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Maturidade no “outsourcing” permite terceirizar inteligência de negócios

Maturidade no “outsourcing” permite terceirizar inteligência de negócios

Mercado brasileiro, incluindo o setor financeiro, acena com expansão do KPO

Com a evolução das empreitadas na área de “outsourcing”, as empresas clientes devem superar as resistências culturais e se dispor a terceirizar também tarefas ligadas à própria inteligência de negócios, aderindo mais decididamente, portanto, às práticas de KPO (Knowledge Process Outsourcing). Por isso mesmo, a expectativa que se coloca é de expansão desta modalidade de projeto em países como o nosso.

Conforme situa Sebastian Funes, gerente geral da Bosch Service Solutions no Brasil, em entrevista para o portal da Executivos Financeiros, as perspectivas são promissoras particularmente nas organizações em que a cultura de terceirização está consolidada e que já detenham um perfil direcionado à gestão estratégica de negócios.

“Elas podem usufruir das vantagens de ter serviços altamente especializados sem preocupar-se com a gestão – atualização, qualificação e manutenção – de recursos como ferramentas, pessoas, metodologias, etc. Há também a possibilidade de se fomentar novos negócios em áreas de oportunidade desconhecidas”, explica o entrevistado.

No Brasil, em especial, há um grande espaço para o KPO prosperar. Em alguns ramos, como o financeiro, avalia o executivo, há um expressivo potencial de conhecimento que poderia ser utilizado em outros tipos de empreendimentos terceirizantes. “Visualizamos uma procura crescente por estes projetos como um processo de maturidade da cultura de ‘outsourcing’, o que traz uma perspectiva muito boa para provedores de serviços de ‘nicho’”, ressalta Funes.

Alguns requisitos de sucesso, contudo, precisam ser contemplados. Como em toda parceria entre empresas distintas, é necessária uma comunicação clara entre elas, além da identificação com o negócio e da existência de confiança mútua. “Sem esta análise criteriosa na escolha do prestador de serviços e sem esta integração entre as partes, as organizações podem prejudicar sua estratégia, gerando perda de resultados e de mercado”, adverte o gerente geral da Bosch.

 

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