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Bancos desembolsam mais de R$ 18 bilhões em tecnologia, revela Febraban

Bancos desembolsam mais de R$ 18 bilhões em tecnologia, revela Febraban

Investimentos e gastos do Brasil foram 1% superiores à média mundial

Apesar do cenário econômico pouco favorável, a indústria preservou os investimentos e as despesas em tecnologia que se mantiveram no patamar dos últimos anos. A oferta de serviços também foi diversificada. Isso significa que os gastos com tecnologia subiram de 13% em 2015 para 14%, equiparando-se ao montante que o governo aplica no segmento.

O Brasil superou em um ponto percentual o investimento global do setor. Dados do Gartner mostram que os investimentos em TI no Brasil superam US$ 42 bilhões. Segundo a consultoria, o orçamento mundial para a tecnologia é de US$ 2,7 trilhões.

O orçamento dedicado a TI – entre investimentos e despesas – foi de R$ 18,6 bilhões, segundo a pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária 2017. Em 2015, o budget da indústria foi de R$ 19,2 bilhões. “Podemos dizer que os investimentos praticamente foram mantidos. A consolidação de bancos pode explicar a redução”, justifica Gustavo Fosse, diretor setorial de Tecnologia e Automação Bancária da Febraban.

Tanto os gastos com telecom, hardware e software permaneceram inalterados. Desse montante, 45% foram aplicados no desenvolvimento de software, 35% em hardware, 19% em telecom e 1% em outras tecnologias, seguindo a tendência dos estudos anteriores. Dez por cento do montante foi aplicado em segurança.

Disrupção é palavra de ordem

Para ampliar os serviços bancários, as instituições financeiras sinalizaram investimentos nas ferramentas disruptivas. “A adoção de tecnologias como analytics, computação cognitiva, entre outras reforçam o pioneirismo do setor na oferta de serviços de ponta ao mercado”, afirma Fosse.

Quase metade das instituições entrevistadas (47%) deverá aplicar em analytics e 24% apostam na computação cognitiva. “Os bancos visam melhorar a experiência do cliente e, para isso, buscam entender o perfil e oferecer o que eles precisam”, acrescenta o diretor da Febraban.

Uma das novidades é que o estudo destaca as principais prioridades de investimentos e despesas em tecnologia para incrementar a qualidade dos serviços. Segundo as 17 instituições financeiras que participaram do estudo conduzido pela Deloitte, as prioridades para o mobile banking são: melhoria das transações com movimentação financeira (77%), 54% investem em

mudanças para que o cliente possa customizar a exibição dos serviços e 46% em aprimoramento da acessibilidade.

Quando o assunto é internet banking, 62% dos bancos têm como foco a customização, 54% em acessibilidade e 46% na integração multicanal, por exemplo, contato remoto ou chat.

 

 

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