Mercado de Capitais - Executivos Financeiros - Executivos Financeiros http://www.executivosfinanceiros.com.br Thu, 22 Aug 2019 12:59:55 +0000 Joomla! - Open Source Content Management pt-br Indústria brasileira de fundos tem captação líquida de R$ 47,1 bilhões entre 1º e 21 de junho http://www.executivosfinanceiros.com.br/mercado-de-capitais/6934-industria-brasileira-de-fundos-tem-captacao-liquida-de-r-471-bilhoes-entre-1?-e-21-de-junho http://www.executivosfinanceiros.com.br/mercado-de-capitais/6934-industria-brasileira-de-fundos-tem-captacao-liquida-de-r-471-bilhoes-entre-1?-e-21-de-junho Indústria brasileira de fundos tem captação líquida de R$ 47,1 bilhões entre 1º e 21 de junho

De acordo com a Anbima, no ano registrou-se um acúmulo de R$ 149,1 bilhões

A indústria brasileira de fundos de investimento teve captação líquida de R$ 47,1 bilhões entre os dias 1º e 21 de junho, de acordo com as estatísticas da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). No ano, até 21 de junho, a indústria de fundos acumula captação líquida de R$ 149,1 bilhões.

]]>
Mercado de Capitais Fri, 28 Jun 2019 00:00:00 +0000
Fundo inglês Harbour inicia operações no Brasil http://www.executivosfinanceiros.com.br/mercado-de-capitais/6852-fundo-ingles-harbour-inicia-operacoes-no-brasil http://www.executivosfinanceiros.com.br/mercado-de-capitais/6852-fundo-ingles-harbour-inicia-operacoes-no-brasil Fundo inglês Harbour inicia operações no Brasil

O foco da operação, que terá parceria da CS Consulting, é o financiamento de arbitragens comerciais

A Harbour inicia suas operações no mercado brasileiro através da CS Consulting, consultoria de crédito liderada por João Eduardo Cerdeira de Santana e Renata Duarte de Santana, advogados especialistas no mercado de arbitragem.

O fundo inglês Harbour de financiamento de litígios, anuncia o início de suas atividades brasileiras representado pela parceira local CS Consulting, consultoria de crédito liderada por João Eduardo Cerdeira de Santana e Renata Duarte de Santana, advogados especialistas no mercado de arbitragem.

O foco dos negócios do fundo inglês no Brasil é o financiamento de arbitragens comerciais, especialmente nas áreas de mercado de capitais e de títulos financeiros, infraestrutura, construção civil e energia.

Com 11 anos de atuação global e US$ 1 bilhão em capital levantado, o fundo já tem aprovado o financiamento de disputa societária de alto valor no Brasil e segue com avaliações para novas operações. No mundo, registra mais de 100 casos financiados, dos quais 47 já foram concluídos com taxa de sucesso de 70%. 

A Harbour é um dos líderes globais em financiamento de litígios e foi premiado no Reino Unido pela empresa de pesquisas jurídicas Chambers & Partners.

O financiamento de arbitragem será uma ferramenta valiosa para os requerentes no Brasil, acredita Ellora MacPherson, Diretora de Investimentos do Harbour.

“É uma opção muito vantajosa para as empresas, indivíduos e seus advogados. Em nossa experiência, vimos como nosso financiamento pode ajudar o fluxo de caixa, permitindo que as empresas administrem seus negócios sem a pressão de colocar o dinheiro da empresa em honorários legais”, diz.

A chegada do Harbour no Brasil segue um aumento, na última década, no número de processos arbitrais e, ainda, o bom desenvolvimento legal do setor. A maioria dessas arbitragens é gerenciada por instituições bem estabelecidas e com regras sólidas.

De acordo com a Câmara Internacional de Comércio (ICC, na sigla em inglês), o Brasil está em quinto lugar no mundo em número de partes envolvidas em arbitragem, atrás apenas dos Estados Unidos, Ilhas Virgens dos EUA, Belize e França.

Um estudo realizado pelas seis principais câmaras brasileiras mostra que, em 2016, houve um aumento de 95% em novos casos de arbitragem no País em relação a 2010.

“É um momento muito interessante para entrar no Brasil, pois esperamos crescimento em muitas áreas que podem gerar disputas, como a de infraestrutura”, diz João Cerdeira de Santana.

Entre os benefícios do financiamento está a não necessidade de lançar mão de altos valores – que podem ser investidos em outras frentes do negócio de maneira estratégica.

Além disso, o risco dos montantes envolvidos no procedimento é do Harbour, o que anula totalmente o risco da parte financiada caso a mesma perca a ação.

“Não é uma ferramenta apenas para sanar restrições financeiras. Um número crescente de empresas grandes e com bons recursos optam pelo financiamento de litígio para melhorar fluxo de caixa e balanços, amenizar custos e riscos do procedimento e também como forma de obter uma camada adicional de due dilligence sobre o caso a fim de moldá-lo de acordo com os interesses da empresa”, ressalta Renata Duarte de Santana. 

 

 

]]>
Mercado de Capitais Fri, 14 Jun 2019 00:00:00 +0000
Banco Inter comemora um ano de IPO com recorde de valorização na Bolsa http://www.executivosfinanceiros.com.br/mercado-de-capitais/6567-banco-inter-comemora-um-ano-de-ipo-com-recorde-de-valorizacao-na-bolsa http://www.executivosfinanceiros.com.br/mercado-de-capitais/6567-banco-inter-comemora-um-ano-de-ipo-com-recorde-de-valorizacao-na-bolsa Banco Inter comemora um ano de IPO com recorde de valorização na Bolsa

Em um ano, valorização das ações chegou a 246%, com os papéis valendo R$ 64 na cotação da última segunda-feira

Um ano depois de abrir o capital na B3 com uma oferta inicial de R$ 18,50 por ação, o Banco Inter, único banco brasileiro que combina uma conta completa, 100% digital e gratuita, acumula uma valorização recorde de 246% na Bolsa, com os papeis valendo R$ 64 na cotação da última segunda-feira (29/04).

 Desde o IPO, o número de correntistas do banco digital registrou alta de 273%, passando de 536 mil para mais de 2 milhões. Além disso, o número de clientes que investem por meio da Plataforma Aberta Inter (PAI) cresceu 238%, passando de pouco mais de 52 mil para mais de 176 mil.

 Com o desempenho, o Banco Inter entrou nos índices da B3, IBrA, IG, ITAG, IGCT e IFNC, que medem o retorno dos papéis e atestam os níveis de governança das empresas listadas. Em 19 de março deste ano, a instituição atingiu R$ 80,5 milhões em volume negociado na Bolsa.

 De acordo com o CEO, João Vitor Menin, o desempenho das ações está diretamente ligado à proposta de valor do banco. “Os acionistas estão acompanhando o nosso crescimento e investindo no projeto”, explica. “Nossa proposta de valor é muito forte. As pessoas usam, gostam e recomendam. Hoje, nós temos 2 milhões de propagadores do produto. Isso nos leva a crer que podemos continuar crescendo no mesmo ritmo”, complementa.

 No primeiro trimestre do ano, o Net Promoter Score (NPS) do Banco Inter, que avalia a satisfação dos clientes, foi de 71 pontos, o maior do mercado financeiro.

 O balanço de resultados do primeiro trimestre de 2019 será feio no dia 8 de maio, após o fechamento do mercado. No dia 9, a instituição realizará uma teleconferência aberta aos clientes e acionistas para esclarecer dúvidas. O acesso pode ser feito pelo site ri.bancointer.com.br.

]]>
Mercado de Capitais Thu, 02 May 2019 00:00:00 +0000
Abril começou positivo para os principais ativos financeiros nacional http://www.executivosfinanceiros.com.br/mercado-de-capitais/6478-abril-comecou-positivo-para-os-principais-ativos-financeiros-nacional http://www.executivosfinanceiros.com.br/mercado-de-capitais/6478-abril-comecou-positivo-para-os-principais-ativos-financeiros-nacional Abril começou positivo para os principais ativos financeiros nacional

O Ibovespa subiu 0,67% e o S&P500 1,16%, enquanto a curva de juros prefixados recuou 0,13 p.p., em média, entre os vértices 2021 e 2025

O dólar abriu a semana com queda de 1,8% contra o real, cotado a R$ 3,85. A moeda americana perdeu valor de fora geral, num dia de menor aversão ao risco causada pela divulgação de bons números da atividade econômica chinesa. Os investidores também acompanham as notícias sobre a tramitação da Reforma da Previdência. Sob o mesmo pano de fundo, o Ibovespa subiu 0,67% e o S&P500 1,16%. A curva de juros prefixados recuou 0,13p.p., em média, entre os vértices 2021 e 2025.

Por dentro do cenário – Na China, a atividade industrial apresentou pequena melhora, com o índice PMI passando de 49,2 pontos em fevereiro para 50,5 pontos em março. Destaque para o comportamento das novas encomendas, produção e encomendas para exportação. Números acima de 50 pontos representam expansão. Já o PMI do setor se serviços subiu de 54,3 para 54,8 no mesmo período.

Os dados são de um relatório do Itaú Personalité.

 

.

]]>
Mercado de Capitais Wed, 03 Apr 2019 00:00:00 +0000
Pesquisa aponta discrepância entre remuneração variável e retorno para acionistas http://www.executivosfinanceiros.com.br/mercado-de-capitais/6338-pesquisa-aponta-discrepancia-entre-remuneracao-variavel-e-retorno-para-acionistas http://www.executivosfinanceiros.com.br/mercado-de-capitais/6338-pesquisa-aponta-discrepancia-entre-remuneracao-variavel-e-retorno-para-acionistas Pesquisa aponta discrepância entre remuneração variável e retorno para acionistas

Estudo da PwC e da FGV com 149 empresas concluiu por um desalinhamento entre 2010 e 2016

Pesquisa realizada em parceria entre a consultoria PwC e a Escola de Administração de Empresas da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo (EAESP-FGV) mostra que executivos de empresas de capital aberto recebem remuneração variável mesmo que não haja o retorno esperado aos acionistas. As conclusões se referem ao período entre 2010 e 2016.

Os resultados foram obtidos a partir de uma amostra com 149 empresas presentes no IGC (Índice de Governança Corporativa) da Bovespa e foram divididos em dois grupos: um, incluindo 28 empresas (cerca de 19% do total) que criaram valor aos acionistas neste período, ou seja, que tiveram seus investimentos remunerados; e um segundo grupo que inclui as 121 empresas restantes (81%) e que geraram retorno inferior ao custo do capital.

Em ambos os casos foram registradas distâncias entre a remuneração variável de executivos e o retorno aos acionistas, mas este descompasso é maior nas empresas que não tiveram ganho de valor no período analisado: imaginando que em 2010 os retornos aos acionistas e a remuneração variável estavam em uma base 100, em 2016 os ganhos de acionistas caíram para 22 enquanto a remuneração executiva não-fixa ficou em 87 (diferença de 65). 

Alinhamento de interesses

Já nas empresas que geraram valor entre 2010 e 2016, a remuneração variável oscilou de 100 para 82, enquanto o retorno de acionistas caiu de 100 para 36 (diferença de 46). É importante observar ainda que, neste grupo de empresas que geram valor, a remuneração dos executivos é superior ao grupo que destruiu valor para os acionistas, demonstrando assim que o alinhamento de interesses de acionistas e executivos é fundamental neste processo.

Apesar disso, chama atenção que, até 2015, a remuneração dos executivos seguiu em alta nas companhias que não geravam valor. "As empresas no Brasil insistem em uma estrutura antiga de pagamento variável aos seus executivos, como o bônus de fim de ano e outros benefícios não fixos, independentemente de haver ou não aumento na geração de valor da empresa. Esta é uma das principais causas desta discrepância", afirma Roberto Martins, diretor da PwC Brasil.

Para alinhar as expectativas de executivos e acionistas, o estudo sugere a criação de comitês de remuneração independentes, vinculados ao Conselho de Administração das empresas, já que isso melhoraria a transparência, diversidade e equidade das operações de governança corporativa.

Além disso, o estudo também defende que as empresas não foquem apenas no crescimento do lucro ou indicadores de curto prazo, mas também na geração de valor. "Nossas conclusões apontam que, após dois anos seguidos de queda no valor médio das empresas, o ano de 2016 foi responsável por uma retomada do crescimento neste sentido", conclui Roberto Martins. 

Metodologia utilizada

Das companhias que participaram da pesquisa, 73% delas possuem capital nacional e 41% obtiveram um faturamento acima de R$ 3 bilhões em 2016. Foram 12 setores analisados, com destaque para produção industrial, engenharia e construção e prestação de serviços.

O estudo se refere ao período entre 2010 e 2016, já que os dados do ano passado ainda não foram completamente informados pelas empresas à Comissão de Valores Imobiliários.

 

]]>
Mercado de Capitais Mon, 14 May 2018 00:00:00 +0000
Empresas brasileiras captam R$ 14,1 bilhões no exterior em janeiro http://www.executivosfinanceiros.com.br/mercado-de-capitais/6268-empresas-brasileiras-captam-r-141-bilhoes-no-exterior-em-janeiro http://www.executivosfinanceiros.com.br/mercado-de-capitais/6268-empresas-brasileiras-captam-r-141-bilhoes-no-exterior-em-janeiro José Eduardo Laloni, diretor da Anbima

Cenário de elevada liquidez, juros baixos nos Estados Unidos e queda na percepção de risco do Brasil aumentou apetite das empresas

As empresas brasileiras captaram R$ 14,1 bilhões (US$ 4,4 bilhões) no mercado externo ao longo de janeiro, com queda de 15% em relação ao mesmo período do ano passado. De acordo com boletim da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), apesar do recuo, o número de operações dobrou: foram três no primeiro mês de 2017 e seis neste ano, que se concentraram em títulos de renda fixa emitidos pelo Tesouro Nacional e por empresas dos segmentos de transporte e logística, alimentos e bebidas e assistência médica.

"O cenário de elevado grau de liquidez, de juros baixos nos Estados Unidos e de queda na percepção de risco do Brasil contribuiu para o apetite das empresas por ativos do exterior. Já contabilizamos outras quatro ofertas, que saíram no início de fevereiro, somando US$ 3,4 bilhões", afirma José Eduardo Laloni, diretor da Anbima.

No mercado local, a captação das companhias em janeiro foi de R$ 3,1 bilhões, com queda de 76% na comparação ao mesmo mês do ano passado. Os ativos mais utilizados pelas empresas foram as debêntures, que movimentaram R$ 2,6 bilhões em quatro operações dos setores de energia elétrica, assistência médica e comunicação.

Também se destacaram no período as captações por Fundos de Investimento Imobiliários (FIIs), que levantaram R$ 515 milhões. O instrumento contou ainda com forte interesse das pessoas físicas, responsáveis por 73,1% das subscrições no período. As operações com FIDCs e CRIs somaram R$ 15 milhões e R$ 21 milhões em janeiro, respectivamente. Não foram realizadas emissões com os demais instrumentos do mercado de capitais no mês.

Confira o boletim completo no site da ANBIMA.

]]>
Mercado de Capitais Wed, 14 Feb 2018 00:00:00 +0000
Ações e multimercados lideram captações dos fundos de investimento em janeiro http://www.executivosfinanceiros.com.br/mercado-de-capitais/6263-acoes-e-multimercados-lideram-captacoes-dos-fundos-de-investimento-em-janeiro http://www.executivosfinanceiros.com.br/mercado-de-capitais/6263-acoes-e-multimercados-lideram-captacoes-dos-fundos-de-investimento-em-janeiro Carlos Ambrósio, vice-presidente da Anbima

Segundo a Anbima, ingressos totais da indústria caíram 39,4% na comparação com o mesmo período de 2017

As classes de ações e multimercados lideraram a captação da indústria brasileira de fundos de investimento em janeiro. A categoria de ações reverteu os resgates de R$ 3,5 bilhões registrados no primeiro mês de 2017 e apresentou ingressos líquidos de R$ 2 bilhões em 2018, de acordo com boletim da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais). Nos multimercados, a diferença entre os recursos que foram aplicados e os que saíram ficou em R$ 12,5 bilhões em 2018, o que representa alta de 45,6% em relação a igual período do ano passado.

"Com a taxa de juros em um patamar mais baixo do que no início de 2017, os resultados mostram a busca pela diversificação das carteiras. Essa tendência, iniciada em meados do ano passado, demonstra que os investidores estão ampliando os prazos das aplicações, com apetite maior ao risco", afirma Carlos Ambrósio, vice-presidente da Anbima. "Além disso, a valorização de 11% do Ibovespa em janeiro também contribuiu para a maior atratividade dos fundos de ações", completa.

A captação total dos fundos, entretanto, teve queda de 39,4% em janeiro de 2018 na comparação com o mesmo período do ano passado, atingindo R$ 24,6 bilhões. O recuo foi decorrente do forte movimento de resgate de um único fundo.

Rendimentos auferidos

Os fundos de ações trouxeram os melhores retornos aos investidores em janeiro. A média de rentabilidade dos produtos do tipo Indexados (aqueles com o objetivo de replicar as variações de indicadores de referência do mercado) foi de 10,72%. Na sequência, o tipo Ações Índice Ativo (cuja gestão tem o objetivo de superar o benchmark, como o Ibovespa) apresentou rendimento de 9,57%.

Entre os multimercados, os destaques são os tipos Macro (que realiza operações com estratégias baseadas em cenários macroeconômicos de médio e longo prazos) e Long and Short direcional (que faz operações de ativos e derivativos ligados à renda variável, montando posições compradas e vendidas). As rentabilidades médias foram de 3,33% e 3,14%, respectivamente.

Na Renda Fixa, os produtos com vencimentos mais longos se saíram melhor em janeiro. O tipo Renda Fixa Duração Alta Soberano (que investe somente em títulos públicos federais do Brasil com prazos maiores) apresentou retorno médio de 1,82% e o Renda Fixa Duração Alta Crédito Livre (que pode aplicar em papéis de risco maior e de prazos mais longos) rendeu 1,79%.

Confira o boletim completo no site da ANBIMA.

]]>
Mercado de Capitais Wed, 07 Feb 2018 00:00:00 +0000
Emissões no mercado de capitais no ano já superam as de 2016 http://www.executivosfinanceiros.com.br/mercado-de-capitais/6193-captacoes-somam-r-2422-bilhoes-com-crescimento-de-44-com-relacao-ao-ano-passado http://www.executivosfinanceiros.com.br/mercado-de-capitais/6193-captacoes-somam-r-2422-bilhoes-com-crescimento-de-44-com-relacao-ao-ano-passado José Eduardo Laloni, diretor da Anbima

Segundo a Anbima, captações somam R$ 242,2 bilhões, com crescimento de 44% com relação ao ano passado

O volume total de emissões no mercado de capitais até novembro já supera o montante de todo o ano de 2016. São R$ 242,2 bilhões, com crescimento de 44% na comparação com o mesmo período do ano passado, de acordo com relatório da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) divulgado na semana passada.

Com relação ao número de operações, a evolução se repete: 620 ofertas contra 554 até novembro do ano passado. O destaque ficou por conta da renda variável: foram emitidos R$ 31,7 bilhões em ações, contra R$ 8,8 bilhões em 2016. O volume é o maior registrado desde 2011.

"Com a queda da taxa de juros de 13% para 7% ao longo do ano, o mercado de capitais ganhou força e os resultados mostram isso. Ainda há emissões no pipeline, então o volume final para o ano deve ser ainda maior", afirma José Eduardo Laloni, diretor da Anbima.

As ofertas de debêntures de infraestrutura contribuíram para o resultado positivo: bateram recorde no ano, com o maior volume desde a criação da Lei 12.431, em 2011. Foram captados R$ 7,8 bilhões até novembro, com crescimento de 124% com relação ao mesmo período de 2016. A Lei 12.431 oferece isenção fiscal aos investidores pessoa física na compra de papéis voltados para o financiamento de projetos de infraestrutura, com objetivo de incentivar o financiamento de longo prazo.

A participação dos investidores na compra destes papéis também foi significativa: 69,3%. Os investidores pessoa física passaram de 31,3% em novembro de 2016 para 38,8% um ano depois. Na sequência aparecem os investidores institucionais – fundos de pensão, fundos de investimento, entre outros – com 30,5% e, por último, as instituições ligadas à oferta, com 30,7%.

"O movimento de queda de juros e de inflação estimulou o pleno funcionamento do mercado de capitais como um todo: de um lado, a disposição do investidor a tomar mais risco em busca de melhor rentabilidade e, de outro, os emissores com boas janelas de oportunidade. Se as condições macroeconômicas se mantiverem, teremos um protagonismo ainda maior dos investidores pessoa física em 2018", explica Laloni.

Produtos estruturados

Os produtos estruturados se destacaram entre as opções utilizadas pelas empresas em 2017. Até novembro, as ofertas de CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários), CRAs (Certificados de Recebíveis Agrícolas) e FIDCs (Fundos de Investimento em Direitos Creditórios) chegaram a R$ 27,1 bilhões, um crescimento de 19% na comparação ao mesmo período do ano passado.

No ano, o instrumento mais utilizado entre os estruturados foi o FIDC, com volume de R$ 11,3 bilhões e 90 operações. O resultado é mais que o dobro do captado em todo o ano de 2016 (R$ 4,6 bilhões). Na sequência vieram os CRAs, com volume de R$ 9,6 bilhões, montante 10% superior a 2016. O produto continua sendo muito bem recebido pelas pessoas físicas, que até novembro adquiriram 86,9% do total emitido.

As debêntures e as notas promissórias tiveram desempenho superior ao observado até novembro de 2016. Foram captados R$ 67,1 bilhões com debêntures e R$ 21,8 bilhões com notas promissórias – 30% e 217% acima do ano passado, respectivamente.

As captações externas também foram destaque. As ofertas internacionais foram as maiores desde 2014, o que mostra a retomada do apetite dos investidores estrangeiros. O volume foi de US$ 28,4 bilhões, com crescimento de 40% com relação a 2016. "O mercado externo se abriu em 2017. É visível a melhora de percepção do mercado internacional sobre o Brasil como alternativa de investimento", conclui Laloni.

Confira o boletim completo no site da ANBIMA.

]]>
Mercado de Capitais Sun, 10 Dec 2017 00:00:00 +0000
Empresas brasileiras captam R$ 209,2 bilhões no mercado de capitais até outubro http://www.executivosfinanceiros.com.br/mercado-de-capitais/6110-empresas-brasileiras-captam-r-2092-bilhoes-no-mercado-de-capitais-ate-outubro http://www.executivosfinanceiros.com.br/mercado-de-capitais/6110-empresas-brasileiras-captam-r-2092-bilhoes-no-mercado-de-capitais-ate-outubro Empresas brasileiras captam R$ 209,2 bilhões no mercado de capitais até outubro

Ofertas de produtos estruturados de destacam, com crescimento de 17,7% em relação ao mesmo período do ano passado

As empresas brasileiras captaram R$ 209,2 bilhões no mercado de capitais doméstico e externo entre janeiro e outubro deste ano. De acordo com relatório da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), o resultado representa avanço de 40,7% em relação ao mesmo intervalo de 2016.

Os produtos estruturados se destacam entre as opções utilizadas pelas empresas em 2017. Até outubro, as ofertas de CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários), CRAs (Certificados de Recebíveis Agrícolas) e FIDCs (Fundos de Investimento em Direitos Creditórios) chegam a R$ 24,5 bilhões, um crescimento de 17,7% na comparação ao mesmo período do ano passado. No ano, o instrumento mais utilizado entre os estruturados foi o FIDC, com volume de R$ 9,7 bilhões e 78 operações. O resultado é mais que o dobro do que o captado no fim de 2016 (R$ 4,5 bilhões).

Os CRAs mantêm o desempenho favorável dos últimos anos. Em 2017 foram realizadas 46 ofertas, que movimentaram R$ 9,1 bilhões, montante 21,4% superior ao captado de janeiro a outubro de 2016. O instrumento continua sendo muito demandado por pessoas físicas, que até outubro responderam por 86,3% das subscrições.

Os CRIs são o único instrumento com resultado inferior ao do ano passado, com queda de 36,5% nas captações em 2017. O desempenho ruim do setor imobiliário, com a consequente falta de novos lastros para a estruturação de ativos, está entre os motivos para o menor volume de operações.

Os demais ativos do mercado de capitais doméstico seguem com desempenho superior ao observado em 2016. Foram captados R$ 59,8 bilhões com debêntures e R$ 18,4 bilhões com notas promissórias (34,3% e 233,7% acima do ano passado, respectivamente). Com ações (incluindo IPOs e follow-ons), foram levantados R$ 31,2 bilhões, avanço de 256,7% sobre o intervalo de janeiro e outubro do exercício anterior.

As captações externas também mantêm alta. Até outubro, as ofertas internacionais chegaram a US$ 27,8 bilhões, volume 37,5% superior ao resultado de todo o ano de 2016. Apenas no mês passado foram cinco operações, que somaram US$ 6,8 bilhões. Confira o boletim completo no site da ANBIMA.

]]>
Mercado de Capitais Fri, 10 Nov 2017 00:00:00 +0000
B3: ofertas de títulos corporativos batem em outubro o volume total de 2016 http://www.executivosfinanceiros.com.br/mercado-de-capitais/6100-b3-ofertas-de-titulos-corporativos-batem-em-outubro-o-volume-total-de-2016 http://www.executivosfinanceiros.com.br/mercado-de-capitais/6100-b3-ofertas-de-titulos-corporativos-batem-em-outubro-o-volume-total-de-2016 B3: ofertas de títulos corporativos batem em outubro o volume total de 2016

Emissões foram de R$ 15,3 bilhões no mês passado. No acumulado do ano, total bate em R$ 104,3 bilhões

De acordo com levantamento da B3, empresa resultante da combinação de negócios entre BM&FBOVESPA e Cetip, em outubro o volume de emissões de títulos de dívida corporativa foi de R$ 15,3 bilhões.

Este montante contribuiu para o total de R$ 104,3 bilhões no acumulado de 2017, volume que ultrapassa o total emitido em 2016. O estoque atingiu R$ 418,7 bilhões.

Os instrumentos contemplados no levantamento são debêntures, CRI, CRA, Nota Comercial e FIDC.

]]>
Mercado de Capitais Mon, 06 Nov 2017 00:00:00 +0000