e seguradoras, e que podem ser contratados por pessoa física. Geralmente são oferecidos nas modalidades Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) e Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL).

 Plano de Previdência Fechado

 Fundo de Pensão: é uma solução completa em previdência privada destinada a funcionários de uma empresa, associados de uma entidade de classe ou pessoas ligadas a uma cooperativa. Além da aposentadoria, o fundo pode oferecer coberturas adicionais para o caso de invalidez permanente e morte. Essa modalidade de previdência privada permite que a empresa, associação ou cooperativa elabore um plano sob medida para as suas necessidades.

 Planos de Previdência Abertos

 Planos PGBL: no caso de declarações de IR completa o plano de Previdência Privada PGBL é o ideal. São dois os regimes de aplicação: progressivo e regressivo.

 No regime progressivo há dedução fiscal de 27,5% no momento de investir. O imposto devido será cobrado somente ao final do plano ou, caso o investidor antecipe algum saque, durante a sua vigência.  “Este regime é mais indicado para quem efetua contribuições a curto prazo ou para aqueles que estão em idade próxima de usufruir do benefício”, explica o Superintendente da Seguros Unimed.

 No caso do plano PGBL progressivo poderão ocorrer outras deduções no IR como plano de saúde e dependente, por exemplo.

 Já no regime regressivo não há dedução fiscal no momento de investir. Porém, quanto maior o tempo da aplicação, menor o imposto cobrado no momento de resgatar.

 “Por exemplo, em vez de pagar 27,5% de imposto, havendo o resgate em 10 anos, paga-se 10%. No entanto, se houver saque no 1º ano, a alíquota é de 35%. Sendo assim, se a intenção é resgatar tudo de uma vez ao final de um longo período essa pode ser a melhor opção. Caso contrário, não”, explica Devai Jr.

 Nesse regime o investidor não pode ter outras deduções no IR.

 Planos VGBL: os planos de Previdência Privada VGBL são para aquelas pessoas que fazem a declaração de IR simplificada ou são isentos. Além disso, este tipo de aplicação também é indicada para quem deseja aplicar mais de 12% de sua renda anual em planos de Previdência Privada. O imposto é pago no momento de investir e não há cobrança ao sacar.

 Morte durante a vigência do plano: poucas pessoas sabem que, no caso de morte do investidor durante a vigência do plano, o montante a ser resgatado não faz parte do inventário e, dependendo do estado, pode estar isento do imposto de transmissão de herança.

 “Todo o valor investido, ou seja, 100% da renda, vai para o beneficiário do plano sem burocracia de inventário. Mais um fator que contribui para corroborar a alta liquidez dos planos de previdência privada”, afirma Devai Jr.

 E quando chegar a aposentadoria: no momento da aposentadoria, o investidor pode optar por resgatar o montante acumulado à vista ou reverter em renda mensal.

 Outra opção, seria ter em mente um valor necessário para as despesas básicas e então reverter a aplicação em uma renda para esse fim. O restante, poderá ser sacado e destinado a outras aplicações. Lembrando sempre, que a renda pode ser estendida a cônjuge ou filhos no caso de morte, porém o valor do benefício será menor.

 “No Brasil, somente 10% dos planos de Previdência Privada são convertidos em renda”, afirma Devai Jr.             

 Previdência Privada na Seguros Unimed

 A Seguros Unimed oferece ao mercado planos de acumulação de recursos do Tipo PGBL (Plano Gerador de Benefícios Livre) e VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre), destinados a pessoas físicas e jurídicas, com alternativas de composição para atender diferentes perfis de investidor. Além destes, a companhia também oferece o Multicoop, fundo de pensão direcionado a cooperativas e entidades que se preocupam com o futuro de seus colaboradores e cooperados.

 Até novembro de 2016, os fundos de previdência sob gestão da Seguradora alcançavam patrimônio líquido total de R$ 1,56 bilhão – com crescimento de 22% em um ano. Sem cobrança de carregamento sobre os aportes e com taxas de administração que estão entre as menores do mercado, os fundos também se destacam pela rentabilidade.

 

 

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