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Ingenico cresce com inovações na área de e-payment

Ingenico cresce com inovações na área de e-payment

Grupo mundial traz operações para o Brasil e aposta nas tecnologias que dispensam o uso do cartão

No começo de junho, o Ingenico Group, empresa de pagamentos global, foi reconhecida como a melhor na categoria solução POS mobile na premiação americana 2017 Pay Awards, da Paybefore.  Em seguida, no final do mesmo mês, o Grupo Ingenico investe na Joinedapp, uma start-up localizada em Palo Alto, Califórnia. A Joinedapp assegura uma solução de ecommerce end-to-end para o comércio conversacional onde os consumidores são engajados, procuram e pagam - tudo em um só aplicativo de mensagem. 

Com estes avanços e um volume ainda maior de vendas presenciais, “Estados Unidos e outros mercados mais evoluídos são o nosso futuro", diz Matias Fainbrum, diretor-geral da Ingenico para a América Latina na área de e-payments – focada em pagamentos não presenciais incluindo web, mobile e call center. 

Porém, assinala ele, há uma reconfiguração do que seja um pagamento. “Há uma convergência entre computadores, tablets, mobile e biometria - isso está transcendendo o cartão físico. Não há mais necessidade do cartão. Nos Estados Unidos, a transação é feita enquanto o cliente retira a mercadoria na loja. O meio de pagamento é escolhido antes pelo cliente", completa.    

O Grupo Ingenico está no Brasil, mercado que considera promissor para expansão de seus negócios.  Em 2016, o comércio eletrônico, por exemplo, faturou R$ 44 bilhões no Brasil, com crescimento de 7,4%. Para este ano, as vendas devem aumentar 12% na maior economia da América Latina, chegando a R$ 50 bilhões, indica o Relatório Webshoppers, 35° edição, de 2017. 

"A Ingenico é uma empresa de inovação, que desenvolve a própria tecnologia. Há uma equipe sediada na América Latina voltada a desenvolver produtos para a região", detalha o diretor-geral para e-payments. "Estamos constantemente procurando novos meios de pagamento e como fazer a experiência de uso transparente para o consumidor." 

Transparência para o usuário

Fainbrum afirma que o jogo agora é a inovação. "Quando falamos em pagamentos móveis, a ideia é gerar uma experiência completamente diferente. Em inglês, frictionless quer dizer sem pressão, algo transparente para o usuário. O processo de compra precisa gerar algo positivo", argumenta. 

A Ingenico investe 8% de seu faturamento em pesquisa e desenvolvimento, o que é feito dentro de casa. Recentemente, foi anunciado um investimento estratégico na Joinedapp. Com a tecnologia dessa empresa, "WhatsApp, Facebook Messanger e novos canais de comunicação podem se transformar em um canal de compra ou venda. A loja mostra diretamente no Messenger a mercadoria e um botão é disponibilizado para fazer clique e pagar", sintetiza.  

Os aplicativos de mensagens ultrapassam as redes sociais como plataformas móveis dominantes e chegam a três bilhões de usuários. Com o amadurecimento dos canais de e-mail e marketing de mídia social, os chatbots são considerados a nova fronteira em vendas de e-commerce e distribuição.  

Embora o volume de pagamentos no mundo físico seja maior, e isso inclui os POS, o crescimento dos pagamentos no mundo virtual é exponencial. "A Internet foi o primeiro canal que habilitou pagamentos não-presenciais.  Hoje, a Internet é muito diferente do que era no começo", lembra Fainbrum. No início, o cliente se cadastrava no website para page com cartão de crédito. "Hoje, um computador, tablet, anel, relógio ou qualquer coisa usável (wearable) pode se conectar nessa plataforma de processamento de pagamentos e fazer uma transação." 

No comércio, há a complexidade do mundo físico, envolvendo custos de armazenamento com produtos e distribuição. "Os empresários têm muitos gastos agregados à venda física, que já fazem parte da estrutura de custos. Essa é uma oportunidade para as lojas gerarem mais demanda, que pode estar em qualquer lugar do mundo, sem os dispêndios relacionados a uma venda física", comenta o executivo.

Se observadas as vendas on-line, 12% são originadas no e-commerce. Em 2016, segundo a última edição do Webshoppers, 21,5% das transações partiram de um dispositivo móvel. Para ingressar no e-commerce, é preciso seguir uma lógica desse tipo de operação. Isso inclui a captura da atenção do mercado, com Google, resultados e opções para a pesquisa. 

"A ordem da pesquisa e nomes não é casual. As empresas investem para ter posicionamento no Google", declara o executivo.  Depois do clique, há a fase da fidelização ou manutenção. Com uma estratégia simples e intuitiva, se o cliente fica, começa a comprar. Essa é a chamada etapa da conversão.  

Para o contratante, a Ingenico mostra todos os meios de pagamento disponíveis em qualquer lugar do mundo – isso inclui cartões, boletos, transferência bancária, débito no computador ou dispositivo móvel. 

Abordagem omnichannel

Trata-se de uma abordagem omnichannel porque a operação pode ser feita em qualquer meio - presencial ou não (maquinetas e soluções não-presenciais). "Pegamos os dados do cartão e fazemos uma validação de prevenção à fraude em tempo real, mostrando que o comportamento não é fraudulento, e enviamos para a autorização os adquirentes, depois para o banco emissor, e voltamos com a resposta. Fornecemos esse serviço, pelo qual uma loja tem que fazer uma integração tecnológica com a Ingenico Payments. Damos acesso ao lojista a todos os meios de pagamento disponíveis", explica.   

Além do processo básico de autorização de pagamento, a Ingenico dispõe de camadas de serviços adicionais como prevenção à fraude  - acima da camada de autorização do serviço tradicional de pagamento - em tempo real. Os serviços de inteligência de negócios (BI) são agregados fornecendo informações para a tomada de decisões. 

A empresa pode saber de onde se originam a maior parte das vendas ou se um tipo de pagamento é mais utilizado do que outro. Na Ingenico, estão disponíveis os serviços profissionais de assessoria a partir de uma experiência de 20 anos em padrões globais de e-commerce, incluindo práticas de experiência do usuário e implantação dos sistemas de pagamento. Uma equipe multidisciplinar suporta serviços para auxiliar a conciliação com o auxílio de ferramentas. 

O lojista paga uma taxa pelos serviços. Dependendo das camadas utilizadas, há valores distintos. "Estamos em uma etapa em que as empresas estão cobrindo um novo canal de venda, o e-commerce, com nível de maturação para ser o principal canal de vendas das empresas. Os indicadores-chave no ecommerce são diferentes dos presenciais. Somos um fornecedor de conhecimento na área de Payment Analytics, com informações-chave dos pagamentos que permitam que as empresas possam fazer otimizações e incrementar suas vendas on-line", conclui Fainbrum.   

   

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