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BYOD e BYOA avançam e impulsionam a produtividade nas organizações

BYOD e BYOA avançam e impulsionam a produtividade nas organizações

Êxito dos projetos, porém, depende de uma gestão eficaz da mobilidade

O momento é de franca expansão da mobilidade corporativa, catalisada por fenômenos como o BYOD (Bring Your Own Device) e BYOA (Bring Your Own Application), reforçando em escala inédita o chamado “empoderamento” dos usuários e propiciando maior geração de valor para as organizações. O êxito das empreitadas, contudo, se vê condicionado pela adoção de políticas eficazes de gestão das aplicações móveis. 

“Os benefícios da ‘consumerização’ são facilmente comprovados com o aumento da produtividade por meio do uso de aplicativos populares que começam a se disseminar nas empresas, tais como Dropbox, Google Docs e WhatsApp”, nota, de saída, Wander Nogueira, gerente de Negócios da área de Business Consulting da Stefanini.

No entanto, para dar conta das implicações deste novo cenário, devem ser implementadas políticas efetivas de gestão de “devices” e de aplicativos de terceiros, com o suporte de soluções e plataformas aptas a mitigar os riscos inerentes ao avanço do BYOD/BYOA. 

O entrevistado sugere, nesse sentido, o desenho de uma estratégia consistente de EMM (sigla em inglês para Gerenciamento de Mobilidade Corporativa), levando em consideração que, cada vez mais, estão convergindo as “features” das ferramentas de MDM (Gerenciamento de Dispositivos móveis), TEM (Gerenciamento de Despesas de Telecomunicações) e MAM (Gerenciamento de Aplicativos Móveis). “Com esta convergência, surgiram as soluções unificadas e centralizadas de EMM, auxiliando a TI no controle das políticas de ‘consumerização’”, explica Nogueira. 

Não se pode perder de vista, por outro lado, que já está em curso uma segunda onda da mobilidade empresarial, que consiste na utilização massiva de aplicações em “clouds corporativas” (“enterprise clouds”). Estas nuvens, detalha o especialista da Stefanini, perfazem um ambiente fechado onde os dados que trafegam entre as aplicações não saem das “clouds”, ou seja, para fora dos dispositivos. 

Esta nova vertente traz uma importante consequência sob a óptica da gestão: “As políticas de BYOD podem ser implementadas de forma transparente quando estamos falando de ‘enterprise clouds’. Assim, a adoção destas nuvens ameaça o próprio reinado das plataformas de EMM atuais”, assinala ele.

 

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