Tecnologia da Informação

Gestão de performance é aprimorada com Big Data


Dados podem ser atualizados sem interrupção e incrementalmente

Por: Irineu Uehara em 10 de Dezembro de 2013

Entre os processos e práticas de gestão que podem ser diretamente beneficiados pelo Big Data, encontram-se os que são suportados pelo BPM (Business Performance Management). Longe de entravar o trabalho de monitoração, as montanhas de dados diversificados que percorrem os sistemas informacionais, desde que tratadas com as ferramentas adequadas, podem aprimorar o gerenciamento do desempenho.

Quando se pensa em um cenário ideal para o acompanhamento da performance empresarial, pondera Marcos Pichatelli, gerente de produtos de High-Performance Analytics do SAS Brasil, imagina-se que todas as operações de uma organização se refletem “instantaneamente” num painel com gráficos e indicadores, permitindo que todas as decisões sejam tomadas com base em dados objetivos, acrescidos de uma menor dose de “experiência” ou de “sentimento”.

À primeira vista, raciocina o especialista, a era do Big Data deveria nos afastar desse ideal, já que os painéis de monitoração precisariam agora ser alimentados sob a égide dos três conhecidos “Vs”. Traduzindo: por uma avalanche impensável de dados (Volume), em intervalos cada vez menores (Velocidade) e não somente com quantidades e categorias, mas também com informações capturadas na forma de voz, de textos, de vídeos, etc (Variedade).

No entanto, salienta Pichatelli, as tecnologias que o Big Data está fazendo surgir apontam justamente para o aperfeiçoamento do BPM. Um ganho advém da capacidade de se montar um “dashboard” com a solução SAS Visual Analytics, possibilitando que dados de risco financeiro, por exemplo, sejam atualizados ininterruptamente, de maneira incremental e diretamente para a memória.

“Ficção? Não. É tecnologia disponível aqui e agora. Exageros românticos à parte, os sistemas de BPM baseados em lentas atualizações de cubos estão prontos para darem vez a essa emergente classe de instrumentos, mais rápidos, mais precisos e até mais bonitos, que já compõem a categoria nova ‘Data Visualization’”, explica o gerente do SAS.

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