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Varejo cresce 2,7% em março, aponta Serasa

Varejo cresce 2,7% em março, aponta Serasa

Aumento de 0,6% no primeiro trimestre foi pior resultado dos últimos 12 anos

 

Na comparação com mesmo mês do ano passado, alta foi de 5,9%

O movimento dos consumidores nas lojas em março de 2015 avançou 2,7% em relação ao mês de fevereiro/15, já efetuados os devidos ajustes sazonais. Na comparação com o mesmo mês do ano passado, houve alta de 5,9% na atividade do comércio no terceiro mês deste ano. Apesar desse resultado obtido em março/15, a atividade varejista fechou o primeiro trimestre do ano com crescimento anual de apenas 0,6%, sendo este o pior resultado dos últimos 12 anos. Os dados são do Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio.

Segundo os economistas da Serasa Experian, o movimento dos consumidores do comércio em março deste ano foi favorecido pelo feriado móvel do carnaval, que neste ano caiu em fevereiro. Porém, fatores como a alta da inflação durante o primeiro trimestre deste ano, o crediário cada vez mais caro e o baixo grau de confiança dos consumidores pesaram negativamente sobre o desempenho varejista no acumulado dos três primeiros meses de 2015.

No mês de março, a alta da atividade varejista ocorreu em todos os segmentos pesquisados. A maior delas, de 3,6%, foi constatada nos segmentos de combustíveis e lubrificantes e também no de supermercados, hipermercados, alimentos e bebidas. Além desses, tivemos aumentos de 2,7% no segmento de material de construção; de 1,6% no se móveis, eletroeletrônicos e equipamentos de informática; e de 1,4% no de tecidos, vestuário, calçados e acessórios. Por fim, o segmento de veículos, motos e peças registrou alta de 0,1% em março/15.

No acumulado do primeiro trimestre de 2015, três setores fecharam com crescimento e três com queda. No campo positivo tivemos as altas de 6,8% no segmento de tecidos, vestuário, calçados e acessórios; de 3,3% em móveis, eletroeletrônicos e equipamentos de informática; e de 2,2% nos supermercados, hipermercados, alimentos e bebidas. Já no território negativo, observamos recuos de 8,7% no segmento de veículos, motos e peças; de 9,5% em combustíveis e lubrificantes; e de 10,8% no segmento de materiais de construção.

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